Governo vai apoiar seguro paramétrico como opção para o produtor rural proteger suas atividades

29, Set. 2020

Governo vai apoiar seguro paramétrico como opção para o produtor rural proteger suas atividades

Com características diferenciadas, esse modelo de seguro rural com subvenção de 20% ao prêmio poderá ser uma alternativa a partir de 2021

Fonte: Canal Rural / Sonho Seguro

Após autorização da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural aprovou a Resolução nº 79, que estabeleceu o percentual de subvenção ao prêmio de 20% para o seguro paramétrico, para qualquer atividade. A medida foi publicada hoje no Diário Oficial da União.

O seguro paramétrico, ou seguro de índice, funciona baseado na definição de parâmetros para a ocorrência de eventos naturais. Caso o índice paramétrico estipulado seja alcançado ou excedido, a cobertura da apólice pode ser acionada. Por exemplo, no caso de chuva excessiva, um dos indicadores é uma precipitação pluviométrica superior a um determinado índice acordado entre o produtor rural e a seguradora. Trata-se, assim, de um modelo diferente do tradicional, que é estabelecido em virtude da ocorrência de um evento climático.

Para o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola, a inclusão desse tipo de seguro no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) representa um avanço importante para o desenvolvimento do seguro rural no país, esse seguro está se consolidando em diversos países e precisamos oferecer mais essa opção para o nosso produtor rural.

A comercialização desse seguro ainda está incipiente, porém possui um amplo potencial de crescimento, conforme relata Glaucio Toyama, diretor de seguros agro da Swiss Re Corporate Solutions, uma das seguradoras habilitadas no PSR. Os seguros paramétricos para a agropecuária têm um grande potencial de desenvolvimento no Brasil. Os parâmetros climáticos podem ser utilizados para diversas soluções e encontrar aderência em diferentes modelos. Atualmente os parâmetros de falta ou excesso de chuva são os mais trabalhados para os principais cultivos de grãos e cana de açúcar, mas existem oportunidades para muitas outras situações nas outras atividades.

Além da inclusão do seguro paramétrico, a resolução publicada hoje também trata de duas alterações nas regras do programa. A primeira refere-se ao percentual de subvenção ao prêmio para a cultura de feijão, que atualmente não difere entre feijão 1ª safra e 2ª safra, o percentual varia entre 20% e 30% do valor do prêmio do seguro, a depender do tipo de cobertura contratada. A partir de 2021 o feijão 2ª safra, por ter um risco maior durante o plantio, terá o percentual de 35% ou 40%, assim como já ocorre com o milho 2ª safra.

A outra alteração ocorreu no percentual de subvenção para o seguro de café, que na regra atual também pode variar entre 20% e 30%. Já no próximo ano esse percentual passará a ser de 40% (fixo), essa medida visa aumentar o número de contratações que ainda apresenta pouca adesão por parte dos produtores. Essas mudanças no PSR já são frutos do trabalho do projeto Monitor do Seguro Rural, vídeo conferências em que foram avaliados junto a produtores e seguradoras o que poderia ser aperfeiçoado nos produtos de seguro rural e no programa finaliza Loyola.

O produtor que tiver interesse em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. Atualmente, 14 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR. O seguro rural é destinado aos produtores pessoa física ou jurídica, independente de acesso ao crédito rural.

A subvenção econômica concedida pelo Ministério da Agricultura pode ser pleiteada por qualquer pessoa física ou jurídica que cultive ou produza espécies contempladas pelo Programa. Para os grãos em geral, o percentual de subvenção ao prêmio pode variar entre 20% e 40%, a depender da cultura e tipo de cobertura contratada. No caso das frutas, olerícolas, cana-de-açúcar e demais modalidades (florestas, pecuário e aquícola) o percentual de subvenção ao prêmio será fixo em 40%.

Seguro rural cresce 25% e atenua perda do mercado

O total de contratações no segmento já bateu R$ 3,61 bilhões, metade de apólices agrícolas

Fonte: O Estado de S. Paulo

O Estadão anota que as vendas de seguros rurais de janeiro a julho cresceram 24,8% em relação a igual período de 2019, atenuando a queda de 3% no mercado geral do setor, conta Joaquim Neto, presidente da Comissão de Seguro Rural da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). O total de contratações no segmento rural já bateu R$ 3,61 bilhões, metade só de apólices agrícolas, que cobrem perdas nas lavouras, com avanço de 32%.

Outras modalidades voltadas ao campo também avançaram, como seguro de vida para produtores (32%), de animais (15%) e penhor rural (9%). Joaquim Neto afirma que o aumento dos subsídios federais para produtores interessados em proteger lavouras é um dos pilares do bom resultado: de R$ 440 milhões em 2019, podem chegar a R$ 1 bilhão em 2020. Se há um ano 52% dos seguros agrícolas tinham sido contratados com subsídio, hoje chegam a 89%.

