Seguros de grandes riscos cresceram mais de 25% no ano

30, Set. 2020

Seguros de grandes riscos cresceram mais de 25% no ano

Marítimos e aeronáuticos tiveram alta de quase 40%, segundo dados da Susep

Fonte: Folha de S.Paulo

A Folha de S.Paulo informa que o mercado de seguros de grandes riscos, ligados aos setores de petróleo, marítimo, aeronáutico e rural, estão com taxas de crescimento superior no acumulado do ano até agosto, a despeito da pandemia, segundo dados que a Susep vai divulgar nesta semana.

Os seguros marítimos e aeronáuticos acumulam alta de 39,6% neste ano em relação a igual período do ano passado. Os seguros rurais cresceram 27,7% e os de responsabilidade civil, 18,5%.

Os seguros de danos no Brasil e o novo marco regulatório

Fonte: Valor Econômico

Solange Vieira, mestre em economia pela FGV-Rio e superintendente da Susep, e Rafael Scherre, mestre em economia pelo Ibmec-Rio e diretor da Susep, escreveram o seguinte artigo publicado pelo Valor Econômico.

As discussões sobre regulação e seus impactos sobre a economia têm sido uma constante nos últimos anos no Brasil.Não é diferente para o setor de seguros, no qual tem sido fundamental buscar uma efetiva racionalização da regulação, que ao longo do tempo se tornou excessivamente prescritiva.A primeira evidência do excesso de regulação produzida ao longo do tempo surge no próprio estoque regulatório do setor.

Considerando as normas emitidas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), havia 540 atos normativos em vigor ao final de 2019. Este diagnóstico não é diferente quando falamos sobre os seguros de danos. Esse segmento envolve produtos variados com complexidades diferentes e clientes com graus de conhecimento distintos sobre os produtos ofertados.

Por isso é comum, em mercados mais maduros, haver separação entre seguros massificados e de grandes riscos. Há, por exemplo, diretiva da União Europeia que estabelece critérios objetivos para essa separação.Diante desse cenário, a Susep abriu consulta pública com o objetivo de discutir a flexibilização das regras aplicáveis aos seguros de danos.

A primeira importante alteração proposta é justamente separar a regulação de seguros de danos para coberturas de riscos massificados e de grandes riscos.O racional está relacionado à presunção sobre a capacidade de negociação da parte contratante do seguro e à complexidade do produto envolvido.

A regra atual, por exemplo, assume implicitamente que um consumidor individual, contratando um seguro de carro, tem a mesma capacidade de negociação de uma grande empresa contratando seguro contra riscos de engenharia. Esta hipótese não é razoável.

A distinção entre seguros massificados e de grandes riscos objetiva produzir uma regulação menos interventiva e que seja proporcional à necessidade de proteção dos agentes envolvidos. Atualmente, o grande volume de regras e restrições regulatórias sobre esses produtos produz diversos efeitos negativos justamente para o grupo que pretende proteger, os consumidores.

O excesso de restrições tem gerado baixa diversificação de produtos por parte das seguradoras e prejudicado o processo de inovação do setor – um efeito claro da cultura de produtos padronizados estabelecidos pelo regulador.Outro efeito negativo do excesso de regras é a estruturação de produtos com condições contratuais extensas que raramente são entendidas pelos segurados.

As propostas em consulta pública têm o objetivo de criar condições para a simplificação da estruturação dos produtos, mitigando o problema de assimetria de informação. Em relação aos seguros de grandes riscos, a liberdade contratual deve prevalecer sobre a intervenção regulatória. Neste caso, as falhas de mercado são reduzidas uma vez que a assimetria de informação é baixa ou inexistente entre contratante e contratado.

Logo, o resultado mais eficiente é uma menor intervenção no setor.A experiência de países com mercados de seguro desenvolvidos fornece clara evidência a favor dessa opção.Os órgãos reguladores internacionais concentram suas atividades em questões de solvência das seguradoras e na definição de normas gerais de conduta e transparência.Dados da OCDE mostram que há significativo espaço para crescimento do setor no Brasil. No final de 2019, os seguros de danos somaram em prêmios R$ 76 bilhões, representando 1,1% do PIB.

