Saiba como atua o gerente de riscos, profissional estratégico para as companhias

22, Jul. 2020

Saiba como atua o gerente de riscos, profissional estratégico para as companhias

No Brasil, 90% dos executivos não estavam preparados para lidar com a crise atual, isso mostra a importância do gerente de riscos.

Por Monique Lima / Revista Você S.A.

Para Anderson Abreu dos Santos, gerente geral de segurança empresarial e risco da VLI: o momento é oportuno para a carreira.

Antes de 2020, cogitar uma pandemia tão drástica quanto a da covid-19 só seria admissível em filmes apocalípticos. Prova disso é o resultado da pesquisa do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), que mostrou que 90% dos executivos de 205 companhias nacionais não estavam preparados para lidar com crises desse porte, e nem as próprias empresas estavam prontas.

O levantamento revelou que apenas 28% das organizações tinham um plano estruturado de gerenciamento de crise. Essa é uma situação realmente inesperada, mas o que se vê é que, como poucos empresários tinham preparação para lidar com tamanho revés, a grande maioria descobriu somente agora a importância da área de risco, diz Ana Carolina Jacob Manzoli, professora na FGV-Eaesp.

O profissional responsável pela mensuração de riscos e identificação de possíveis cenários danosos para a organização ou para o mercado em que ela atua é o gerente de riscos, uma função que não é nova, mas foi ressignificada. Nos últimos anos temos visto como a vulnerabilidade das empresas aumentou. São casos de vazamento de dados, marcas sujeitas aos tribunais das redes sociais, pressões socioambientais, todos fatores que afetam financeiramente as companhias e que cabem ao gerente de risco avaliar, diz Rafael Souto, fundador e CEO da Produtive, consultoria de planejamento e transição de carreira.

A área de riscos é comumente trilhada por profissionais de administração, engenharia financeira e ciências contábeis, como é o caso de Anderson Abreu dos Santos, de 44 anos, gerente geral de segurança empresarial e risco da VLI, empresa de logística de ferrovias, portos e terminais. As oportunidades estão aí, o mercado está aberto para contratações, e a sociedade começou a exigir das empresas esse controle de riscos, diz Anderson, que atua há 20 anos na área.

Rafael Souto dá a dica: A estratégia é estudar os temas e as normativas legais. É uma profissão que exige muito conhecimento técnico. Na equipe de Anderson, por exemplo, se destacam aqueles que possuem habilidades como planejamento, visão do todo e boa comunicação. O contato com a alta direção é constante, assim como com todas as áreas da empresa. Saber se posicionar é fundamental, explica.

Empresas querem indenização por paralisações na pandemia

Impasse sobre cobertura de lucros cessantes pelas seguradoras tem levado a judicialização do tema.

Fonte: Valor Econômico

A pandemia de covid-19 estabeleceu uma verdadeira queda de braço entre seguradoras e empresários sobre o pagamento dos chamados lucros cessantes indenização em caso de paralisação da atividade, a ponto de os próprios governos cogitarem criar esse tipo de apólice. Esse impasse tem levado a uma judicialização, principalmente nos Estados Unidos e na Europa. No Brasil, os primeiros sinais dessa disputa começam a aparecer e a expectativa é que alcance os tribunais nos próximos meses, traz o Valor.

Temos respondido dezenas de consultas do mercado com questões para ingressar com medidas para ter o pagamento de indenização de lucros cessantes, diz o advogado Cassio Gama Amaral, especialista em seguros do escritório Mattos Filho. Essa judicialização em massa pode demorar alguns meses para aparecer, mas setembro deve ser um ponto de virada de contencioso.

WEBINAR AXA & XL CONSULTING

Tema: Desafios da Logística Portuária - Novas Dinâmicas dos Riscos e Seguros

Data: 28 de Julho de 2020 / Horário: Das 17h às 18:30h

Sumário:

No atual contexto da globalização e das trocas comerciais a nível mundial, associado ao fenômeno da terceirização de serviços e ao acréscimo significativo de entidades que atuam no setor portuário, a AXAXL acredita que é hora de elevarmos nosso conhecimento. Convidamos nosso parceiro Alfredo Chaia, da empresa Risk Veritas, juntamente com a subscritora de riscos de Responsabilidade Civil Portuária Cintia Takahashi, para falar sobre a evolução dos modelos de prestação de serviços portuários que, somados às novas tecnologias, levam a um aumento da complexidade das tarefas a serem executadas, assim como novos riscos e desafios para a análise do seguro.