Se o governo garantir a subvenção de R$ 1,3 bilhão prometida para 2021, a expansão será mais acentuada, prevê Joaquim Neto. Diante do corte recente no orçamento deste ano, para R$ 880,9 milhões, a Fenseg solicitou recomposição da cifra. Por ora, a expectativa é de que o mercado de seguro rural encerre 2020 com incremento igual ou superior a 25% e, para 2021, de ao menos 30%. Ele lembra que em outras economias emergentes a subvenção é alta: 80% dos prêmios na China e até 85% na Índia.

O horizonte promissor tem levado as 14 companhias que atuam com seguro rural no País a investir para garantir seu quinhão. As empresas têm contratado colaboradores, como agrônomos, veterinários e peritos, e capacitado corretores, diz Joaquim Neto. Para ele, mais concorrentes poderão surgir em dois a três anos. Faria sentido empresas buscarem balancear no agronegócio resultados negativos em outros setores.

Com nova lei de dados, Brasil quer explorar mercado bilionário

Fonte: Valor Econômico

Se seguir à risca o que está na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), o Brasil poderá explorar um mercado bilionário que envolve o fluxo massivo de dados entre países, informa o Valor Econômico. A estratégia tende a beneficiar multinacionais e gigantes da internet, mas também empresas locais que buscam incorporar inovações tecnológicas para ganhar eficiência e acessar mercados globais.

A transferência internacional de dados vai nos colocar em outro patamar, que é o de trocar dados com quem possui regras dessa natureza. Esse é o caso dos países da Europa, disse Miriam Wimmer, diretora de serviços de telecomunicações no Ministério das Comunicações e especialista no tema. Integrantes do governo reconhecem que há desafios para garantir a eficácia da nova lei, vigente desde o último dia 18. O maior é a estruturação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

A autarquia, vinculada à Presidência, só funcionará a partir da nomeação de sua diretoria, que depende da indicação de nomes e da sabatina no Senado. Conforme mostrou recente reportagem do Valor, o governo enfrenta dificuldade para repor o comando das agências, tanto que 40% de suas vagas são ocupadas por interinos ou estão em aberto. Questionado sobre a escolha dos nomes e início do funcionamento da ANPD, o Palácio do Planalto não quis comentar.

Para Miriam, a ANPD deve seguir o caminho do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O Cade nasceu pequeno, sem um corpo técnico próprio, depois tornou-se um órgão de prestígio internacional. A Brasscom, que representa grandes grupos de tecnologia, avalia que a ANPD dará conforto para o investidor apostar em novos negócios.

Por ser um órgão administrativo, ele terá mais agilidade e autonomia para fazer a regulamentação, fiscalização e, sobretudo, aperfeiçoar a proteção de dados a partir de boas práticas internacionais, disse Sergio Paulo Gallindo, presidente da entidade.

Em outubro, o governo receberá relatórios da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que vão indicar os avanços institucionais que o país precisa buscar para garantir a proteção de dados. Miriam acredita que a atuação da ANPD ajudará o Brasil a ganhar credibilidade e buscar acordos internacionais.

Em julho, os tribunais europeus suspenderam o acordo com os EUA (EU-US Privacy Shield) por desconfiar de violação à privacidade. Na ocasião, o secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, lamentou o ocorrido e disse que a decisão acarretaria em perdas comerciais de US$ 7,1 trilhões.

Há três meses, o Fórum Econômico Mundial apresentou estudo sobre o fluxo internacional de dados. O documento alerta que é fundamental que cada país comece garantindo que sua casa esteja em ordem, antes de buscar cooperação internacional. A análise produzida pelo fórum reforça que a necessidade de prover um trânsito fluido e seguro de dados vem dos serviços baseados na internet e do e-commerce. Porém, ressalta que essa demanda será ainda maior em negócios com uso intensivo de computação em nuvem, inteligência artificial e internet das coisas.

Outra análise, da Câmara de Comércio Internacional (ICC, na sigla em inglês), destaca que a barreira institucional ao fluxo internacional de dados resulta em aumento de custos para empresas locais que dependem da computação em nuvem e de outros recursos da internet para alcançar mercados globais. O levantamento da ICC registra ainda que os negócios que aproveitaram ferramentas de big data, que geram valor com o uso inteligente e ágil de grande volume de dados, aumentaram suas margens operacionais em 60%.

Diversos segmentos podem ter claros benefícios com ofertas de serviços a partir do Brasil para o mundo, disse o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), Rodolfo Fücher. Ele considera, porém, que limitar o fluxo prejudicaria até simples procedimentos. Imagina um europeu ser impedido de fazer uma reserva num hotel no Brasil devido à impossibilidade legal de seus dados transitarem por aqui?

Renda Cidadã incentiva pedalada e não agrada a mercado

Fonte: InfoMoney

TCU, Congresso e mercado veem drible a teto e pedalada em Renda Cidadã

A divulgação da proposta, que não trouxe nenhum corte efetivo de outras despesas no Orçamento, azedou o humor dos investidores

A proposta do governo de financiar o novo programa social, chamado Renda Cidadã, com recursos hoje carimbados para o pagamento de precatórios (valores devidos após sentença definitiva na Justiça) e o Fundeb está sendo vista como uma pedalada fiscal por apenas adiar dívidas já consideradas líquidas e certas e ainda driblar o teto de gastos, que limita o avanço das despesas à inflação.