Dentro do volume total de receitas do setor – R$ 248 bilhões em 2019 -, os seguros de danos representaram apenas 30% do mercado. Nos EUA, este número gira em torno de 50%.Enquanto estamos perto de 1% do PIB em prêmios de seguros de danos, países latino-americanos apresentam números bem superiores: Colômbia com 1,4%, Chile com 1,5% e Argentina com 3,6%.

Em países mais desenvolvidos, como França, EUA e Holanda, os números são respectivamente 4,6%, 6,6% e 7,8%. Ou seja, entre 4 a 7 vezes maior do que no Brasil.Espera-se, com a medida, uma nova dinâmica competitiva que traga inovação, produtos mais simples, diversificados e acessíveis aos consumidores. É o setor de seguros seguindo os princípios estabelecidos na Lei de Liberdade Econômica.

O país precisa do seguro para desenvolver sua infraestrutura, baratear suas obras e assegurar menor risco aos empreendimentos. Ganha o Brasil e ganha o consumidor, que terá bons serviços com menores preços. É fundamental expandir a cobertura de seguro no país para alavancar nosso crescimento econômico.

Os 10 mandamentos de Murphy que norteiam o Gestor de Riscos

Tudo tende a dar errado. A Natureza está sempre à favor da falha;

Tudo relegado a sua própria sorte tende ir de mal a pior;

Nada é tão ruim que não possa piorar (tudo que começa bem, termina mal e tudo que começa mal, termina pior);

Se algo poderá dar errado, dará. Se algo não pode dar errado, dará também;

Se algo está dando certo, cuidado, algo está errado;

Se existe várias formas de algo dar errado, dará na forma de maior impacto e prejuízo;

Se a solução de um problema parecer fácil, você não entendeu o problema;

Erros sempre acontecem em série;

Toda nova solução cria novos problemas e

Tudo é possível. Apenas não muito provável e dentre eventos prováveis, sempre haverá um improvável.

AXA XL divulga estratégia para gestão de carbono

O compromisso e o roteiro para descarbonizar as operações da AXA XL estão em linha com a meta de limitar o aquecimento global a menos de 1,5° C

A AXA XL apresentou sua Estratégia de Gestão de Carbono, que visa acelerar sua contribuição para a transição para uma economia mais sustentável e menos intensiva em carbono até 2050.

A estratégia, que se alinha às metas do Grupo AXA e aos objetivos do Acordo de Paris, destaca o compromisso e o roteiro da AXA XL para descarbonizar suas operações a fim de atingir a meta de limitar o aquecimento global a menos de 1,5 ° C.

Nosso objetivo é construir um planeta mais resiliente e não é segredo que uma mudança no clima e seus impactos no meio ambiente apresentam à nossa indústria uma série de desafios e oportunidades potenciais. Mas ações eficazes de Responsabilidade Corporativa devem começar por colocar nossa própria casa em ordem, fazendo tudo o que podemos para economizar energia, reduzir o desperdício e permitir que todos os nossos colegas adotem comportamentos de trabalho mais ecológicos. Como seguradora líder global, nosso papel deve ser o de garantir que estamos fazendo tudo que podemos para tornar nossos clientes e nossas comunidades melhor equipados para um mundo potencialmente mais quente, disse Scott Gunter, CEO da AXA XL.

O plano de gestão de carbono é um foco central da estratégia da AXA XL, que se concentra nas mudanças climáticas, acesso à água e resiliência financeira. Após vários anos de monitoramento detalhado do consumo da organização e usando 2019 como linha de base, a AXA XL identificou as principais alavancas que ajudarão a descarbonizar seu impacto operacional.

Três áreas foram identificadas como fundamentais para a AXA XL trabalhar em direção a uma meta abrangente de limitar o aquecimento global a menos de 1,5 ° C, que é uma meta alinhada à descarbonização prática da indústria. Essas áreas são consumo de energia, movimentação de pessoas (viagens e frota de veículos) e recursos consumidos.

Dentro de cada área, a estratégia estabelece sub-metas para as principais áreas de impacto, incluindo metas absolutas de redução de emissões de gases de efeito estufa (redução de 25%) e de intensidade de consumo de recursos (ver infográfico).

Fonte: Sonho Seguro

Como proteger os dados em época de coronavírus?

Quando temos um sistema funcional é preciso seguir todo um mapeamento, as ferramentas de conformidade com a lei e as que vão além da lei.

