Tecnologia e inovação para mitigar riscos Corporativos

28, Ago. 2020

Premiação 2020 Insurance Corp Awards

Acontece no próximo dia 2 de setembro, a partir das 18 horas, com transmissão pelo Youtube, a entrega do Prêmio INSURANCE CORP AWARDS.

A premiação, em sua segunda edição, é amparada na pesquisa realizada entre profissionais de seguradoras, resseguradoras, corretores, brokers de resseguro e entidades do segmento.

Categorias avaliadas:

Agilidade na aceitação de riscos

Agilidade na liquidação de sinistros

Consciência ambiental

Contribuição para a diversidade entre pessoas

Inovação de valor

Inovação tecnológica

Melhores critérios de subscrição

Posicionamento estratégico

Suporte comercial

Executivo do Ano

Os participantes da pesquisa foram convidados a avaliar também, segmentos que prestam serviços especializados ou complementares ao setor.

O diferencial da premiação está na forma escolhida para apreciação, formato inédito no segmento. Todos os destaques foram indicados por meio de votos dos pesquisados (anônimos), segundo sua percepção em relação aos serviços oferecidos pela empresa apreciada.

Crescimento da premiação

Esta edição do prêmio, experimentou um crescimento de mais de 150% em número de respondentes da pesquisa e mais de 100% com relação às empresas participantes, diante de realizada em 2019 em São Paulo.

O 2020 Insurance Corp Awards será a primeira premiação no formato online do gênero, dentro da indústria de seguros.

Contamos com sua audiência e prestígio!

ANOTE NA SUA AGENDA: Data: 2 de setembro / Horário: 18 hs

Transmissão pelo canal da Revista Insurance Corp no Youtube. Vamos juntos prestigiar Cristina Weiss Tessari- CPFL Energia, que nesta edição do prémio foi reconhecida pelos seus pares a Gestora de Riscos e Seguros do Ano.

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2. Em seguida, nossos analistas apresentam uma série de templates, modelos de entrevistas de risco, fichas e planilhas utilizadas no dia a dia do setor. O profissional é estimulado a começar a aplicá-los imediatamente em seu negócio.

3. Na etapa final, o profissional passa por um aprofundamento dos conhecimentos adquiridos. Isso acontece através de vídeos de dicas rápidas e por meio da apresentação a um software que agilizará o processo de atualizações futuras dos planos de risco da sua empresa.

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Tecnologia e inovação para mitigar riscos

Fonte: Sonho Seguro

O app Risk Advisor se tornou uma ferramenta extremamente importante, principalmente em situações adversas como a atual, em que o mundo assiste aos desdobramentos do novo coronavírus

Roberto Hernandez, diretor executivo de Seguros Corporativos da Zurich no Brasil, é um otimista nato. Desde o início da pandemia tem se reunido todos os dias, pelo menos uma vez por dia, com corretores e clientes para entender como pode apoiá-los a enfrentar tamanha crise trazida pela pandemia Covid-19 com mais resiliência. Este contato diário é muito importante para nós, pois nos ajuda a incluir em nossas estratégias novas diretrizes necessárias para a mudança de cenário que a pandemia trouxe para todos, comentou ele durante entrevista concedida ao blog Sonho Seguro.

Como todos, a Zurich teve um primeiro semestre diferente, cheia de desafios por conta da pandemia. A boa notícia é que o grupo tem um plano de contingenciamento de crise que trouxe apoio para a implementação de diversas iniciativas para dar suporte aos funcionários, parceiros e clientes. Um dos pontos destacados por Hernandez foi o projeto de conscientização da importância da gestão de riscos. Esse trabalho de conscientização envolveu uma série de ações junto aos corretores locais para entregar às empresas coberturas e serviços adequados após uma avaliação criteriosa dos riscos, cita.

Desde então, a Zurich vem atuando na implementação de novos modelos operacionais baseados na centralização, especialização e otimização dos processos, visando aumentar a excelência técnica de atendimento a clientes. Todas as ações desde então são conduzidas por uma equipe multidisciplinar qualificada e treinada, capaz de oferecer soluções específicas, de acordo com as necessidades dos negócios.

