PIB do Brasil Despenca

01, Jun. 2020

PIB cai 1,5% no 1º trimestre e indica maior retração da história

O Estadão relata que, mesmo com reflexo apenas na segunda quinzena de março, a crise provocada pelo novo coronavírus teve forte influência na economia brasileira no primeiro trimestre e fez o PIB brasileiro encolher 1,5% no período, ante o quarto trimestre de 2019. Analistas preveem um tombo de 12% de abril a junho e uma queda de 6,5% no fechamento de 2020, a maior retração da história.

A crise é inédita porque derruba, ao mesmo tempo, oferta de trabalho, produção e consumo. O setor de serviços, que responde por 74% da economia, caiu 1,6% no trimestre. A indústria recuou 1,4%. A alta de 0,6% na agropecuária, que pesa 5% na economia do País, foi insuficiente para fazer a atividade como um todo avançar. No lado da demanda, o consumo das famílias, componente de maior peso no PIB, encolheu 2,0%, maior queda desde o terceiro trimestre de 2001, quando o governo teve de impor racionamento da energia elétrica. Ao avaliar o resultado, o ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu uma trégua e disse que é cretino atacar o governo neste momento, sob pena de o barco naufragar.

A pandemia de covid-19 atingiu em cheio a economia brasileira apenas nos últimos 15 dias do primeiro trimestre, mas foi o suficiente para o Produto Interno Bruto (PIB, valor total de tudo o que é produzido no País em determinado período) encolher 1,5% ante o quarto trimestre de 2019, informou ontem o IBGE.

Foi a maior queda desde a recessão de 2014 a 2016, seguida de uma lenta recuperação, ao ritmo de crescimento médio perto de 1,0% ao ano. E o pior ainda está por vir, analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, após a divulgação dos dados de ontem, estimam que o PIB deste segundo trimestre caia 12,15% em relação ao primeiro, levando a um tombo da economia de 6,5% em 2020, maior retração anual da história.

Com a adoção das primeiras medidas de isolamento social a partir do dia 16 de março, um cenário de shopping centers e restaurantes fechados, aeroportos vazios, grandes cidades sem engarrafamentos e cinemas às moscas apontava para uma economia parada. Desde então, economistas vêm explicando que a crise é inédita porque derruba, ao mesmo tempo, e com efeitos em cadeia, tanto a oferta de trabalho, afetando a produção, quanto a demanda, ou seja, o consumo.

A derrubada simultânea já foi vista no primeiro trimestre. Pela ótica da oferta, o setor de serviços, que responde por 74% da economia, caiu 1,6% em relação ao quarto trimestre de 2019, enquanto o PIB da indústria recuou 1,4%. A alta de 0,6% na agropecuária, que pesa 5% na economia, foi insuficiente para fazer a atividade como um todo avançar. No lado da demanda, o consumo das famílias, componente de maior peso no PIB, encolheu 2,0% em relação ao quarto trimestre de 2019, maior queda nessa base de comparação desde o terceiro trimestre de 2001, quando houve o racionamento da energia elétrica.

O isolamento social impediu as pessoas de saírem para consumir, e o movimento tende a perdurar, à medida que empresas que viram seu faturamento despencar demitam mais e mais. Apenas no acumulado de março e abril, foram fechadas 1,1 milhão de empregos formais. Quando se considera também o trabalho informal, 5 milhões já ficaram sem trabalho até abril.

Para Bráulio Borges, economista da LCA Consultores, a entrada do País em uma nova recessão preocupa mais pelo lado da redução do potencial de crescimento, ou seja, o ritmo no qual uma economia consegue crescer sem gerar desequilíbrios, como inflação: Pessoas já desempregadas há muito tempo podem ficar desempregadas por ainda mais tempo, levando a economia a perder capital humano. Se as políticas de apoio não forem bem desenhadas, poderá haver destruição de capital.

Corretora de seguros da Vivo se prepara para ampliar oferta para a base de clientes

Fonte: Sonho Seguro

Conquistar e encantar clientes da Vivo. Esse é o desafio de Fábio Ursaia, que assumiu o comando da corretora Telefonica, cativa da Vivo, operadora que tem 73 milhões de linhas ativas, além de centenas de parceiros de negócios que podem ser impactados com produtos da própria corretora.