Já é sabido que por conta da declaração da Organização Mundial da Saúde da pandemia do novo coronavírus, a maioria das empresas, aquelas que não são de serviços essenciais, tiveram que adaptar a forma de produção e apostar no home office, criando uma fragilização dentro do processo produtivo. Porém, é necessário se atentar como ficam as questões de segurança dos dados, já que muitos colaboradores estão trabalhando de casa com internet própria, podendo surgir movimentos novos que geram falhas na privacidade ou risco de acessos de terceiros, entre outros fatores.

O compliance de proteção de dados tem como o ponta pé inicial o mapeamento de processos, pois é necessário que se estude toda a operação da empresa, em busca de falhas que eventualmente precisam de uma ferramenta de compliance para serem sanadas. Quando temos um sistema funcional é preciso seguir todo um mapeamento, as ferramentas de conformidade com a lei e as que vão além da lei, gerando uma busca de segurança na informação, com base em outras normas e políticas internas da empresa. Assim, é possível ter um sistema de proteção de dados funcional.

Abaixo, listo medidas para proteger os dados da empresa:

1 - Realizar uma análise crítica: é preciso ver todas as operações que podem representar riscos na empresa e, a partir disso, buscar uma análise crítica e avaliação do impacto desses processos. Quando as pessoas fazem uso de acessos, que nunca foram remotos anteriormente, podem liberar sem querer dados importantes, como contratos, dados da empresa e dos clientes, senhas, programas, por exemplo. Mantenha seu navegador, antivírus, firewall e sistema operacional atualizados, cuidado com emails, altere o padrão da sua senha do roteador para uma mais forte, em caso de dúvidas é importante conversar com o técnico de TI.

2 - Treinamento de conscientização: cada dia mais ouvimos dizer que os dados valem ouro, mas por qual motivo?  Eles podem dizer tudo sobre nós: que horas saímos de casa, o que comemos, nosso trajeto, relacionamentos e até a forma que pagamos nossas contas. Por isso é preciso ter um diálogo claro com a equipe e uma conscientização a respeito do uso de dados.  Uma das formas de conscientizar os colaboradores sobre o assunto é por meio de treinamento e instalação de um sistema de proteção de dados, nele será definido quais plataformas devem ser utilizadas, em quais programas é permitido entrar com o acesso do e-mail da empresa, e ações de cibersegurança.

3 - Conte com a ajuda de programas seguros: o primeiro passo é tomar cuidado para ter certeza que utiliza softwares homologados/registrados, legítimos e seguros. O mais indicado é que as empresas disponibilizem um software que permita controle e gestão da soluções e que também ofereça o programa de videoconferência utilizado pelos colaboradores. Nessa época de quarentena as videoconferências se tornam cada dia mais frequentes, além disso, muitos programas que eram acessados pelos computadores da empresa estão rodando em outras máquinas que nem sempre tem um antivírus ou um preparo para que esses dados não sejam perdidos.

Para se ter uma ideia de acordo com o relatório de tendências de trabalho remoto disponibilizado pela Microsoft, o número de acessos da plataforma Microsoft Teams bateu um novo recorde diário de 2,7 bilhões de minutos de reunião em um dia, um aumento de 200%. Outras plataformas também tiveram crescimento do seu número de acessos como é o caso do Skype, Hangouts, entre outras ferramentas de videoconferência. Mesmo com tantas opções no mercado, o melhor é utilizar uma ferramenta segura e indicada pela cibersegurança da empresa, podemos ver um exemplo negativo, no caso do Zoom, bloqueado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), por ter falhas de segurança e permitir acesso não autorizado à câmera e microfone. Por isso, é preciso tomar cuidado com a segurança online também, assim como trancamos as portas do escritório é necessário também prevenir que invadam nosso espaço online.

Fonte: Migalhas / Autor: Rubens Leite é advogado e sócio-gestor da RGL Advogados.

PIB dos EUA no segundo trimestre é revisado para queda de 31,4% em termos anualizados

Segundo o consenso Bloomberg, a expectativa mediana dos economistas para o dado era de queda de 31,7% no PIB

Fonte: Bloomberg / InfoMoney

O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos sofreu uma contração de 31,4% no segundo trimestre de 2020 em termos anualizados, mostrou a terceira estimativa do Departamento de Comércio do país nesta quarta-feira (30).