Neste webinar, Cintia e Alfredo apresentarão as diferentes exposições associadas às instalações portuárias, e referências para identificar e avaliar os riscos, além de dicas importantes e valiosas sobre gestão dos riscos e seguros.

Alguns assuntos que serão abordados:

Evolução dos modelos portuários e suas consequências nas prestações de serviços;

Sistema portuário brasileiro e responsabilidades inerentes as atividades desenvolvidas;

Mudanças no Ambiente de Negócios;

Evolução da Matriz de Transporte de Cargas do Brasil;

Infraestrutura Logística Brasileira: Cabotagem;

Gerenciamento do Risco: Como Fator Crítico.

Sobre os palestrantes:

Alfredo Chaia / Managing Director da International Risk Veritas

Oficial de Marinha (Eng Mecânica). MBA Gestão Empresarial (USP). International Business na Columbia University (NY, USA). International Risk Manager, ALARYS (USA). HPR (Highly Protected Risk), pela Clemson University (USA). Auditor certificado TAPA (USA).

Especialista em Gestão de Riscos Empresariais (ERM). Ex-Superintendente da AIG Seguros. Ex-Diretor-Executivo da AIG Consultoria e Serviços. Atualmente, Executivo Titular da International Risk Veritas Consultoria. Nos últimos 20 anos liderou desenvolvimento e implantação de projetos de Gestão de Riscos para grandes corporações nacionais e internacionais.

Sócio fundador e atual VP do Clube Internacional de Seguros de Transportes, Membro Catedrático na Academia Nacional de Seguros e Previdência, Membro do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Gerenciamento de Riscos, coautor do livro Análise de Risco Parametrizada / Manual Prático de Gestão de Riscos e Seguros, e diversos artigos sobre Gestão de Riscos Empresarial.

Cintia Takahashi / Marine Liabilities & Port Insurance Underwriter / AXA XL, uma divisão do Grupo AXA

Graduada em Administração com habilitação em Comércio Exterior pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Especialista em subscrição de riscos relacionados a responsabilidade civil de marine, portos e terminais e resseguros, com cursos de especialização no Brasil e no exterior e mais de 10 anos de experiência no mercado, tendo trabalhado desde 2009 em empresas multinacionais nas áreas de navegação e logística, comércio exterior e seguros.

Membro da subcomissão de Operadores Portuários da Federação Nacional de Seguros Gerais.

Para se inscrever: CLIQUE AQUI.

A Interação dinâmica entre Veículos Elétricos e Infraestrutura de Carregamento

Nivalde de Castro / Professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador do GESEL, Grupo de Estudos do Setor Elétrico.

Mauricio Moszkowicz, Pesquisador sênior e coordenador dos projetos de mobilidade elétrica do GESEL

André Alves, Pesquisador do GESEL-UFRJ e doutorando de economia da UFF.

A mobilidade elétrica urbana é um segmento com um cenário consistente de grandes transformações tecnológicas, em função da aceleração do processo de difusão dos veículos elétricos. Avalia-se que este cenário ficou mais determinado em decorrência dos desdobramentos pós pandemia.

Este juízo deve-se à necessidade de as economias mais desenvolvidas assumirem políticas públicas que favoreçam e estimulem investimentos para a retomada econômica e do nível de emprego. Neste contexto, a mobilidade elétrica, lato senso, está recebendo prioridade por ser uma tecnologia disruptiva, com impactos positivos e construtivos nas cadeias produtivas da indústria automobilística, do setor elétrico e nos atuais hábitos da população.

Para viabilizar este novo mundo da mobilidade elétrica, há um importante requisito: investimentos no desenvolvimento e na construção de uma infraestrutura de carregamento de veículos. Diferentes ações são necessárias para a consolidação de uma nova infraestrutura, merecendo destaque a estruturação de um arcabouço regulatório capaz de dar viabilidade econômica para modelos de negócios desenhados e capazes de estimular este novo segmento do mercado da mobilidade elétrica.