O executivo, de 39 anos e passagens pelas empresas Aon, AIG e a startup Doutor Direto, prepara a corretora para ser um dos principais players em distribuição de seguros através de diferentes canais de afinidade. Afinal, a corretora atua num segmento que se tornou o principal bem das pessoas: o celular. Ninguém fica sem o seu, e comprar um novo pesa no orçamento, o que torna o seguro uma opção interessante do ponto de vista custo benefício.

Como está a corretora hoje em termos de clientes, produtos e parceiros de negócios?

A TCS, como é chamada dentro do grupo, foi criada para atender as demandas do grupo. No início de suas operações ela cuidava somente das apólices de seguros, de maneira tradicional de uma corretora, ou até mesmo um departamento de compras e seguros de uma empresa. Como a evolução do know-how adquirido pela corretora, ela foi ganhando espaço e passou a ser responsável pela política de gestão de risco e toda gestão de benefícios (não somente os seguráveis, mas todos os flexíveis) para todo o grupo telefônica no Brasil, e também ganhou protagonismo na distribuição dos produtos de afinidade para os clientes da vivo. Hoje, além dos produtos comuns ao mercado segurador, a corretora possui produtos próprios, desenvolvido com tecnologia própria, o que permite, além de atender as empresas do grupo, a corretora estende seus serviços para funcionários e familiares, fornecedores, clientes e ainda para outras corretoras cativas no Brasil e no exterior.

Quais as principais mudanças no curto e médio prazo?

O ecossistema que a corretora está inserida trás, ao mesmo tempo desafios e oportunidades.  Neste momento, a corretora trabalha para evoluir o mindset de seus colaboradores. A forma de trabalhar das corretoras cativas em geral não traz mais o mesmo resultado que trazia antes. A frase que mais se diz aqui dentro, é O que nos trouxe até aqui não será forte o suficiente para nos levar à diante. Por isso, estamos nos acostumando a trabalhar nos moldes de um Venture Builder, ou seja, estamos fomentando a produtização da linha de serviços com investimento próprio. Esse movimento é a representação de uma mudança, absolutamente necessária, que propicia agilidade para a inovação e transformação digital, em um ritmo condizente com as necessidades atuais.

A moda agora é ganhar escala com oferta assertiva com a tecnologia?.

Quando diz produtizar significa conseguir entregar aquilo que é esperado pelo cliente, em larga escala, com melhores custos e de maneira ágil. Isso está intimamente ligado à experiência do usuário (UX), e vai muito além da subscrição ou precificação do risco para emissão de apólices.

Para quais nichos de negócios busca seguradoras parceiras?

Ser a corretora do grupo Telefonica, não significa ter total liberdade para fazer ofertas diretas aos portadores de linhas e aparelhos celulares ou clientes de banda-larga. Para gerir essas ofertas aos clientes a Vivo possui uma unidade de negócios especifica que dedica, na totalidade, suas atividades à experiência do usuário em relação aos produtos de seguros. Para algumas seguradoras que não estão próximas do dia-a-dia da operação a impressão é que são duas corretoras, mas não. São focos distintos e complementares que trabalham em harmonia. A exemplo disso, a corretora se dedicou em desenvolver tecnologia e buscar benchmark em outros países onde opera, como Reino Unido, Alemanha e a própria Espanha. Essa expertise que a corretora aportou no Brasil trouxe para a operação de afinidades maior controle operacional, significativa economia de custo, e um ganho de escala na operação dos produtos de afinidade para uma gestão end-to-end.

A corretora exige exclusividade dos parceiros?

Empolgados por essa história de sucesso, a corretora quer desenvolver o mesmo modelo autosserviço para o balcão do Worksite. Apesar de já possuir esta operação em andamento, os projetos em desenvolvimento estão direcionados para migrar o negócio para o quadrante de estrela e depois de vaca leiteira na matriz BCG desenvolvida pela corretora. Para que isso aconteça da maneira aspirada, a corretora tem se aproximado de empresas de assistências e microsseguros, corretoras com foco em produtos e serviços para pessoas, e seguradoras preparadas para low or no touch underwritting.

A corretora está preparada tecnologicamente para atuar com diversas seguradoras e produtos?

O conceito de Venture Builder proporciona um protagonismo da corretora em relação ã seus clientes, ficando para segundo plano pedir uma para seguradoras com quem trabalham a exclusividade daquelas ofertas. A corretora, atualmente, não acredita que limitar o acesso do mercado a um produto seja sinônimo de receita futura. A aposta atual da corretora está em buscar uma ótima experiência do usuário, e na afinidade que a combinação da marca, tecnologia e ofertas possam ter com a persona. Essa crença da corretora não se limita para as seguradoras. A TCS tem feito negócios com corretoras tradicionais, insurtechs, e outras corretoras cativas do mercado.