O anúncio, feito após reunião do presidente Jair Bolsonaro, ministros e lideranças no Palácio da Alvorada, acentuou a desconfiança do mercado financeiro sobre o compromisso do governo com o controle das contas públicas.

A divulgação da proposta, que não trouxe nenhum corte efetivo de outras despesas no Orçamento, azedou o humor dos investidores e resultou na disparada do dólar (alta de 1,44% fechando a R$ 5,63) e dos juros futuros, além de a Bolsa ter despencado (queda de 2,41%).

O Banco Central precisou queimar suas reservas para tentar conter o avanço da moeda dos EUA. A turbulência vem num momento em que a dívida do País se aproxima a 100% do PIB e precisa ser refinanciada num prazo cada vez mais curto.

Relator do Pacto Federativo e do Orçamento de 2021, o senador Marcio Bittar (MDB-AC) disse que a intenção é garantir pelo menos R$ 30 bilhões adicionais para o novo programa, além dos R$ 35 bilhões já garantidos para o Bolsa Família.

Hoje, o valor médio do benefício do Bolsa Família é em torno de R$ 193. Auxiliares do presidente Jair Bolsonaro disseram que a ideia é que o Renda Cidadã tenha um benefício médio 50% superior ao do que é pago no programa criado na gestão petista (algo em torno de R$ 290).

Ex-secretário do Tesouro Nacional, Carlos Kawall, diretor do Asa Investments, avaliou que o adiamento dos precatórios é uma pedalada fiscal, uma vez que a dívida não paga continua existindo. Tem gente dizendo que é pedalada ( o adiamento de pagamento dos precatórios). É pedalada. Mas é pior do que isso, é calote. Se há dinheiro, mas não pago a dívida na data combinada para abrir mais espaço para gastar, lá na frente, pode fazer isso de novo e não pagar nunca, disse.

Truque

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas, disse que usar dinheiro reservado para o pagamento de precatórios parece truque para esconder fuga do teto de gastos ao reduzir a despesa primária de forma artificial porque a dívida não desaparece, apenas é rolada para o ano seguinte. Em vez do teto estimular economia, estimulou a criatividade, criticou no Twitter.

Segundo cálculos da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, o governo pode poupar R$ 38,65 bilhões dos R$ 55 bilhões previstos originalmente para 2021 com a nova fórmula de pagamento dos precatórios, que destinaria 2% da receita corrente líquida a esse fim. Esse valor poderia ser direcionado ao novo programa social. Mas o diretor executivo da IFI, Felipe Salto, alerta que a medida apenas empurra com a barriga o valor que o governo federal deve aos seus credores, que vão desde beneficiários da Previdência Social até empresas credoras da União. Precatório é despesa obrigatória, fruto de decisão judicial. Fixar limites para o seu pagamento significa escolher pagar a alguns dos credores da União, diz Salto.

Seguro transporte registra ligeira queda em agosto

No período também foram registrados 74 milhões de documentos que representam os transportes realizados, sendo que em julho foram averbados 76 milhões

Fonte: AT&M Tecnologia / Sonho Seguro

Em agosto foram registrados R$ 629 bilhões em movimentação de cargas em todo o País, pequena oscilação em relação a julho, quando foram contabilizados R$ 633 bilhões, segundo a  AT&M Tecnologia, com base de dados formada por mais de 26 mil transportadoras e embarcadores e líder no processo de averbação do seguro de transporte de cargas. No período também foram registrados 74 milhões de documentos que representam os transportes realizados, sendo que em julho foram averbados 76 milhões. 

Na comparação anual, também registramos pequena oscilação de 1,09%, o que demonstra na prática demanda igual a agosto de 2019, quando foram registrados R$ 687 bilhões. Esses indicadores são construídos a partir de notas fiscais e Conhecimentos de Transportes (CT-es) eletrônicos informados diariamente no momento do embarque pelo transportador, ou seja, revelam com exatidão os valores das cargas movimentadas no território nacional.

O sócio fundador da AT&M, Vagner Toledo, explica que a pequena queda dos valores de cargas movimentadas demonstra uma demanda estável por transportes. Segundo ele, mesmo com a conquista de bons índices de vendas no período, muitas empresas encontraram dificuldades para o transporte de suas mercadorias, devido à greve dos Correios.  

Ao mesmo tempo, a falta de embalagens e insumos em determinados períodos durante o mês de agosto também dificultaram a entrega de mercadorias. Desde o início da pandemia, muitas empresas precisaram reestruturar processos para um novo comportamento do consumidor, principalmente em relação ao e-commerce e delivery que demandaram por exemplo, um consumo muito expressivo por embalagens e outras matérias-primas, mas não existem possibilidades de desabastecimento ou falta de produtos, sendo que diversos setores da economia já mostram sinais de forte retomada e otimismo, finaliza Vagner Toledo. 