Segundo o consenso Bloomberg, a expectativa mediana dos economistas para o dado era de queda de 31,7% no PIB. Na segunda estimativa, havia sido registrada uma retração de 31,7% no indicador. Nos primeiros três meses de 2020 o PIB dos EUA já havia sofrido uma contração de 5%.

Foi a queda trimestral mais brusca da atividade da maior economia do mundo em pelo menos 70 anos, uma vez que não havia divulgação trimestral do PIB durante a Grande Depressão da década de 1930.

Este dado dá a dimensão do impacto econômico que teve a pandemia do coronavírus, mas o mercado já esperava conforme disseram analistas, um número catastrófico.

Privatização da Eletrobras terá tratamento especial

Para governo, prioridade é a capitalização para transformar a estatal em ‘corporation’.

Fonte: Monitor Mercantil

Para justificar a necessidade de modernização do setor energético, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse nesta segunda-feira que a prioridade da pasta é o projeto de capitalização da Eletrobras e que o processo de privatização da empresa junto com a lei que estabelece o novo mercado de gás. Ao discursar na abertura do encontro anual dos agentes do setor elétrico (Enase), o ministro afirmou que a privatização da estatal vai ter tratamento especial no Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

A Eletrobras segue como prioridade no ministério em relação a pauta de capitalização. Esse processo possibilitará a constituição de uma grande corporation brasileira no setor de energia, como as diversas que existem atuando no mundo e no Brasil.

O projeto de lei de privatização da Eletrobras, encaminhado ao Congresso Nacional pelo governo, em novembro de 2019, enfrenta resistência por parte do Senado, em razão do papel estratégico da empresa em diversas regiões do país. A Eletrobras é responsável por 30% da geração de energia no país e por 50% da transmissão, sendo o maior ator do país nesse segmento.

A ideia do governo era de fazer a privatização da empresa ainda este ano, mas ainda não foi criada a comissão especial por onde a proposta começa a tramitar e nem foi escolhido um relator.

O ministro também citou como prioridade da pasta a aprovação do Projeto de Lei (PL) 4476/20, que trata da abertura do mercado de gás. O texto está em tramitação no Senado. Entre outros pontos, a medida fixa a necessidade de uma autorização no lugar de concessão pública para o transporte de gás natural no país.

A aprovação do PL 4476/20 é muito importante para viabilizarmos o novo mercado do gás. Essa política considera a oferta interna do gás pode até mais do que dobrar em 2029 e que precisamos viabilizar uma efetiva competição no mercado de gás, inclusive por meio da desverticalização das atividades, para que esse aumento de oferta se reflita na redução do preço de gás e assim de custo para a economia brasileira, afirmou.

Conta-Covid

No encontro virtual, o ministro listou ações tomadas pela pasta no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus para reduzir os impactos financeiros no setor. Entre as medidas está a criação da Conta-Covid. A proposta, aprovada em junho pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), autorizou a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) a realizar empréstimos bancários para cobrir os déficits ou antecipar receitas das distribuidoras de energia até dezembro de 2020.

O ministro falou ainda sobre o pagamento antecipado de um encargo tarifário, a Conta ACR, responsável no ano passado por evitar. segundo o ministro, um aumento maior nas contas de energia elétrica. Ele também ressaltou a Medida Provisória (MP) 950/20, que concede descontos nas contas de luz para quem tem consumo mensal máximo de 220 quilowatt-hora (kWh/mês). Entretanto, como o texto não foi votado pelo Congresso, a medida perdeu validade em meados de agosto.

Albuquerque também citou a aprovação no Congresso Nacional do projeto de lei trata da repactuação do risco hidrológico de geração de energia elétrica, também denominado GSF (sigla em inglês de Generation Scalling Factor). Ele resolve um impasse de débitos do risco hidrológico no mercado de curto prazo, que acumula R$ 8,7 bilhões em valores não liquidados.

NOVIDADE NO SETOR DE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA POR USINAS EÓLICAS OFFSHORE

O governo do Japão publicou, no mês de junho de 2020, edital de licitação para a contratação de geração de energia elétrica por usinas eólicas offshore.

O certame é o primeiro a ser realizado após o Japão ter publicado, em novembro/2018, lei que tem por objetivo promover o desenvolvimento de geração de energia eólica offshore (Act on Promotion of Use of Marine Areas for Development of Marine Renewable Energy Generation Facilities).