Após a OMS ter declarado que a Covid-19 havia se tornado uma pandemia, a Zurich passou a produzir uma série de estudos e documentos com orientações e um norte para as empresas navegarem no ambiente reconfigurado pelo novo coronavírus, como orientações sobre revisões das apólices de seguros e dos planos de gestão de riscos, dicas para cuidar dos colaboradores e evitar riscos de contaminação, gerenciamento dos riscos das obras paralisadas, bem como estudo estratégico com recomendação de um checklist de 14 itens importantes para reabertura gradual e seguro das indústrias, comércios e empresas de serviços.

O executivo ressalta a funcionalidade incluída no app Risk Advisor para que vistorias e aceitação de riscos fossem feitas de forma remota, em tempo real, em qualquer parte do mundo. O app se tornou uma ferramenta extremamente importante, principalmente em situações adversas como a atual, em que o mundo assiste aos desdobramentos do novo coronavírus, disse.

A vistoria remota foi de grande valia para ajudar clientes atingidos pelo ciclone bomba no dia 30 de junho, agilizando o pagamento de indenizações por meio da ferramenta digital e vistoria mobile que capturou fotos dos veículos, dos imóveis e objetos danificado. A companhia tem desenvolvido serviços orientados a avaliar a exposição das empresas aos riscos climáticos e produzido uma série de relatórios e estudos para auxiliar as pessoas e as empresas a compreenderem a origem destes riscos e se prepararem para minimizar os impactos deles no seu dia a dia.

Uma das preocupações da companhia com seus clientes foi com a vulnerabilidade de ataques de hackers, uma vez que o isolamento social exigido pelo governo para conter o avanço da pandemia levou todos para o trabalho remoto. O home office trouxe uma preocupação maior com os riscos cibernéticos, acrescenta. O grupo organizou várias lives nas quais ressaltou aos corretores e clientes o que o grupo disponibiliza para gestão deste risco. Um dos serviços é a autoavaliação de riscos cibernéticos disponível no aplicativo ajuda a empresa a ter uma análise dos perigos de segurança online que ela pode apresentar, trazendo uma avaliação completa e de simples entendimento, que abrange: identificação de ativos físicos e de software; controles de proteção em torno dos recursos organizacionais; sistemas de detecção de segurança cibernética; processos e procedimentos de planejamento de respostas e de recuperação.

Ainda no tema conscientização sobre a importância da gestão dos riscos, no início do ano, a Zurich também lançou em parceria com o Fórum Econômico Mundial o relatório de Riscos Globais, um importante estudo que traça um panorama dos desafios globais nos próximos 18 meses na visão de grandes lideranças de todas as regiões do mundo, e que ajuda as companhias a compreenderem quais são os seus desafios. O relatório lançado em janeiro deste ano, antes da pandemia, já pontuava a preocupação dos executivos com a possibilidade de uma recessão econômica prolongada na economia global, o aumento no número de falências de grandes empresas e PMEs, e a restrição de pessoas e comércio entre países.

Neste segundo semestre, a missão da Zurich seguirá com foco na conscientização, afirma Hernandez. Na agenda do executivo constam ações para reavaliar os riscos mediante as transformações que marcam o dia a dia dos governos, empresas e indivíduos. Acompanhamos de perto o cenário do Brasil, os passos do governo e as tendências como políticas socialmente responsáveis dos investimentos, que ganharam mais força coma pandemia, para podermos trazer produtos que ajudem os gestores de riscos a minimizar perdas e aproveitar as oportunidades que surgem também desta crise, enumerou.

Nos projetos de infraestrutura que estão na pauta do governo, como energia limpa, saneamento e concessões, Hernandez afirma que o grupo Zurich quer apoiar o desenvolvimento de projetos sustentáveis. A agenda de concessões e o marco do Saneamento Básico demanda diversos tipos de proteção, como seguros patrimonial, engenharia, garantia, D&O, Cyber, entre outros, e assim mitigar o risco para os investidores dos projetos e também para as empresas gestoras, comenta.

No segmento de médias empresas, a Zurich prioriza o desenvolvimento de produtos sob medida para transferências de riscos e para auxiliar as empresas na continuidade dos negócios no mundo pós-pandemia. Outra ação em destaque para o segundo semestre é a criação de um Conselho Assessor com grupo de empresas clientes para melhor conhecer os riscos das empresas e propor soluções que se adequem aos orçamentos e necessidades no novo normal recriado pelo riscos de pandemias.