Confiança da indústria atinge maior nível desde janeiro de 2013

Dos 19 segmentos industriais pesquisados, 18 registraram aumento da confiança de agosto para setembro.

Fonte: Monitor Mercantil

O Índice de Confiança da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 8 pontos na passagem de agosto para setembro deste ano. Com o resultado, o indicador chegou a 106,7 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos, o maior nível desde janeiro de 2013, quando também registrou 106,7 pontos.

Dos 19 segmentos industriais pesquisados, 18 registraram aumento da confiança de agosto para setembro.

O Índice da Situação Atual, que mede a confiança dos empresários no momento presente, cresceu 9,5 pontos e chegou a 107,3 pontos. Já o Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, subiu 6,3 pontos e atingiu 105,9 pontos.

Na opinião dos empresários, a demanda estaria satisfatória, o nível de estoques está confortável e haveria expectativa de aumento de produção e do quadro de pessoal no curtíssimo prazo. Esse resultado sugere que o pior da crise já foi superado e que o setor teria fôlego para continuar a apresentar resultados positivos no próximo trimestre, afirma a economista da FGV, Renata de Mello Franco.

Há, no entanto, uma preocupação do setor com relação aos próximos seis meses.

Uma cautela possivelmente motivada pela incerteza com relação aos rumos da economia após a retirada dos programas emergenciais do governo, diz Renata.

Já de acordo com o Levantamento de Conjuntura divulgado hoje, elaborado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em agosto, o volume de vendas da indústria paulista foi 3,9% superior ao registrado em fevereiro e de 0,6% em relação a julho. O documento também indica um crescimento de 3,3% no total de horas trabalhadas na produção, na comparação com o mês anterior, e de queda de 3,8%, ante fevereiro.

Em nota, a organização aponta que os números indicam a continuidade de uma trajetória de recuperação que se iniciou em maio. Na mesma direção, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) atingiu 76,9%, um aumento de 2,4 pontos percentuais com relação a julho. Os salários reais também seguiram em recuperação, crescendo 0,6% frente ao mês anterior. Todos os dados estão livres de efeitos sazonais.

O relatório destaca que o Nuci superou o nível pré-pandemia, mas que ainda está 2,5 pontos percentuais abaixo da média histórica (79,4%). Outro aspecto abordado são os salários reais médios, que apresentaram queda de 0,2% quanto ao patamar de fevereiro e aumento de 0,6% em relação a julho.

Complementar ao levantamento, com dados do mês corrente, a pesquisa Sensor informa que o mês de setembro fechou em 50,7 pontos, na série com ajuste sazonal. O resultado é superior ao de agosto, de 49,5 pontos e caracteriza melhora no desempenho do setor.

O índice mercado, por sua vez, apresentou aumento em relação ao mês passado, ficando em 55 pontos. Com pouca variação, o indicador de vendas subiu de 52,1 pontos para 52,4 pontos no período, isto é, permaneceu praticamente inalterado, mas ainda sinaliza expectativa de crescimento, uma vez que ficou acima de 50 pontos.

Outro aspecto avaliado é o nível de estoque. Nesse caso, ao ultrapassar a marca de 50 pontos, o indicador demonstra que o volume está abaixo do nível desejado. Nessa última versão do setor, o índice foi atualizado de 49,3 pontos para 52,5 pontos.

No que diz respeito a postos de trabalho gerados pelo setor, o que se confirma é uma queda moderada, com o indicador emprego atingindo 45,7 pontos. Diante do quadro geral, a participação de investidores tem diminuído ao longo do tempo, de modo que o índice mais recente totalizou 45,9 pontos.

Energia: Nova Crise, Velhos Problemas

O atual panorama energético nos oferece a oportunidade de mudar radicalmente a forma como são utilizados os recursos naturais do planeta

Fonte: Brasil Energia

A pandemia global e, em seu rastro, a pior recessão global da história recente, trouxe a oportunidade de refletirmos sobre diversas mudanças em nossas vidas, no ambiente de trabalho e nos negócios. Neste espaço de tempo, o reduzido nível de atividades econômicas, do uso de transporte público ou privado e a suspensão de quase todas as viagens aéreas teve um impacto altamente positivo sobre o meio ambiente e o clima. Houve, de fato, uma redução de emissões em todo o mundo.

Dados da Agência Internacional de Energia (AIE) indicam que a queda esperada na demanda de energia em 2020, de 6%, se deve principalmente à redução na demanda por fontes fósseis (petróleo 9,1%, carvão 7,7%, gás 5%). Em razão do colapso da demanda, os preços destas commodities caíram expressivamente. A questão é que, além do baixo preço do petróleo, a desaceleração econômica poderá desestimular os investimentos em eficiência energética e energia renovável.

Olhando pelo retrovisor da história, os investimentos em fontes alternativas sempre ganharam impulso em momentos de alta no preço do petróleo e das fontes fósseis em geral. As crises econômicas, como a crise do petróleo dos anos 70 e a crise financeira global de 2008, foram responsáveis por declínios temporários nas emissões de gases do efeito estufa (GEE). Não houve, contudo, motivo para comemorações duradouras. As emissões retornaram ao patamar anterior, após o reaquecimento da economia, suprimindo quaisquer benefícios climáticos anteriormente obtidos.

