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25/07/2018
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Existem 19 mil objetos na órbita terrestre sob risco de queda, afirma estudo de seguradora

Existem 19 mil objetos na órbita terrestre sob risco de queda, afirma estudo de seguradora

 

90% dos objetos rastreados que orbitam a Terra são detritos, o que aumenta o risco de colisões

 

Não é só a Lua que orbita a Terra, mas também muito lixo espacial. Isso é o que afirma estudo realizado pela Swiss Re Corporate Solutions sobre riscos espaciais para a Terra.

O estudo dessa empresa de seguros expõe riscos espaciais envolvendo satélites na órbita terrestre baixa, ou LEO, na sigla em inglês. Para se ter noção, 90% dos objetos rastreados que orbitam a Terra são detritos, o que aumenta o risco de colisões, além do perigo desses detritos entrarem em órbita e caírem na superfície.

Desde 2011, o número de objetos catalogados, ou lixo espacial em LEO, cresceu 19%, atingindo a marca de 19 mil objetos. Com o aumento desse LEO, as seguradoras se preocupam com a proteção de seus segurados, uma vez que os seguros ainda não são muito focados em danos causados por satélites na órbita geoestacionária.

No estudo publicado originalmente em inglês, a Swiss Re Corporate Solutions destaca desafios legais, como a atribuição da responsabilidade em casos de colisões, quedas de lixo espacial, e como o setor de seguradoras deve se adaptar para atender à essa necessidade.

90% dos objetos rastreados que orbitam a Terra são detritos, o que aumenta o risco de colisões

 

Não é só a Lua que orbita a Terra, mas também muito lixo espacial. Isso é o que afirma estudo realizado pela Swiss Re Corporate Solutions sobre riscos espaciais para a Terra.

O estudo dessa empresa de seguros expõe riscos espaciais envolvendo satélites na órbita terrestre baixa, ou LEO, na sigla em inglês. Para se ter noção, 90% dos objetos rastreados que orbitam a Terra são detritos, o que aumenta o risco de colisões, além do perigo desses detritos entrarem em órbita e caírem na superfície.

Desde 2011, o número de objetos catalogados, ou lixo espacial em LEO, cresceu 19%, atingindo a marca de 19 mil objetos. Com o aumento desse LEO, as seguradoras se preocupam com a proteção de seus segurados, uma vez que os seguros ainda não são muito focados em danos causados por satélites na órbita geoestacionária.

No estudo publicado originalmente em inglês, a Swiss Re Corporate Solutions destaca desafios legais, como a atribuição da responsabilidade em casos de colisões, quedas de lixo espacial, e como o setor de seguradoras deve se adaptar para atender à essa necessidade.