Os 10 compromissos da Zurich durante a pandemia Covid-19

Zurich está 100% conectada para dar suporte aos nossos parceiros.

Engenheiros 100% ativos / Colaboração remota online em tempo real.

Vistoria remota / Auto Frota.

Aceleramos os processos de Sinistros.

Paralisação Construção / Riscos de Engenharia.

Canal direto com nossos Engenheiros para auxiliar em dúvidas.

Plataformas digitais de cotação e emissão, com propostas simplificadas para os nossos principais produtos, como D&O, o RC Profissional e o Proteção Digital.

Ampliação limites segurados e Proteção de equipamentos portáteis/Patrimonial.

Manter nossos clientes e parceiros atualizados.

Otimismo: de olho na nova normalidade em nosso país, a Zurich continua confiante nas possibilidades que o mercado está trazendo.

Pandemia dificulta controle sobre dados

40% dos computadores conectados de casa não estão seguros.

Fonte: Valor Econômico

A adaptação ao trabalho remoto e a corrida pela transformação digital, por conta da pandemia, criaram um novo grau de dificuldade para que as empresas mantenham seus dados seguros, destaca o Valor Econômico. Isso inclui a adaptação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), aprovada pelo Senado e que aguarda a sanção presidencial para entrar em vigor.

Não devemos nos iludir pensando que tudo fica igual quando o acesso às ?joias da coroa?, antes restrito a 50 funcionários presencialmente, foi aberto a 5 mil pessoas que estão em casa, alerta Gil Shwed, criador do firewall e CEO global da empresa segurança de dados Check Point em entrevista ao Valor.

Comparando com o período em que criou a ?barreira de fogo? que faz o primeiro controle do que entra e sai de uma rede, Shwed vê um cenário muito mais complexo hoje em dia. Naquela época, sofrer um ataque seria chato, mas não interromperia as operações da empresa, lembra o executivo que fundou a Check Point há 27 anos, em seu apartamento, em Tel Aviv. Hoje, uma empresa precisa de 20 ou 30 tecnologias diferentes para estar no nível mínimo de segurança e não se pode fazer nada quando uma rede está sob ataque. É a diferença entre temer um empurrão de jovens brincando na rua, 25 anos atrás, e agora estar sob a mira de jatos militares, compara ele.

Em uma pesquisa recente feita pela empresa, o executivo destaca que 40% dos computadores conectados de casa não estão seguros. Precisamos construir arquiteturas de segurança mais fortes, especialmente de maneira remota, aconselha Shwed, que prega a prevenção para que as empresas evitem uma pandemia de ciberataques.

Para a Check Point, a demanda pela conformidade com a LGPD elevou as vendas no Brasil em 20% desde o fim de 2018. A adequação e a transformação digital apressada devem colaborar com o aumento de 25% nos investimentos das empresas brasileiras em softwares e serviços de segurança em 2020, prevê Francisco Camargo, presidente do conselho da Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes).

Em 2019, segundo dados da consultoria IDC, o Brasil investiu US$ 2,1 bilhões em softwares e serviços de segurança, uma alta de 17,6% sobre 2018. A demanda pela adequação à LGPD deve ser maior entre consultorias jurídica, de tecnologia, e provedores de serviços de segurança, destaca Luciano Ramos, gerente de pesquisa e consultoria na IDC. Camargo nota que as pequenas e médias empresas serão as que mais sofrerão para investir no processo de conformidade. O status de adaptação das grandes companhias, entretanto, não é animador.

Uma pesquisa feita pela IDC com 34 empresas com mais de 500 funcionários, incluindo bancos e operadoras de telecomunicações, mostrou que 36% estavam avançadas nas adequações, 54% tomando algumas medidas e 9% sequer tinham iniciado o processo de conformidade com a LGPD. Muitos provedores de serviços estão ampliando as ofertas para permitir adequação mais rápida às normas, mas ainda há uma boa jornada a percorrer, afirma.

Senado derruba artigo da MP 959/20, LGPD entra em vigor e Executivo reage com edição de decreto que aprova estrutura da ANPD

Daniel Bittencourt Guariento e Ricardo Maffeis Martins

Fonte: Migalhas

Na sessão da última quarta-feira, 26/8/2020, o Senado Federal acatou questão de ordem apresentada pelo senador Eduardo Braga (MDB/AM) e declarou prejudicado o artigo 4o da Medida Provisória 959/20, que pretendia alterar o inciso II do artigo 65 da lei 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados, LGPD) e adiar sua vigência para 31/12/2020, ressalvadas as sanções, que seguem postergadas para 1/8/2021, nos termos do inciso I-A do mesmo artigo 65, incluído pela lei 14.010/2020.