No front da indústria automobilística, o mercado de veículos elétricos vem crescendo de forma expressiva. De acordo com dados publicados pela International Energy Agency (IEA), no Global EV Outlook 2020, o estoque global da difusão de carros elétricos vem se expandindo numa taxa elevada, alcançando em 2019, somente no segmento de transporte de passageiros, a marca de 7,2 milhões de unidades, representando um aumento de 40% em relação a 2018.

Quase metade destas unidades estão na China, 25% na Europa e 20% nos EUA. Os veículos elétricos dependem de uma rede de infraestrutura que permita a recarga das baterias dos veículos. O panorama mundial neste item revela que existem instalados 7,3 milhões de carregadores, com um crescimento de 40% em relação à 2018. Deste total 6,5 milhões são de uso privado e o restante de uso público. Estes números de veículos elétricos e de postos de carregamento refletem principalmente políticas de incentivo que vêm sendo adotadas e praticadas notadamente nas economias mais desenvolvidas, contribuindo para avançar a curva de redução dos custos envolvidos pelos ganhos de escala.

No Brasil, como é de se esperar pelas dificuldades econômicas que o país enfrenta desde 2015, este processo vem ocorrendo de forma mais lenta. De acordo com a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), em fins de dezembro de 2019, estimavam-se 16 mil veículos elétricos e somente cerca de 500 postos de carregamento oficialmente reconhecidos. O baixo grau de desenvolvimento da infraestrutura de carregamento se configura, por um lado, como um entrave para a difusão dos veículos elétricos.

Por outro lado, é uma promissora oportunidade de novos negócios. Destaca-se, porém, que o desenvolvimento da infraestrutura de carregamento depende da criação de um ambiente de negócios que favoreça a tomada de decisão de investimentos por parte dos agentes privados interessados. Neste sentido, são necessários estudos e pesquisas que forneçam um ferramental analítico para a simulação de cenários de múltiplas variáveis, a delimitação de inovações regulatórias e a determinação de uma consistência mínima na evolução da estrutura de custos envolvidos, além auxiliar em questões relacionadas aos mecanismos e condições de linhas específicas de financiamento para suportar os investimentos em infraestrutura de recarga.

Os estudos de mercado ganham mais relevância ao considerar as especificidades dos eletropostos, dentre as quais, destacam-se os diferentes modelos de recarga existentes, suas tendências tecnológicas e o direcionamento de sua padronização. Além disso, estudos e análises irão auxiliar na definição da estrutura tarifária a ser adotada, vinculada e dependente do modelo regulatório, e no estímulo à mudança de hábitos dos consumidores. Destaca-se que as informações relativas a este conjunto de aspectos são fundamentais para a análise da viabilidade econômica dos novos investimentos.

Outra importante linha de estudos deve centrar-se nos impactos da difusão dos veículos elétricos e dos eletropostos na rede elétrica. Sobre este aspecto, devem ser abordadas questões relacionadas, por exemplo, ao dinamismo do processo de recarga dos veículos elétricos e seus impactos na operação do sistema elétrico e, também, ao seu papel nos mecanismos de gerenciamento da demanda. Em suma, há uma relação entre os veículos elétricos e a ampliação da rede de carregamento, criando um processo dinâmica e positiva de feedback que vai garantir a evolução e difusão crescente da mobilidade elétrica, numa lógica bem simples: quantos mais VE há necessidade de mais postos de carregamentos. E quanto mais a rede de carregamento cresce, haverá mais estímulos para mais VE, criando um círculo virtuoso. Assim, é uma questão de tempo e de um bom marco regulatório.

Fonte: Artigo publicado pelo serviço de informação Broadcast Energia da Agência Estado de São Paulo

CHINA ACELERA DESENVOLVIMENTO DE NAVIOS INTELIGENTES

Segundo o comunicado, serão desenvolvidos conjuntamente planos de navios inteligentes e tecnologias que não agridem o meio ambiente, incluindo navios de gás natural liquefeito (GNL) e novos sistemas de navegação por satélite, embarcações prontas para uso polar e outros equipamentos marítimos sofisticados.