No atual momento, a redução no consumo de energia mundial vai gerar, no curto prazo, uma diminuição nas emissões GEE. Até o início de abril, as emissões globais de CO2 caíram cerca de 17%, na comparação com os níveis médios de 2019.  A expectativa é de uma queda nas emissões mundiais em torno de 8% ou 2,6 GtCO2 (AIE), resultado superior ao registrado em qualquer outro período da história. Infelizmente, no Brasil, espera-se que as emissões aumentem cerca de 10% desde já, devido, principalmente, ao crescente desmatamento.

Podemos mudar. O mundo tenta entender como as economias podem se recuperar de uma crise colossal que, de acordo com a OCDE, aponta para uma queda no PIB global entre 6% e 7%. Uma quantidade exponencial de recursos financeiros está sendo injetada nos sistemas econômicos mundiais para inibir os efeitos mais devastadores na economia.  Os países do G20 anunciaram estímulos fiscais da ordem de 10 trilhões de dólares e a mensagem dos líderes globais é que estão dispostos a continuar nesta linha.

Mas o que precisamente é possível fazer com o extraordinário montante de recursos que está sendo injetado na economia?

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente alerta que as emissões globais de GEE precisam cair 7,6% /ano, entre  2020 a 2030, para manter o aumento da temperatura abaixo de 1,5°C. Estamos diante de uma oportunidade única para definir políticas, projetar e implementar mudanças globais que possam ajudar  vida no planeta no longo prazo.

Centenas de políticos e lideranças empresariais e ambientais lançaram recentemente a Aliança Europeia para uma Recuperação Verde, a primeira iniciativa para o pós crise, com foco na construção de planos voltados para recuperação econômica e alinhada a princípios ambientais. Desde a sua criação, a citada Aliança obteve a adesão dos principais fabricantes e instituições financeiras da Europa.

Ao mesmo tempo, a opinião pública pressiona por mudanças na priorização dos investimentos. Uma pesquisa recente do IPSOS revelou que dois terços dos entrevistados apoiam a recuperação verde, sendo o apoio dos Brics superior ao de outros países do mundo (Índia 81%, China; 80% e Brasil 66%, contra uma média mundial de 65%). Claramente, a opinião pública entende que os investimentos ambientais não têm fronteiras e que a vida no planeta importa mais do que a economia. Para boa parte da população, os caminhos para a recuperação da economia precisam, portanto, ser mais inteligentes e mais verdes.

Não será uma batalha fácil. Mas há políticas que podem proporcionar tanto a recuperação econômica quanto as metas climáticas conjuntamente. Para ganhar este jogo é preciso ampliar  investimentos em infraestrutura física limpa, sob a forma de ativos de energia renovável; no armazenamento (incluindo hidrogênio), na modernização da rede de tecnologia CCS; em  sistemas de armazenamento de energia doméstica; em modelos estruturais de descarbonização;  na regeneração de ecossistemas, incluindo restauração de habitats ricos em carbono e  em agricultura amigável ao clima. Os investimentos também devem ser direcionados para a educação e o treinamento profissional, a fim de melhor enfrentar o desemprego imediato da COVID-19, e em iniciativas de apoio rural, particularmente àquelas associadas à agricultura sustentável.

Também devem ser consideradas as chamadas  políticas de ecobenefícios, as quais substituem atividades ricas em carbono, como a eletrificação do transporte público local e o aumento em escala da fabricação de veículos elétricos; expansão das redes de carregamento de veículos elétricos, aceleração do lançamento da iluminação pública LED e desenvolvimento de infraestrutura para  transporte ativo, como pistas para bicicletas. Além de contribuir para a redução das emissões de carbono, estas estratégias têm o potencial de gerar uma demanda por mão de obra especializada.

Finalmente, o que parece ser hoje um grande pesadelo pode representar um novo mundo de oportunidades.  Vale lembrar uma frase atribuída a Winston Churchill e que foi repetida por muitos líderes nos últimos meses:  Nunca desperdice uma boa crise.

Autor: Paolo Re é  líder no Brasil da consultoria Bip

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Austral Re cria nova marca após incorporar Terra Brasis

Fonte: Austral Re / Sonho Seguro

Às vésperas de completar dez anos, a Austral Re consolida seu primeiro ano pós-fusão com a Terra Brasis como uma resseguradora brasileira que atua para desenvolver o mercado brasileiro e latinoamericano de resseguros em suas linhas de negócios, legislação e profissionalismo.

Entre os principais players do segmento, a companhia lança sua nova marca nesta sexta-feira, dia 25, em um comunicado para clientes no Brasil e na América Latina. Controlada pela Vinci Partners, uma das principais gestoras de investimento independentes do mercado brasileiro, a Austral Re trabalha em diferentes linhas de negócio, a exemplo de P&C (Property & Casualty), Marine,  Energy, Vida e Saúde e Auto.