Muitas seguradoras já atuam com APIs, onde é possível apenas plugar na corretora. Vocês estão prontos?

Inspirada pela própria aceleradora do grupo, a corretora participa de comunidades de startups, núcleos de inovação aberta, e outras iniciativas que colaboram para um ambiente orientado para tecnologia. Apesar da corretora possuir sistemas e APIs próprias, sabe-se que essa jornada é mercadológica e por isso, os avanços desejados não dependem só da TCS, mas da positiva e rápida evolução do mercado segurador.

A Vivo, assim como outras operadoras de telefonia, lidera o ranking de reclamações em órgãos de defesa do consumidor. Qual parte disso se refere a seguros?

Quando se fala de Telecom associamos, rapidamente, a fama das operadoras em relação as reclamações por conta de experiências de negativa dos consumidores em geral. Para seguros no grupo Telefonica, isso é diferente. O índice beira o número Zero. A atual estrutura de atendimento para o seguro de perda e roubo de celular conta com uma central própria e o acompanhamento é feito de maneira ininterrupta.

Quais os novos produtos e serviços que pretende ofertar para os clientes Vivo ainda neste ano?

Na atual esteira, para desenvolvimento já passaram produtos como On demand, micorsseguros e assistências. Atualmente, a corretora experimenta esses produtos com um grupo fechado de usuários. O que deve aparecer mais rapidamente é personal cyber que visa cobrir não somente as perdas por quebra de segurança cibernética do usuário, mas também o serviço de concierge para neutralizar vulnerabilidade após invasões nos aparelhos dos segurados.

Já tem uma ideia de como será o novo normal pós pandemia e quais produtos serão mais demandados pelos clientes?

Num momento tão delicado quanto ao que vivemos, falar em investimento e em desenvolvimento pode parecer estranho, mas para a TCS esse momento está em linhas com suas expectativas. A busca pelo novo normal já começou. Serviços associados aos consumidores de Internet também fixa passaram a ser prioridade, pois o número de ofertas e o tempo de utilização, aumentaram significativamente.