As duas partes também disseram que sua cooperação fortalecerá ainda mais o compartilhamento de informações do mercado global de construção naval e promoverá o desenvolvimento estável e saudável da fabricação de equipamentos marítimos.

A indústria global de construção naval foi severamente afetada pela pandemia do COVID-19 e os pedidos em todo o mundo caíram 50%.

No entanto, a CSSC informou que está com um desempenho melhor do que o esperado e registrou um aumento de pedidos de 34,2%, elevando sua participação de mercado para 30,4%.

Os navios aumentaram de tamanho rapidamente nos últimos dez anos, já que as transportadoras buscam maximizar seus recursos e transportar o máximo de carga possível para atender à crescente demanda global. Isso significou mais mega-navios nos oceanos do mundo, cujas maiores frotas podem transportar até 24 mil TEUs.

Embora isso permita que as transportadoras cheguem a novos mercados e movimentem mais carga, causou uma tensão nos terminais de contêineres, pois eles vêem o tráfego de embarcações cair, mas ao mesmo tempo precisam lidar com mais carga, o que significa que o equipamento deve ser atualizado.

Fonte: Revista Portos e Navios

EXPORTAÇÃO DE MINÉRIO DE FERRO DO BRASIL CAMINHA PARA NOVO AUMENTO MENSAL EM JULHO

O ritmo de exportações de minério de ferro do Brasil apresentou aumento no acumulado do mês até a terceira semana de julho, na comparação com a média diária de embarques do mesmo mês do ano passado, colocando o país no caminho para ter crescimento nos despachos da commodity pelo terceiro mês consecutivo.

Até o dia 17 de junho, o Brasil havia embarcado 20,6 milhões de toneladas de minério de ferro, com uma média por dia útil de 1,58 milhão de toneladas, versus 1,49 milhão em julho do ano passado, quando o país fechou o mês com embarques de 34,2 milhões de toneladas.

Se a média diária da primeira metade do mês se mantiver nesta e na próxima semana, muito provavelmente o Brasil superaria julho de 2019 e também as exportações de junho deste ano, quando o embarque de minério de ferro atingiu cerca de 30 milhões de toneladas, marcando o maior nível do ano.

O preço médio do minério de ferro no porto, de acordo dados do governo, ainda está mais baixo na comparação com o mesmo período do ano passado, mas vem reagindo.

No acumulado de julho, o produto exportado foi cotado a 68 dólares por tonelada, ante 62,7 dólares em junho, segundo dados do governo. Isso acontece em meio a ganhos nas cotações do minério de ferro na China, em meio a uma forte demanda das siderúrgicas do maior importador global e menor oferta do Brasil.

A commodity na China terminou a semana passada a mais de 110 dólares, no mercado físico.

Neste início de semana, os contratos futuros refletiram um aumento nos estoques nos portos do país asiático e foram pressionados.

Em teleconferência no início do mês, o CFO da Vale , Luciano Siani, disse que os preços internacionais do minério de ferro tendem a recuar no segundo semestre, à medida que a gigante mineradora pretende retomar parte de seu potencial produtivo.

Após um primeiro trimestre fraco, no qual a companhia teve de reduzir seu guidance para 310-330 milhões de toneladas em 2020, em meio a atrasos na retomada de produção de minas paradas após Brumadinho (MG) e impactos do coronavírus, o executivo sinalizou que a empresa estará em posição de ofertar maior volume no segundo semestre.

O Brasil fechou o primeiro semestre deste ano com cerca de 145 milhões de toneladas de minério de ferro exportadas, ante 162,5 milhões de toneladas embarcadas em igual período de 2019, segundo números do governo.

A Vale deverá divulgar nesta segunda-feira, após o fechamento do mercado, as informações sobre a produção nos segundo trimestre.

Fonte: Reuters

Mitsui Sumitomo prevê crescimento no segmento de transporte em 2020

Fonte: Sonho Seguro

Apesar da queda do volume de transporte de mercadorias a partir de março, período da pandemia Covid-19, a Mitsui Sumitomo Seguros registrou crescimento nas vendas de seguro transporte no primeiro semestre do ano. Segundo os últimos dados disponíveis da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o mercado de seguros de transporte movimentou prêmios de R$ 1,39 bilhão de janeiro a maio deste ano, queda de 6,5% em relação ao mesmo período do ano passado. A Mitsui Sumitomo registrou um recuo menor comparado a média do mercado, de 3,9% até maio.