Desbravar o mercado é o que nos move e por isso só temos a agradecer aos nossos clientes, que tanto confiam na gente, e aos nossos colaboradores, que fazem isso tudo acontecer. Queremos que nossos clientes se sintam atendidos em suas necessidades e seguros, evoluindo numa parceria de verdade, afirma Bruno Freire.

Mercado de Trabalho / Oportunidade

Insurance and Guarantees Coordinator / AES Tietê / São Paulo, SP.

Present in Brazil for 20 years, AES Tietê acts as an electric energy solutions company, built in partnership with our customers. From the trading of the energy generated by our hydraulic, wind and solar plants to the development of small and large scale renewable energy solutions, we present ourselves as enablers of the integration of sustainability into our clients' businesses.

Summary:

Responsible for contracting and monitoring all insurance of AES Brasil companies, financial guarantees (sureties and insurance guarantees) of a commercial, financial, legal or operational nature. The report will be direct to Financial Director and it will lead a middle analyst.

Responsibilities:

Administer AES Brasil's insurance policies in order to minimize the corporation's residual risk.

Keep insurance policy in force and updated in order to provide guidelines for managing the area and minimize the cost of risk.

Guide the execution of planning and implementation of recommendations.

Manage cooperation agreements with financial institutions and insurance companies to offer massified products and services, with a view to increasing revenue for the company.

Ensure that the company's main risks are adequately protected, in line with the risk transfer and retention policy.

Promote insurance talks, detailing information on insurance contract obligations.

Disseminate the culture of insurance and risk management in the company.

Comprehensive understanding of the national and international market as well as the regulations involved in insurance, reinsurance

Ensure the correct update of the claims database

Search for the best alternative for covering risks, between guarantees and guarantee insurance

Qualifications:

Education level requested is master degree with technical courses in Insurance, Administration, Engineering or related areas.

Experience of 7 years minimum

Fluent English is required

LOCAL: São Paulo - SP

The AES Tietê values diversity, inclusion and continuous development. We´re oriented by customer, innovation and working in a collaborative way and this only happens when we´ve a diverse environment by socioeconomic, age, gender, ethnicity, sexual orientation, identity, disability or religion.

Fonte: Linkedin / Interessados: enviar CV para: cinthia.vicente@aes.com     

BANCO DE TALENTOS | Analista de Risco Cibernético / na Stone Co. / São Paulo, SP.

https://boards.greenhouse.io/stone/jobs/4126348003     

Devido a pandemia do Covid-19, reestruturamos nossas contratações, mas não paramos de conhecer gente boa! Por isso, a vaga funciona como um Banco de Talentos, onde você pode se inscrever, deixar seu currículo e possivelmente participar de algumas etapas do processo. Assim que normalizarmos nosso ritmo de contratação, iremos analisar o seu perfil e, caso faça sentido, vamos te convidar para iniciar o processo seletivo desta vaga.

Sobre a Stone: Somos uma empresa de soluções de tecnologia financeira. Temos um propósito único de tornar o mercado de pagamentos mais simples e justo, para que os empreendedores brasileiros tenham mais autonomia para gerir seus negócios e alavancar seus resultados.

Missão da vaga: Gestão dos riscos cibernético do grupo StoneCo: identificação, avaliação, controle, monitoramento e reporte dos riscos cibernéticos.

Atividades: Identificação e avaliação dos riscos cibernéticos, junto à primeira linha de defesa; avaliação do ambiente regulatório e legal para gestão de riscos cibernéticos; Atualização da matriz de riscos inerentes e residuais (após controles internos); Criação de KRIs, indicadores e mecanismos para monitoramento dos riscos; Acompanhamento e cobrança dos planos de ação executados pelas áreas da primeira linha de defesa; Geração de reportes executivos para Diretoria e Comitê de Riscos; Proporcionar engajamento das equipes do grupo StoneCo no processo de risco; estudo e atualização da metodologia de riscos cibernéticos e gestão integrada de riscos.

Diferenciais: Formação superior preferencialmente em Engenharia da Computação, Ciência da Computação, Sistemas de Informação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Gestão em Tecnologia da Informação com experiência relevante ou ainda possuir experiência em trabalhos de tecnologia, infraestrutura e segurança da informação, com conhecimento em ITIL, COBIT, NIST e frameworks. Ter atuado preferencialmente em empresas do segmento de pagamentos e financeiro e possuir idioma inglês avançado para leitura de materiais em inglês e elaboração de apresentações.

Na Stone Co., valorizamos a diversidade e a inclusão, e procuramos as melhores pessoas para nos ajudar a melhorar a vida do empreendedor brasileiro. Então, não importa sua cor, gênero, etnia, religião, idade, ou se é um profissional com deficiência ou LGBTQI+... Nosso sonho é do tamanho do universo e, se você se identifica com o nosso propósito, venha construi-lo com a gente!