Em linhas gerais a referida lei estabelece os critérios para a seleção de áreas marítimas para alocação de plantas de geração eólica e a obrigação de realização de licitação pública para a contratação da energia gerada por estas plantas.

Tal como se dá no Brasil, o edital estabelece os critérios de habilitação jurídica, técnica e econômico-financeira para participação das empresas. Dentre as exigências, destaca-se o fato de que o licitante deverá ser empresa com sede no Japão, podendo seus controladores serem estrangeiros.

O critério de seleção da melhor proposta levará em consideração não só o preço oferecido, mas, também: (i) a experiência do licitante na atividade; a análise de risco do empreendimento; programa de redução de custos oferecido; a tecnologia empregada no projeto; e (ii) o grau de colaboração que o licitante tem, em outros projetos, com agentes públicos locais.

O edital estabelece que o licitante tenha que oferecer garantias em três fases distintas, na medida em que o processo licitatório avança.

O contrato terá prazo de 30 anos, sendo estabelecidas datas limite para análise de impacto ambiental, construção da planta, operação e descomissionamento.

Adicionalmente, o governo japonês está preparando, para lançar em breve, licitação para outras áreas.

No Brasil, não há ainda plantas de geração eólica offshore.

No entanto, segundo a minuta do Relatório do Plano Nacional de Energia 2050 (PNE 2050), a matriz energética brasileira deve estar preparada para ter um grande percentual de geração variável não controlável (eólica e solar). Estudo realizado pela Empresa de Pesquisas Energéticas (EPE) aponta que existe potencial técnico para a geração de energia elétrica por usinas eólicas offshore de cerca de 700 GW em locais com profundidade até 50 metros.

Nesse sentido, se destaca que em agosto de 2020, uma empresa petroleira estrangeira, que atua no Brasil, apresentou ao Ibama pedido de licenciamento para a construção de dois parques eólicos offshore com potência de 2 GW cada. Contudo, o estudo de impacto ambiental (EIA/Rima) foi reprovado pelo instituto em parecer divulgado dia 06/08.

As plantas deverão ser construídas em águas jurisdicionais brasileiras, a cerca de 20 km da costa dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, com profundidade entre 15 e 35 metros.

As plantas serão dotadas de 320 geradores com potência de 12 MW cada.

Setor de transporte de cargas e logística dá novos sinais de recuperação

O setor de transporte foi um dos mais afetados por causa da pandemia da Covid-19, e é por isso que pensar em soluções, ao invés de focar nos problemas, é essencial para a recuperação deste segmento.

Por esta razão, o Instituto de Transporte e Logística, mais conhecido como ITL, promoveu recentemente, o webinar Impactos financeiros da crise no sistema de transporte e perspectivas futuras. Nas discussões do evento online, foi possível perceber que o setor de transporte de cargas já está vivendo um momento de retomada.

Hoje, o transporte de cargas já está atuando com por volta de 90% do volume de antes da crise, destacou Vander Costa, presidente da CNT (Confederação Nacional de Transportes). Já estamos nos recuperando e esperamos alcançar, no último trimestre deste ano, os mesmos números de 2019. A indústria de caminhões pesados já tem pedidos para 2020. Além disso, houve um deslocamento do consumo, e a carga fracionada passou para o e-commerce. Assim, novas necessidades estão sendo criadas. Isso gira a economia, comenta ele.

O presidente também destacou as medidas do governo federal para proteger empregos. O governo foi ágil. Ao permitir a redução de jornada e trabalho, veio uma estabilidade. Nos próximos meses, não devemos ter demissões.

Para Reginaldo Nogueira, diretor do Ibmec (Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais) de São Paulo e do Distrito Federal, no começo da pandemia da Covid-19, a grande preocupação das empresas era o caixa, e quem soube controlá-lo sobreviveu. As empresas que controlaram o caixa e renegociaram os pagamentos conseguiram atravessar o segundo trimestre, que foi o pior momento. O acesso ao crédito também foi muito importante. A dificuldade ficou para as empresas menores, que acabaram esbarrando na burocracia. A lição que fica é que a ação estatal e a política precisam ter flexibilidade e rapidez, destaca ele.

Ainda falando sobre a retomada, Reginaldo Nogueira destaca que será diferente para quem se preparou. O retorno não será ao que tínhamos antes da pandemia. A retomada é diferente, e as empresas estão se preparando. Nesse sentido, elas ainda precisam se manter atentas às despesas e à evolução do mercado, comenta ele.