Pandemia do novo coronavírus deverá acelerar transformações na área de capitalização
O setor de capitalização adaptou-se rapidamente às mudanças impostas pela pandemia do novo coronavírus, de forma a proteger as pessoas e assegurar a continuidade das operações, diz o presidente da FenaCap, Marcelo Farinha, em entrevista ao site do Sindseg SP. O esforço de adaptação incluiu a assunção pelo segmento da operacionalização de sorteios em substituição às extrações da Loteria Federal, que foi suspensa pela Caixa Econômica Federal. De acordo com o presidente da FenaCap, a pandemia da Covid-19 terá como efeito acelerar as transformações do setor. Teremos uma rápida convergência para o ambiente digital, com aprimoramento de produtos e processos, diz ele.
Quais medidas foram tomadas para a adaptação das empresas de capitalização às mudanças impostas pela pandemia do novo coronavírus?
Em linha com as orientações das autoridades de saúde, a primeira medida foi a adoção do distanciamento social, com a instituição do trabalho remoto por parte de todas as empresas associadas à FenaCap. Apesar de inédita e desafiadora, a medida foi adotada em curtíssimo espaço de tempo, a fim de proteger as pessoas e manter todas as operações de capitalização dentro dos padrões de normalidade. Outro desafio foi assumir a operacionalização de sorteios substitutos às extrações da Loteria Federal, o que ocorreu assim que a Caixa Econômica Federal anunciou a suspensão da modalidade, cujos resultados servem de base para premiação dos títulos de capitalização. Em linha com o papel social da capitalização, nosso foco nesse momento em que tantos brasileiros passam por dificuldades foi assegurar a continuidade dos sorteios e da distribuição de prêmios. 
Quais são os impactos que a crise provocada pela Covid-19 causou ao setor até o momento e quais são as expectativas em relação aos negócios neste ano?
Estamos diante de uma situação sem precedentes, em que uma crise global, de origem sanitária e dimensões ainda não conhecidas afeta a vida das pessoas de forma igualmente nunca vista, impactando fortemente a atividade econômica, a renda e o emprego, assim como as relações sociais, trabalhistas e institucionais. Até fevereiro, no período pré-pandemia, o mercado registrou crescimento de 3,5%, com uma arrecadação de R$ 3,7 bilhões. O cenário aponta para uma queda no faturamento, mas as empresas vêm desenvolvendo todos os esforços para atravessar esse momento, acelerando projetos de transformação digital e adaptando seus modelos de negócios para atender adequadamente às necessidades dos consumidores. Ressalvado o caráter inédito dessa crise, a capitalização tem um histórico de respostas positivas frente a momentos de adversidade. Vale lembrar que a nossa indústria nasceu no Brasil em meio a uma grande crise mundial, decorrente do crash da Bolsa de Nova York, em 1929.    
Há práticas adotadas durante a pandemia que poderão ser assimiladas pelo setor?
Com certeza. A história demonstra que as grandes crises, como aquelas vividas no pós-guerra, têm a capacidade de acelerar transformações, funcionando como catalizadoras de mudanças sociais e econômicas. É possível que o sistema de trabalho remoto, por exemplo, uma prática até então embrionária, seja adotado de maneira mais ampla por muitas empresas. Projetos de transformação digital, da mesma forma, tendem a se acelerar, a fim de atender a uma nova lógica, em que o consumidor tende a buscar por soluções cada vez mais digitais, com elevado valor agregado.
Quais são as lições que essa crise proporcionou ao segmento de capitalização?
São vários os legados, mas com certeza sairemos fortalecidos como agentes de transformação social e econômica pela capacidade de dar respostas ágeis frente a novas demandas da sociedade. 
O que se espera, para a área de capitalização, no cenário pós-pandêmico?
A pandemia da Covid-19 vai acelerar as transformações do setor. Teremos uma rápida convergência para o ambiente digital, com aprimoramento de produtos e processos. O mercado de capitalização já vinha passando por transformações no modelo de negócios, com uso intensivo de novas tecnologias. Os produtos de capitalização, pelas características que lhe são inerentes, como o estímulo à formação de reservas, que conferem mais proteção e segurança às famílias, posicionam o setor em linha com o ambiente que se espera encontrar pós-pandemia, quando esses fatores tendem a ganhar ainda mais relevância, assim como as causas coletivas. A esse respeito, é possível estimar que os títulos de capitalização da modalidade Filantropia Premiável terão mais protagonismo, assim como os da modalidade Instrumento de Garantia, que podem auxiliar pessoas e empresas que precisem oferecer garantias de empréstimos, por exemplo. Uma coisa é certa: o consumidor vai rever hábitos de consumo e o conceito do que realmente é essencial. Vamos sair da crise com mais empatia e solidariedade.
Epidemia desacelera em capitais
O Globo