Analista de Riscos Financeiros / Liquidez, Crédito e Mercado / Stone Co. / São Paulo, SP.

https://boards.greenhouse.io/stone/jobs/4146133003     

Missão da vaga: Gestão independente do Risco de Liquidez, Crédito e Mercado do grupo StoneCo a partir da identificação e avaliação dos riscos junto às equipes da primeira linha, estruturação e avaliação dos controles mitigatórios de risco de liquidez, crédito e mercado, monitoramento e reporte da posição de risco, evolução nos modelos de risco de liquidez, crédito e mercado conforme perfil do grupo StoneCo.

Atividades: Gestão dos Riscos Financeiros da Companhia, envolvendo Riscos de Mercado, Liquidez e Crédito.

Mercado e Liquidez: Identificação e avaliação de riscos de liquidez e mercado; análise do ambiente regulatório e legal; análise dos controles existentes de liquidez e mercado com proposição de melhorias no monitoramento de fluxo de caixa e de variáveis de mercado; realização dos testes de stress, geração de relatórios e revisão de políticas.

Crédito: Identificação e avaliação de riscos de crédito; análise do ambiente regulatório e legal; melhoria do processo para acompanhamento do desempenho dos modelos e dos parâmetros de risco da carteira de crédito; análise do processo de cobrança e recuperação de créditos; noções de modelo de capital regulatório (DLO) e capital econômico/VAR ou similares; realização dos testes de stress, geração de relatórios e revisão de políticas.

Diferenciais: Formação: superior completo em qualquer área, preferencialmente Engenharia, Administração, Economia, Contabi lidade, Matemática, Estatística e Tecnologia, acompanhada de experiência no processo de gestão de risco de liquidez, crédito e mercado, preferencialmente em empresas do segmento de pagamentos e financeiro. Idioma inglês avançado para leitura de materiais em inglês e elaboração de apresentações. Conhecimentos de modelos de risco de liquidez e mercado como EWMA, LCR e NSFR, modelos de VaR, modelo de GAP e descasamento, teste de stress, marcação a mercado e accrual, hedge accounting. Modelagem e/ou validação de modelos de rating/score/PD, EAD, LGD.

Na Stone Co., valorizamos a diversidade e a inclusão, e procuramos as melhores pessoas para nos ajudar a melhorar a vida do empreendedor brasileiro. Então, não importa sua cor, gênero, etnia, religião, idade, ou se é um profissional com deficiência ou LGBTQI+... Nosso sonho é do tamanho do universo e, se você se identifica com o nosso propósito, venha construi-lo com a gente!

Analista de Risco / Risco Operacional

https://www.linkedin.com/jobs/search/?currentJobId=2025053694&f_C=654090&geoId=92000000     

Empresa: BTG Pactual / Localidade da empresa São Paulo, São Paulo, Brasil

Sobre a vaga: A área de Risco Operacional é responsável por identificar, avaliar e monitorar, em parceria com as demais áreas do Banco, os riscos, potenciais ou já materializados, tendo o objetivo de mitigar os seus impactos até um nível que esteja dentro do apetite de risco da instituição.

No Seu Dia-a-dia: Apoiar a análise e classificação dos riscos quanto à frequência, severidade, impacto financeiro, regulatório e reputacional, com o objetivo de identificar os processos críticos às principais linhas de negócio da instituição; Identificar riscos e melhorias em processos e monitorar a implementação de planos de ação para endereçar a sua mitigação; Suportar os países onde o banco possui escritórios e em conjunto com o responsável local, garantir o atendimento de exigências regulatórias; Atender auditorias e elaborar resposta aos questionamentos de reguladores / auto reguladores; Elaborar relatórios gerenciais de Riscos e Incidentes.

Expectativa: Formação em Engenharias, Administração, Contabilidade, Economia e/ou Ciência da Computação; Conhecimento de produtos financeiros; Visão orientada a processos e projetos; Conhecimentos avançados de Excel, incluindo lógica de programação; Perfil analítico, organizado, comunicativo e atenção a detalhes; Nível avançado de Inglês.

O BTG Pactual respeita a pluralidade de identidades e trabalha para promover uma cultura inclusiva. Não fazemos distinção de raça, cor, religião, identidade de gênero, orientação sexual, nacionalidade, deficiência ou idade em nenhuma etapa do processo seletivo, reforçando nosso compromisso com a diversidade.

Nível de experiência: Pleno-sênior

Setor: Tecnologia da informação e serviços / Software

Tipo de emprego: Tempo integral

Funções de trabalho: Financeiro / Vendas

Sobre a empresa

BTG Pactual is an innovative global financial firm that operates as a meritocratic partnership with a passion for consistently creating value for its clients and shareholders.

BTG Pactual is global presence, based on a dominant fully fledged Latin America Investment Bank, global Asset and Wealth Management platform, enables it to provide a comprehensive range of financial services to a global client base that includes corporations, institutional investors, governments and high net worth individuals.

For additional information, please visit www.btgpactual.com      

Analista de Gestão de Seguros na São Martinho

Nome da empresa: São Martinho / Localidade da empresa: Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

Conhecimentos desejáveis: gestão de apólice de seguros: patrimonial, responsabilidade civil, D&O, ambiental, frotas, máquinas agrícolas e seguro garantia, contabilidade básica, conhecimento em pacote Office e SAP.