Agimos rápido no apoio aos corretores e segurados, bem como buscamos parceria com novos profissionais de venda. Prevíamos avanço superior a 20% antes da pandemia. Refizemos as contas em março, e o resultado mostrava uma queda de 10% para 2020, período que ainda ninguém sabia qual a extensão da crise. Com o resultado obtido no primeiro semestre, com parcerias com novos corretores, revisamos nossa meta. Agora com a retomada das atividades da economia buscamos crescimento de 10% neste ano na carteira, comparado aos R$ 56.5 milhões de 2019, contou Ricardo Henrique Beyer, superintendente de transportes da Mitsui Sumitomo, ao blog Sonho Seguro.

Segundo o executivo, dois fatores são primordiais para o bom desempenho da empresa em transporte: atendimento personalizado aos corretores e nichos de atuação. A nossa parceria com os corretores tem como base a premissa de que a companhia é um só, ou seja, área técnica e comercial estão unidas para trazer bons resultados para todos e longevidade na parceria. Também atuamos em segmentos que não sofreram tanto com as restrições de circulação, como alimentação, higiene e limpeza e agronegócios, que juntas representam 50% da nossa produção em transporte. Esses segmentos não foram tão afetados como os ligados a veículos, por exemplo, citou.

Sérgio Caron, da corretora Marsh, confirma que a parceria em momentos de sinistros determina o relacionamento de longo prazo com a seguradora. Testemunhar a agilidade da equipe da seguradora Mitsui Sumitomo é um conforto que tem nos acompanhado desde março deste ano, quando a crise se intensificou. A Authority para solucionar impasses é outro ponto chave. Capacidade para solução dos desvios, dos problemas também são pontos fortes considerados por nós. A pandemia foi de alcance global e, neste sentido, um grande sucesso das parcerias passa pela nossa razão de ser: de servir, muito bem, juntos, nossos clientes finais. Atender, com primazia, nossa carteira de clientes é o grande fator para tornar sólida nossa parceria. Aportarmos o que há de melhor em nossas empresas, em prol do sucesso dos clientes, disse.

O corretor citou um case interessante. Em transportes, não é raro nos depararmos com sinistros complexos ou que tragam elementos com mais de uma interpretação possível. No caso pontual, envolvendo uma importação de máquina, tivemos falhas de um terceiro, em uma das etapas críticas do transporte. Com alguns minutos de conversa, Ricardo Beyer trouxe uma contraproposta muito interessante, que foi prontamente aceita pelo nosso cliente, permitindo visibilidade do fluxo de caixa do nosso segurado, contou Caron. O Transporte costuma não esperar: neste sentido, agilidade para se preparar documentos, certificados, cartas, declarações, endossos e similares tem grande valia. A Mitsui Sumitomo tem apoiado nossos clientes, neste sentido. É querer fazer a diferença no momento que mais importa. Temos tido uma experiência bastante positiva e isto faz solidificar a parceria que temos, afirmou.

A expectativa é de que o segmento de transporte seja afetado negativamente neste ano, pois está diretamente conectado com o PIB da economia. Depois das perdas com a greve dos caminhoneiros em 2018, a grande dúvida em 2019 era sobre o desempenho das importações e exportações de insumos da China, diante das brigas entre EUA e China. Mas a pandemia veio e atingiu todos os países e quase todos os segmentos da economia, comenta.

Entre os desafios para que o setor de seguro transporte cresça, Bayer cita a necessidade de se desenvolver mais a cultura de seguro no Brasil. Mostrar ao empresário as vantagens deum amplo e abrangente programa de seguros aliando técnicas de gerenciamento de risco contribuindo para a mitigação de perdas e proteção financeira, preservando o ativo dos grupos empresariais, ressaltou.