Conforme esclarecido pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM/AP), a Casa já havia deliberado sobre o assunto este ano no âmbito do PL 1.179/2020, transformado justamente na lei 14.010/2020, sendo que o artigo 334, II, do Regimento Interno do Senado estabelece que será considerada prejudicada matéria dependente de deliberação em virtude de seu prejulgamento pelo Plenário em outra deliberação.

Com isso, uma vez sancionada pelo presidente da República a lei de conversão da MP 959/20, sanção está que pode ocorrer em até 15 dias úteis do recebimento do Projeto de Lei de Conversão na Casa Civil, a LGPD entrará em vigor. Nesse meio tempo, nos termos do art. 62, § 12, da Constituição Federal, valem as disposições da MP 959/20.

Superada a celeuma sobre a vigência da LGPD, as preocupações se voltam novamente, agora com rigor ainda maior, para a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), criada pela MP 869/2018, mas que até o momento praticamente não saiu do papel.

A ANPD tem como funções, entre outras, a elaboração de diretrizes para a Política Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, a fiscalização e aplicação das sanções ligadas à LGPD e a edição de regulamentos e procedimentos sobre proteção de dados pessoais e privacidade, configurando-se como peça-chave para que a LGPD tenha efetividade.

Não obstante a LGPD trace as regras gerais acerca da proteção de dados pessoais, diversos pontos são delegados à regulamentação da ANPD, tais como a definição: (i) de formas de publicidade das operações de tratamento de dados (artigo 23, § 1o); (ii) de regras para o uso compartilhado de dados pessoais (artigo 30); (iii) dos organismos de certificação quanto ao cumprimento dos requisitos autorizadores da transferência internacional de dados (artigo 35, § 3o); (iv) das situações que exigiram a elaboração de relatórios de impacto referentes a operações de tratamento de dados (artigo 38); (v) dos padrões de interoperabilidade para fins de portabilidade (artigo 40); (vi) da necessidade de indicação e atribuições do encarregado (artigo 41, § 3o); (vii) de padrões técnicos mínimos para os sistemas de proteção de dados (artigo 46, § 1o); e (viii) de prazos para a comunicação de incidentes de segurança (artigo 48, § 1o), entre tantos outros.

Portanto, a ausência da ANPD, com a LGPD prestes a entrar em vigor, traz enorme insegurança jurídica para a interpretação e aplicação da lei, justamente num momento em que as empresas tentam entender melhor a norma e a ela se adequarem, lembrando que, diferentemente de outros países, como os que integram a Comunidade Europeia, o Brasil não possui legislação anterior específica atinente à proteção de dados pessoais que possa servir de parâmetro para ajudar na adaptação.

A implementação de processos de adequação demanda uma quantidade significativa de tempo e dinheiro, sendo absolutamente temerário exigir das empresas que estejam aderentes à LGPD sem assegurar meios para que saibam exatamente o que e como deve ser feito.

Tome-se como exemplo a obrigação de indicação de um encarregado, que, nos termos do artigo 41, § 3o, da LGPD, pode vir a ser dispensada pela ANPD, conforme a natureza e o porte da entidade ou o volume de operações de tratamento de dados. Vale dizer, uma determinada empresa pode investir na contratação e treinamento de um encarregado e, pouco depois, ver a ANPD liberando-a da obrigação de indicação desse profissional.

Outra situação emblemática é a definição dos sistemas de proteção de dados a serem utilizados. Empresas correm o risco de investir valores significativos na aquisição e implantação de sistemas que podem não preencher os padrões técnicos mínimos que venham a ser exigidos pela ANPD, nos termos do artigo 46, § 1o, da LGPD.

Enfim, poderíamos trazer aqui diversos exemplos de medidas que, em breve, serão potencialmente obrigatórias, mas que suscitam dúvidas quanto à forma ou extensão em que devem ser cumpridas, trazendo insegurança jurídica para a vigência da LGPD.