Principais atividades: elaborar orçamento anual de seguros; acompanhar o processo de contratação/renovação das apólices de seguros, suportando com informações pertinentes ao processo; intermediar a regulação de sinistros e propor melhoria contínua no processo; controlar os endossos de inclusão e exclusão de bens da apólice; realizar lançamento de faturas para pagamento e de prêmio; contabilizar mensalmente os valores de seguro; elaborar relatórios e acompanhar indicadores de desempenho.

Local de trabalho: CSC / São Martinho / Pradópolis/SP.

Setor: Biotecnologia

Tipo de emprego: Tempo integral

Funções de trabalho: Financeiro

Descritivo da vaga: Analista de Gestão de Seguros

Detalhes da vaga / Requisitos: bacharelado em Administração, Engenharias, Economia ou áreas afins.

Conhecimentos específicos: sistema SAP,  Excel e PowerPoint avançados.

Conhecimentos desejáveis: gestão de apólice de seguros: patrimonial, responsabilidade civil, D&O, ambiental, frotas, máquinas agrícolas e seguro garantia, contabilidade básica, conhecimento em pacote Office e SAP.

Principais atividades: elaborar orçamento anual de seguros; acompanhar o processo de contratação/renovação das apólices de seguros, suportando com informações pertinentes ao processo; intermediar a regulação de sinistros e propor melhoria contínua no processo; controlar os endossos de inclusão e exclusão de bens da apólice; realizar lançamento de faturas para pagamento e de prêmio; contabilizar mensalmente os valores de seguro; elaborar relatórios e acompanhar indicadores de desempenho.

Profissionais com deficiência: a São Martinho acredita no seu potencial. Inscreva-se e venha fazer parte do nosso time!

Benefícios: Assistência médica / Assistência odontológica / Cooperativa de crédito / Participação nos Lucros ou Resultados / Programa de treinamentos / Refeitório / Seguro de vida / Vale-transporte

Conheça a empresa São Martinho

São Martinho S/A. A Usina São Martinho, localizada na cidade de Pradópolis (SP), é a maior processadora de cana do mundo, com moagem de 10 milhões de toneladas/safra. Fundada em 1948 e com quase 5 mil colaboradores, a unidade se destaca como referência não apenas pelo porte, mas também pela excelência em seus processos agroindustriais. Diferentes programas de gestão, treinamento contínuo das equipes e sintonia entre as áreas agrícola e industrial, garantem à unidade maior produtividade com custos competitivos. Seu elevado índice de mecanização, um dos maiores entre as grandes do setor, e sua preocupação com o meio ambiente são referências no mercado sucroenergético.

Interessados: https://www.linkedin.com/jobs/view/2173621707

ACESSE AS REVISTAS DO MERCADO:

Revista Apólice: https://www.revistaapolice.com.br/2020/08/edicao-257/             

Revista Cobertura: https://www.dropbox.com/s/yyjt7xejhgkgg8g/REVISTA-COBERTURA_223-BAIXA-1.pdf?dl=0           

Revista Segurador Brasil: https://issuu.com/revistaseguradorbrasil/docs/segurador_159

Caderno de Seguros: http://cadernosdeseguro.funenseg.org.br/secoes.php     

Insurance Corp: https://www.dropbox.com/s/wjeqarh5ehu4aya/IC%20ed%2031%20PDF%20%28baixa%29.pdf  

Comunicado Imperdível:

Olá Associado,

A ABGR tem uma oportunidade especial para você ingressar no maior evento sobre estratégias de marketing e negócios do planeta. Uma verdadeira imersão guiada pelas mentes brilhantes do mundo corporativo.

Você acaba de ganhar um desconto de 40% para participar do eWMS 2020, um evento gigante, do tamanho da mudança que o mundo precisa neste momento.

O eWMS 2020 traz a visão de 80 palestrantes do mundo todo que, ao lado do professor Philip Kotler, vão contribuir para que você tome as melhores decisões em momentos tão incertos.

Veja alguns números do eWMS 2020:

80 palestrantes ao redor do mundo / 10 milhões de participantes / 104 países confirmados / 48 horas de conteúdo exclusivo.

Anote na agenda: de 5 a 7 de novembro você estará conectado com a cúpula mundial do marketing.

Acesse o link / Garanta seu ingresso e lidere a transição: https://conteudos.ewms.com.br/2020-parceiros 

 

II Evento de Seguro de Responsabilidade Civil

Webinar: Com promoção da AIDA e participação da ABGR

Reserve em sua agenda o dia 06/10/2020 (terça-feira), às 17hs, no YOUTUBE / AIDABRASIL. Não percam!!

Tema: Fatores que influem na subscrição do seguro de responsabilidade civil no Brasil e medidas concretas para o sucesso do negócio.

Participação de Christian Mendonça (Membro do Conselho Deliberativo da ABGR)