Ex-Qualicorp é preso em operação da PF que investiga o tucano José Serra

Fonte: Sonho Seguro

O empresário José Seripieri Jr, preso na Operação Paralelo 23, foi preso hoje numa operação da PF (Polícia Federal) e do MPE (Ministério Público Eleitoral) que investiga a campanha eleitoral do senador José Serra (PSDB) em 2014. As investigações apuram suspeitas de caixa dois, com doações irregulares para ocultar a origem ilícita. O esquema teria envolvido R$ 5 milhões, movimentados pela simulação de operações financeiras. A prisão temporária tem duração de cinco dias, mas pode ser prorrogada.

A Qualicorp é a maior administradora brasileira de planos de saúde coletivos por adesão e outros benefícios para grupos de afinidade, definidos em função da profissão ou área de atuação, em parceria com entidades de classe. José Seripieri Junior fundou a Qualicorp e esteve à frente da companhia por quase 20 anos, na presidência executiva ou no comando do conselho, quando deixou o grupo em novembro de 2019. Há um ano, Junior vendeu metade de sua participação, de 20%, para a Rede D?Or.

Por meio de nota, Serra disse que causa estranheza e indignação a ação deflagrada hoje. Em meio à pandemia da covid-19, em uma ação completamente desarrazoada, a operação realizou busca e apreensão com base em fatos antigos e prescritos e após denúncia já feita, o que comprova falta de urgência e de lastro probatório da acusação, declarou.

CIST realizará webinar sobre os desafios e o cenários para o pós-pandemia na operação logística

O Clube Internacional de Seguros de Transportes (CIST) vai realizar seu já tradicional webinar no próximo dia 23 de julho, às 16 horas. O encontro deste mês, online e gratuito, terá como tema Operação logística: os desafios e os cenários para o pós-pandemia.

O palestrante será Cesar Meireles, diretor do Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da Fiesp; vice-presidente da Associação Latino-americana de Logística (ALALOG); e diretor Presidente da Associação Brasileira de Operadores Logísticos.

Mestre em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Meireles tem 24 anos de experiência como executivo nas áreas operacional e novos negócios de operadores logísticos e portuários, tendo atuado como consultor em diversos projetos logísticos.

Vale lembrar que, por conta das restrições causadas pela pandemia do novo coronavírus, o CIST foi obrigado a transformar seus wokshops presenciais em webinars. Porém, o objetivo continua sendo o desenvolvimento da cultura de gestão de riscos e seguros no Brasil, e a capacitação dos trabalhadores desses segmentos.

O encontro vem sendo realizado em parceria com a Escola Nacional de Seguros (ENS); e possui apoio da Buonny Gerenciamento de Riscos; Grupo FOX; GUEP e Munich Re. As inscrições podem ser feitas diretamente no endereço http://www.cist.org.br/workshop

Demanda por transporte de cargas no Brasil melhora pela 3ª semana

Segundo a pesquisa da NTC&Logística divulgada na última terça-feira (14), a demanda por transporte rodoviário de cargas no Brasil voltou a melhorar, aproximando-se ainda mais dos níveis antes da queda brusca ocorrida no final de março, em razão ao início da quarentena para o combate do coronavírus.

A pesquisa apontou que a 2ª semana de julho (que foi quando ocorreu a apuração), mais especificamente, do dia 6 à 12, a variação negativa foi de 27,18% em relação aos níveis pré-pandemia da Covid-19. O que significa um avanço de 3,3 pontos percentuais na comparação semanal, e novamente um melhor resultado desde a última semana de março, que antecedeu uma forte queda, com variação negativa de 45,2%.

Assim como a demanda, o percentual de empresas do setor de transporte com queda no faturamento desde o início da pesquisa, felizmente, também diminuiu, atingindo 83%, versus 88% na semana anterior.

No relatório, para cargas fracionadas, que contêm pequenos volumes, houve um avanço de cerca de 2 pontos na comparação semanal, para uma variação negativa de 21,77% frente aos níveis pré-pandemia.

Já para cargas lotação, que ocupam toda a capacidade dos veículos e são utilizadas principalmente nas áreas industriais e agrícolas, a retração chegou a 30,90% na semana, ante 34,34% na semana anterior.

Fonte: NTC&Logística

NÃO PERCAM: CAFÉ COM SEGURO LIVE / Tema: Seguro Paramétrico / Dia 22/07 às 18h / Transmissão pelo canal da ANSP no Youtube: https://lnkd.in/diCNUwa