De outro lado, a ausência da atividade fiscalizatória da ANPD, ainda que, num primeiro momento, se dê a título informativo/didático, tendo em vista o adiamento das sanções para 1/8/2021, dá maior margem à violação das normas de proteção de dados pessoais, colocando em xeque os direitos dos titulares, assegurados pela própria LGPD.

Ciente desse cenário, o executivo federal agiu rapidamente e editou o decreto 10.474/2020, aprovando a estrutura regimental e o quadro demonstrativo dos cargos em comissão e das funções de confiança da ANPD. O decreto entrará em vigor na data de publicação da nomeação do diretor-presidente da ANPD no Diário Oficial da União.

Nos termos da LGPD, o Diretor-Presidente da ANPD, assim como os demais membros do Conselho Diretor, devem ser escolhidos pelo presidente da República e nomeados após a aprovação pelo Senado Federal.

Esperamos que agora o Governo siga promovendo a constituição de fato da ANPD, de modo que este passe a exercer as suas atividades o mais breve possível, garantindo a plena eficácia e aplicabilidade da Lei.

Daniel Bittencourt Guariento é sócio da área contenciosa do Machado Meyer Sendacz e Opice Advogados, especialista em Direito Digital e tecnologia. Membro da Comissão Especial de Tecnologia e Informação da OAB, do Conselho de Tecnologia e Informação do IASP e do Comitê de Direito Digital do Centro de Estudos das Sociedades de Advogados (CESA). Ex-assessor de ministros do STJ, na sessão de Direito Privado.

Ricardo Maffeis Martins é professor de Direito Processual Civil da Escola Paulista do Direito - EPD. Advogado do escritório Opice Blum, Bruno, Abrusio e Vainzof Advogados Associados. Membro do Centro de Estudos Avançados de Processo (Ceapro) e da Comissão de Estudos de Inteligência Artificial do IASP. Ex-assessor de ministros do STJ, onde exerceu também a função de coordenador da Segunda Seção.

PLANO NACIONAL DE ENERGIA

O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou, em 13/07/2020, a Portaria nº 276 que divulga para Consulta Pública a minuta do Relatório do Plano Nacional de Energia 2050 (PNE 2050).

O PNE 2050 tem como objetivo o planejamento de longo prazo do setor energético do país, orientando tendências e balizando as alternativas de expansão desse segmento nas próximas décadas.

O PNE é composto de uma série de estudos que buscam fornecer insumos para a formulação de políticas energéticas segundo uma perspectiva integrada dos recursos disponíveis, concluindo com a proposição de desafios e recomendações por: (i) fontes de energia e tecnologias associadas; (ii) infraestrutura de transporte de energia; (iii) segmentos de consumo.

Dentre os desafios e recomendações indicados no PNE 2050, fazemos os seguintes destaques:

a) A matriz energética brasileira deve estar preparada para ter um grande percentual de geração variável não controlável (eólica e solar);

b) Devem ser intensificados os estudos geração eólica offshore;

c) Devem ser preparadas regras de descomissionamento dos parques eólicos e de usinas fotovoltaicas;

d) Necessidade de criação de arcabouço legal e regulatório que favoreça a viabilização da geração eólica offshore com segurança jurídica;

e) Ampliar a visibilidade do papel dos biocombustíveis em segmentos mais complexo de descarbonizar, promovendo o estímulo em Pesquisa & Desenvolvimento e regulamentação especialmente voltadas às áreas de navegação, aviação e bioplásticos/biomateriais;

f) Avaliar a magnitude de se ampliar o parque termonuclear e de se expandir a vida útil das plantas existentes;

g) Na geração distribuída, considera-se que no longo prazo o modelo de compensação líquida integral com tarifas volumétricas não é sustentável porque oneram os consumidores que não aderiram à geração distribuída. Por essa razão, é necessário estabelecer a transição do modelo atual para um modelo com correta sinalização dos custos associados à expansão da geração distribuída;

h) As concessões municipais para coleta de lixo e transporte coletivo (ônibus) devem prever o potencial econômico do aproveitamento energético dos resíduos;

i) Manter a produção nacional petróleo e gás no patamar dos níveis previstos para 2030;

j) Comercializar os grandes volumes de petróleo brasileiro junto ao mercado mundial;

k) Promover a exploração de petróleo além das 200 milhas náuticas;

l) Desenvolver um mercado líquido de gás natural com diversos agentes;

m) Viabilizar a expansão da infraestrutura de transporte de gás natural;

n) Preparar-se para a substituição, por envelhecimento, do sistema de transmissão de energia elétrica;

o) Aumentar a capacidade de transmissão existente;

p) Avaliar a estratégia de disponibilização de outras fontes alternativas de energia para o setor de transportes, como por exemplo GNL e energia elétrica;

q) Criar mecanismos para acelerar ganhos de eficiência energética nas indústrias e edificações.