relata que nos centros urbanos mais atingidos pela Covid-19 no Brasil, o número de novas casos e as mortes registradas por dia se estabilizaram, ainda que não seja possível cravar uma queda. Esse cenário observado no Rio e em São Paulo, pode ser um dos primeiros sinais de chegada do pico da epidemia para as duas capitais. Mas a incerteza torna difícil usar esse dado para justificar a abertura da economia dessas cidades, afirmam especialistas.
O número de óbitos no Rio se estabilizou oscilando em uma taxa diária de cerca de 120 há dez dias. Em São Paulo, passou quase todo o mês em torno dos 100. Em Fortaleza, registrou a maior média semanal há 20 dias, e parece cair lentamente agora. Em Manaus, após uma escalada brusca no mês passado, o número de mortes diário entrou numa tendência relativamente estável, retomando um ritmo mais intenso nos últimos dias.
No município do Rio, o reflexo mais evidente da desaceleração é no sistema privado de saúde. O jornal apurou que houve uma queda sensível de pacientes de Covid-19 em toda a Rede D´Or, por exemplo. O Copa Star, que já chegou a ter oito de suas dez alas de UTI destinadas a pacientes com coronavírus, reduziu para cinco. Desde o dia 18, três delas foram fechadas.
A ocupação das UTIs privadas no Rio caiu, de cerca de 90% a 95%, para entre 80% e 85% no município. O respiro levou a uma negociação de contratação de leitos privados pelo SUS.
A prefeitura do Rio, apesar das filas para atendimento, também registra diminuição de demanda. A média diária de atendimentos caiu de 932 para 496 do meio de abril ao meio de maio. E o sistema Infogripe, da Fiocruz, cita uma estabilidade no número de casos de síndrome respiratória aguda grave (Srag), diagnóstico por sintomas que tem sido usado para estimar a prevalência da epidemia diante da falta de testes disponíveis.
Quando especialistas são questionados para cravar o pico da epidemia nas diversas regiões do país, porém, as respostas são mais complexas. O chefe do laboratório de pesquisa do Instituto Carlos Chagas, Fernando Bozza, acredita que o pico está sendo de fato atingido nas capitais, mas especificamente no segmento da população mais rica: Precisamos de mais dados sobre as regiões mais pobres, uma vez que temos evidências de que é onde a doença está prevalente e a subnotificação é maior, diz.
Há também diferença geográfica, porque as capitais que tiveram a chegada da Covid-19 mais cedo está agora em um momento de transmissão menor. O interior, no entanto, contribui de forma quase homogénea para que as médias estaduais de casos diários não baixem. Isso não significa que na capital esteja tudo sob controle, pois no sistema público as filas estão longe de zerar.
Fundo de private equity IG4 compra dois hospitais em meio à pandemia
A Reuters despacha que o fundo de private equity IG4 comprou por meio de sua recentemente criada empresa de saúde OPY Health, dois hospitais por 200 milhões de reais em meio à pandemia de coronavirus, segundo fontes com conhecimento do assunto.
A última compra, do hospital Delphina Rinaldi Abdel Aziz, foi fechada na sexta-feira. O hospital Metropolitano, em Belo Horizonte, foi comprado pela OPY em março. Ambos servem prioritariamente pacientes do sistema público de saúde, que não tem planos privados de saúde.
O hospital de Manaus foi adquirido do grupo espanhol Abengoa SA ( ), em recuperação judicial. O de Belo Horizonte pertencia ao conglomerado Andrade Gutierrez.
Procurado no sábado, o fundo não respondeu imediatamente ao pedido de comentário.
A OPY está em negociações para adquirir outros seis hospitais brasileiros, segundo as fontes, que pediram anonimato para revelar conversas privadas. Ao menos outros dois hospitais podem ser adquiridos até o fim do ano.
O hospital Metropolitano tem 440 leitos e o de Manaus, 380 leitos, recentemente convertidos para UTI para enfrentar a epidemia de coronavirus. Manaus foi uma das cidades onde o sistema de saúde entrou em colapso devido a pandemia.
A OPY está planejando expandir o número de leitos de ambos hospitais, esperando um crescimento da demanda pelos serviços de saúde públicos.
Os hospitais são os primeiros investimentos do fundo de 250 milhões de dólares focado em América Latina captado pelo IG4 em março, principalmente com investidores europeus.
Os dois hospitais juntos terão uma receita anual de 220 milhões de reais e margem Ebitda de cerca de 50%, segundo as fontes.
O modelo de investimento da OPY Health segue exemplos do Reino Unido e Canadá, onde empresas privadas são donas e administram hospitais que prestam serviços ao sistema público. A OPY será dona dos prédios dos hospitais, equipamentos médicos e fará todo o serviço administrativo do hospital, desde aquisição de medicamentos a serviços de segurança e lavanderia.
A parte médica continua com uma administração separada, liderada normalmente pelas equipes de cada hospital. No Reino Unido, as maiores empresas donas de infraestrutura hospitalar são listadas em bolsa, como a Primary Health Properties Plc.
É uma estratégia diferente de outros investidores estrangeiros no setor de saúde, como Carlyle e GIC, que investiram na Rede D''Or, de hospitais que atendem mais a clientes de renda média e alta, que têm seguros privados de saúde.