As contribuições dos interessados para o aprimoramento do Relatório do PNE 2050 serão recebidas pelo MME pelo prazo de noventa dias contados a partir da data de publicação da Portaria, findando, portanto, em 13/10/2020.

Fonte: Agencia Brasil

Companhia aérea passará a oferecer seguro gratuito

O site Exame informa que a companhia aérea do bilionário britânico Richard Branson, a Virgin Atlantic Airways, passou a oferecer nesta semana um seguro gratuito relacionado ao coronavírus. Os passageiros que viajarem com a companhia até 31 de março de 2021 poderão contar com até 500 mil libras (cerca de 3,6 milhões de reais) para cobrir despesas médicas se contraírem a covid-19 durante a viagem.

O valor da apólice é o mais alto oferecido por qualquer companhia aérea até o momento, sem a exigência de pagamento de adesão, disse a companhia.

O site da Virgin Atlantic afirmou, de acordo com o site, que a cobertura poderá ser aplicada a custos relacionados ao coronavírus, desde despesas médicas até quarentena obrigatória. Na pior das hipóteses, as despesas do funeral do viajante também serão custeadas.

O seguro cobrirá todas as reservas feitas por meio da Virgin Atlantic, mesmo se os voos forem de parceiros como Delta, Air France e KLM. Para ter acesso, no entanto, os bilhetes devem ser comprados exclusivamente no site da Virgin Atlantic.

Fonte: CQCS

Financiamento de veículos pesados cresce 8% em julho / Bom Termômetro

Trazemos mais boas novas para o setor de transporte: o número de contratos de financiamento de veículos pesados cresceu 8% no mês de julho deste ano, em comparação com junho. Neste caso, veículos pesados incluem caminhões, ônibus e implementos rodoviários, tanto novos como usados.

Segundo a B3, responsável pela Bolsa de Valores no Brasil, que assume o Sistema Nacional do Gravame, 24.694 veículos pesados foram adquiridos no mês passado por meio de pagamento a prazo. Já em junho, foram registradas 22.857 operações do tipo.

Comparando com julho de 2019, o resultado ficou estável, com apenas 0,1% de queda. No mesmo mês do ano passado, foram realizados 24.671 contratos de financiamento para a compra de veículos pesados aqui no Brasil.

O aumento das vendas a prazo foi promovido pelo segmento de usados, com crescimento de 10,4%. Em julho, foram 12.632 contratos ante 11.443 em junho. Na comparação com as 12.819 unidades vendidas a prazo em julho de 2019, houve um recuo de 1,5%, segundo dados da B3.

Segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), as vendas de veículos usados estão em alta no Brasil. Levando em consideração todos os outros segmentos, o número de transferências registradas em julho foi 53% maior que o de junho.

E quanto ao financiamento de veículos novos?

O financiamento de veículos pesados novos apresenta crescimento um pouco menor que o segmento de usados. Em julho, o avanço foi de 5,7% ante junho. Falando mais especificamente, 12.062 contratos foram fechados em julho e 11.414 em junho.

Ainda sobre julho, as compras a prazo cresceram 1,8% também na comparação com o mesmo mês de 2019. Segundo a B3, em julho do ano passado, 11.852 veículos pesados novos foram adquiridos no Brasil por meio de financiamento.

Fonte: Estradão

Taxa de desemprego sobe para 13,3% no segundo trimestre, aponta IBGE

A taxa de desocupação cresceu em 11 unidades da federação do 1º para o 2º trimestre de 2020

Fonte: InfoMoney

A taxa de desocupação do país no 2º trimestre de 2020 foi de 13,3%, aumento de 1,1 ponto percentual em relação ao 1º trimestre de 2020 (12,2%). Na comparação com o mesmo trimestre de 2019 (12,0%), houve acréscimo de 1,3 ponto, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),

As maiores taxas ocorreram na Bahia (19,9%), Sergipe (19,8%) e Alagoas (17,8%) e as menores em Santa Catarina (6,9%), Pará (9,1%) e Rio Grande do Sul (9,4%).

A taxa de desocupação cresceu em 11 unidades da federação do 1º para o 2º trimestre de 2020, com destaque para o Sergipe (4,3 pontos percentuais), Mato Grosso do Sul, (3,7 p.p.) e Rondônia (2,3 p.p.). As únicas quedas foram no Pará (-1,6 p.p.) e no Amapá (-5,8 p.p.).

No 2º trimestre de 2020, a taxa de desocupação foi 12,0% para os homens e 14,9% para as mulheres. Para brancos (10,4%) a taxa ficou abaixo da média nacional, mas para pretos (17,8%) e pardos (15,4%) ficou acima. Os grupos etários de 14 a 17 (42,8%) e de 18 a 24 anos (29,7%) continuaram com as maiores taxas.

A taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a força de trabalho ampliada) foi de 29,1%. O Piauí (47,8%), tinha a taxa mais alta, seguido por Alagoas (46,4%), Maranhão (45,8%) e Sergipe (45,1%), todas acima de 45%. Já as menores taxas foram em Santa Catarina (13,8%), Paraná (19,3%) e Mato Grosso (19,8%).

O número de desalentados foi de 5,6 milhões de pessoas, com alta de 19,1% em relação ao trimestre anterior. O maior contingente estava na Bahia (849 mil).

O percentual de pessoas desalentadas (em relação à população na força de trabalho ou desalentada) no 2º tri de 2020 foi de 5,6%, aumento de 1,2 p.p. na comparação com o 1º tri de 2020. Maranhão (21,6%) e Alagoas (20,7%) tinham os maiores percentuais e Santa Catarina (1,4%) e Distrito Federal (1,2%), os menores.

O percentual de empregados com carteira de trabalho assinada era de 77,7% do total de empregados no setor privado do país. Os menores índices eram no Maranhão (53,7%), Piauí (58,1%) e Pará (60,2%) e os maiores em Santa Catarina (90,5%), Paraná (83,2%) e São Paulo (83,2%).

O percentual da população ocupada do país trabalhando por conta própria era de 26%. As unidades da federação com os maiores percentuais foram Amapá (36,7%), Paraíba (34,2%) e Pará (32,9%) e os menores estavam no Distrito Federal (19,1%), São Paulo (22,3%) e Santa Catarina (23,6%).

A taxa de informalidade para o Brasil ficou em 36,9% da população ocupada. Entre as unidades da federação, as maiores taxas foram do Pará (56,4%) e Maranhão (55,6%) e Amazonas (55,0%) e as menores em Santa Catarina (25,8%), Distrito Federal (26,0%) e São Paulo (28,6%).

Evento virtual debate conexões entre corretores de seguros e mercado

Programação completa do CCS-RJ Connection 2020.

Fonte: Monitor Mercantil

O esforço do Clube em proporcionar as melhores oportunidades para os corretores de seguros, bem como a capacidade técnica de sua equipe que, em função da pandemia, transformou o evento presencial em digital, gratuito e rapidamente com a mesma qualidade, destaca o presidente do Clube de Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ), Fabio Izoton, ao anunciar a programação completa do CCS-RJ Connection 2020.

O evento virtual do CCS-RJ e da Educa Seguros, que já está disponível no site, será realizado nos dias 1 e 2 de setembro, das 14h às 21h, com palestras, painéis, entrevistas e conteúdos surpresa.

No primeiro dia, a abertura será feita pelo fundador da Educa Seguros, Anderson Ojope; e pela diretoria do CCS-RJ, composta pelo presidente, Fabio Izoton, e pelos diretores Sonia Marra e Luiz Mario Rutowitsch, que falarão sobre a importância de corretores de seguros se conectarem a todos os demais players do mercado e se desenvolverem profissionalmente.

Nas palestras, serão abordados os efeitos da mudança de hábitos observada na realidade atual do país e do mundo, tanto no que diz respeito ao novo consumidor, como também dentro das corretoras, e como isso pode transformar resultados. Para abordar o cenário marco do setor, haverá uma entrevista exclusiva com o presidente da CNseg, Marcio Coriolano.