Rivaldo Leite participa de sabatina do programa CQCS Mesa Redonda

O presidente do Sindseg SP, Rivaldo Leite, participou na última quinta-feira (28), da edição do programa CQCS Mesa Redonda, da TV CQCS, do Centro de Qualificação do Corretor de Seguros.

Rivaldo falou sobre os desafios enfrentados pelo setor durante a pandemia do novo coronavírus e como as empresas estão unidas para desenvolver produtos que atendam às necessidades da população neste momento e no pós-pandemia.

Participaram da live importantes jornalistas do mercado de seguros como: Denise Bueno, fundadora do Sonho Seguro, Kelly Lubiato, diretora da Revista Apólice, Júlia Senna Carvalho, editora-chefe do JRS, Jorge Clapp, Jornalista do CQCS, Paulo Kato, editor-executivo da Revista Cobertura e Sérgio Carvalho, Editor do Jornal Nacional de Seguros.

Confira aqui o programa na íntegra:

Golpes para receber dinheiro do seguro de veículos crescem 117%

O R7 destaca que a Polícia Civil de São Paulo desvendou um golpe dos desmanches de carros de luxo contra as seguradoras. Na fraude, o dono simula o roubo do próprio veículo para receber o preço da tabela pago pela companhia. Desse total, 5% é repassado aos criminosos, quase sempre donos de desmanches clandestinos.

No Brasil, nos últimos quatro anos, mais de um milhão de veículos foram roubados no país, uma média de um carro por minuto. De acordo com a seguradora Ituran, as fraudes envolvendo os próprios donos dos veículos mais que dobraram em maio desse ano, com um aumento de 117% em relação ao mesmo período do ano passado. A projeção da empresa é de que até o fim de 2020 serão R$ 272 milhões pagos nesses golpes.

O seguro vai ficar mais caro para o consumidor. Obviamente, quem vai pagar é o consumidor, o honesto vai pagar, diz Rodrigo Boutti, gerente de operações da seguradora.

Uma das vítimas disse ao Jornal da Record como foi a abordagem do golpista quando tentava vender seu carro usado:

Ele falou: então, dá para a gente fazer assim. Eu te pago uns R$ 2 mil no seu veículo, você me dá ele. Daqui uns dois dias você liga no seu seguro, no seu rastreador e informa que você teve o veículo furtado e nisso você dá o golpe no seu seguro.

A polícia descobriu há dez dias um desmanche de carros em um galpão subterrâneo Avenida do Cursino, no Jardim Colina, na zona sul da cidade.

Os carros, que custam mais de R$ 300 mil, eram desmontados em poucas horas e as peças revendidas mais baratas no mercado paralelo.

O delegado Osvaldo Nico Gonçalves destaca que o consumidor deve ter cuidado. O que a gente alerta sempre: não procurar essas pessoas que vende peças com origem suspeita, diz Nico.

Para tentar combater as fraudes, tecnologia de ponta e até inteligência artificial, as empresas que prestam serviços, que trabalham com as seguradoras têm algoritmos para identificar uma mudança de comportamento.

O ladrão quando ele está furtando um carro, o carro se comporta de uma maneira em que o nosso sistema entende e inclusive avisa os nossos operadores para checar a informação, diz Boutti.

Se o dono do carro insistir na fraude e a prova for confirmada, se ele declarar que ele fraudou, ele está cometendo dois crimes. Primeiro o artigo 171 que é estelionato e o segundo é a comunicação de falso crime. Os dois somados dão mais de 5 anos de reclusão.

REVISTA INSURANCE CORP

Acesse a versão virtual da edição 29 da revista: https://www.dropbox.com/s/ebr9cbomotpjzz8/IC%20ed29%20%28baixa%29.pdf?dl=0

EVENTO: FETRANSPORTE BRASIL CONFERENCE 2020

Não fique de fora, garanta agora a sua vaga no primeiro evento online sobre seguro de transporte de cargas do brasil, da Fetransporte Brasil Assessoria de Seguros com parceria da Guep.

O evento online vai acontecer nos dias 2, 3 e 4 de junho, com mais de 20h de conteúdo sobre o mercado de seguros de transportes de cargas e logística.

Evento online, 100% gratuito para ajudar você e o seu negócio a prosperar ainda mais. Vamos juntos aprender, criar estratégias e se conhecer!

Serão 3 dias de conteúdo das 9 às 18h com a participação de 35 grandes nomes do mercado segurador.

Acesse o link e antecipe sua inscrição: https://conference.fetransportebrasil.com.br/inscricao/?utm_campaign=convite_2_fetransporte_brasil_conference_2020&utm_medium=email&utm_source=RD+Station   

WEBINAR: SEGURANÇA EXPONENCIAL

O novo perfil do Profissional de Segurança

Dia: 28.05.2020 / Live às 10h30

Inscreva-se: https://event.webinarjam.com/register/7/w8or4fv  

Curso On Line: Transformação Digital Em Gestão De Riscos

Breve teremos novidades: www.portaldagestaoderiscos.com

 

Maiores informações com: Ana Sanchez Panico e-mail: anasanchezpanico@goconnecting.com.br / Fone: (19) 99739.2228