Além disso, os CEOs das grandes seguradoras Mapfre, Luis Gutiérrez Mateo; Porto Seguro, Roberto Santos; e Bradesco Seguros, Vinicius Albernaz; participam do painel A nova realidade do mercado de Seguros na visão das Seguradoras.

Já no segundo dia, o painel principal será sobre esse mesmo tema, mas sob o ponto de vista dos corretores de seguros, tendo como debatedores os líderes da Fenacor, Armando Vergilio; do Ibracor, Joaquim Mendanha de Ataídes; do Sincor-SP, Alexandre Camillo; e do CQCS, Gustavo Doria. A tarde ainda contará com palestras sobre os aspectos tributários de uma gestão estratégica, vendas e entrevista com o CEO da FIDUC, Pedro Guimarães, trazendo uma nova perspectiva sobre o mercado de investimentos.

Anunciado no início do ano, o CCS-RJ Connection 2020 foi reformulado para o formato 100% online e gratuito. Além de garantir maior alcance, a mudança foi a chance para inovar ainda mais. O novo formato idealizado pelos organizadores do evento promete surpreender os participantes, aproveitando a experiência de um encontro presencial com as vantagens do virtual.

Os diretores do CCS-RJ, Sonia Marra e Luiz Mario Rutowitsh destacam que o evento é uma oportunidade para os corretores de seguros se conectarem aos players do mercado e se desenvolverem profissionalmente. Teremos representantes de grandes seguradoras e de importantes entidades do mercado para que os corretores se mantenham atualizados com as melhores práticas no novo cenário de desafios e de oportunidades.

A programação completa está no site: https://connection.ccsrj.com.br/ . As inscrições podem ser realizadas no mesmo endereço.

Três aprendizados da pandemia

A pandemia vem mudando o mundo e, claro, trazendo aprendizados para os negócios!

Desde o início de 2020, o mundo vem enfrentando problemas relacionados a saúde e por consequência financeiros, causados pela Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. A situação foi tão grave que, em março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou o estado da contaminação à pandemia. Com o mundo diferente, nós acabamos aprendendo mais, mesmo em meio à crise.

Negócios

Sua empresa vem enfrentando dificuldades nesse momento de crise? É possível que sim. Assim como a sua empresa, durante as quarentenas estabelecias pelos governantes, muitos negócios precisaram se reinventar: trabalhar de portas fechadas, aderir ao sistema home office, oferecer serviços de entregas, entre outras adaptações.

O consultor de negócios Eli Cintra, da Jump Business School, elencou quais são as três coisas que todos já devem ter aprendido durante a crise. Fique atento!

1. A importância de um bom cadastro

Uma das primeiras coisas que os gestores aprenderam com a pandemia foi a importância de ter um bom cadastro de clientes. Esse cadastro deve ir além de informações como nome, endereço e telefone, abrangendo também as principais características desse cliente como:

Sua frequência de compra;

Como gosta de se relacionar (e-mail, whatsapp, ligação);

Quando deve ou não entrar em contato com o cliente.

Essas informações são fundamentais para que você mantenha o relacionamento com sua base de clientes, mesmo diante desse momento de crise.

2. Equipe de venda qualificada

Outro ponto de destaque, que já foi demonstrado durante a pandemia, é a importância de uma equipe de vendas realmente qualificada. Existe uma diferença entre atender uma venda, oferecendo apenas o que o cliente pede, e realmente ser um vendedor que sabe vender, abordar o cliente, construir interesses e alcançar suas expectativas.

Para que isso aconteça, treinar a equipe de vendas é fundamental. Empresas que não têm uma equipe de vendas bem qualificada estão passando por grandes dificuldades nesse momento.

3. Capacidade de adaptação

Empresas que souberam se adaptar bem à crise e de forma rápida foram as que menos sofreram os impactos da pandemia nos negócios. Em momentos de crise é preciso se reinventar.

É necessário ter uma alta capacidade de adaptação para gerar vendas no mercado seja ele como for.

Outras crises virão

A história da humanidade é marcada por diversas crises que vem e vão. No momento, estamos enfrentando a crise causada pela pandemia do coronavírus. No entanto, quando ela acabar, outras crises virão. Não sabemos quando, nem quais serão os motivos. Mas, o certo é que todo negócio precisa pegar esses três aprendizados para enfrentar as próximas crises que virão.