Fonte: CNT

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Mercado de Trabalho / Oportunidade

Insurance and Guarantees Coordinator / AES Tietê / São Paulo, SP.

Present in Brazil for 20 years, AES Tietê acts as an electric energy solutions company, built in partnership with our customers. From the trading of the energy generated by our hydraulic, wind and solar plants to the development of small and large scale renewable energy solutions, we present ourselves as enablers of the integration of sustainability into our clients' businesses.

Summary:

Responsible for contracting and monitoring all insurance of AES Brasil companies, financial guarantees (sureties and insurance guarantees) of a commercial, financial, legal or operational nature. The report will be direct to Financial Director and it will lead a middle analyst.

Responsibilities:

Administer AES Brasil's insurance policies in order to minimize the corporation's residual risk.

Keep insurance policy in force and updated in order to provide guidelines for managing the area and minimize the cost of risk.

Guide the execution of planning and implementation of recommendations.

Manage cooperation agreements with financial institutions and insurance companies to offer massified products and services, with a view to increasing revenue for the company.

Ensure that the company's main risks are adequately protected, in line with the risk transfer and retention policy.

Promote insurance talks, detailing information on insurance contract obligations.

Disseminate the culture of insurance and risk management in the company.

Comprehensive understanding of the national and international market as well as the regulations involved in insurance, reinsurance

Ensure the correct update of the claims database

Search for the best alternative for covering risks, between guarantees and guarantee insurance

Qualifications:

Education level requested is master degree with technical courses in Insurance, Administration, Engineering or related areas.

Experience of 7 years minimum

Fluent English is required

LOCAL: São Paulo - SP

The AES Tietê values diversity, inclusion and continuous development. We´re oriented by customer, innovation and working in a collaborative way and this only happens when we´ve a diverse environment by socioeconomic, age, gender, ethnicity, sexual orientation, identity, disability or religion.

Fonte: Linkedin / Interessados: enviar CV para: cinthia.vicente@aes.com

Analista de Gestão de Seguros na São Martinho

Nome da empresa: São Martinho / Localidade da empresa: Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

Conhecimentos desejáveis: gestão de apólice de seguros: patrimonial, responsabilidade civil, D&O, ambiental, frotas, máquinas agrícolas e seguro garantia, contabilidade básica, conhecimento em pacote Office e SAP.

Principais atividades: elaborar orçamento anual de seguros; acompanhar o processo de contratação/renovação das apólices de seguros, suportando com informações pertinentes ao processo; intermediar a regulação de sinistros e propor melhoria contínua no processo; controlar os endossos de inclusão e exclusão de bens da apólice; realizar lançamento de faturas para pagamento e de prêmio; contabilizar mensalmente os valores de seguro; elaborar relatórios e acompanhar indicadores de desempenho.

Local de trabalho: CSC / São Martinho / Pradópolis/SP.

Setor: Biotecnologia

Tipo de emprego: Tempo integral

Funções de trabalho: Financeiro

Descritivo da vaga: Analista de Gestão de Seguros

Detalhes da vaga / Requisitos: bacharelado em Administração, Engenharias, Economia ou áreas afins.

Conhecimentos específicos: sistema SAP,  Excel e PowerPoint avançados.

Conhecimentos desejáveis: gestão de apólice de seguros: patrimonial, responsabilidade civil, D&O, ambiental, frotas, máquinas agrícolas e seguro garantia, contabilidade básica, conhecimento em pacote Office e SAP.

Principais atividades: elaborar orçamento anual de seguros; acompanhar o processo de contratação/renovação das apólices de seguros, suportando com informações pertinentes ao processo; intermediar a regulação de sinistros e propor melhoria contínua no processo; controlar os endossos de inclusão e exclusão de bens da apólice; realizar lançamento de faturas para pagamento e de prêmio; contabilizar mensalmente os valores de seguro; elaborar relatórios e acompanhar indicadores de desempenho.

Profissionais com deficiência: a São Martinho acredita no seu potencial. Inscreva-se e venha fazer parte do nosso time!

Benefícios: Assistência médica / Assistência odontológica / Cooperativa de crédito / Participação nos Lucros ou Resultados / Programa de treinamentos / Refeitório / Seguro de vida / Vale-transporte

Conheça a empresa São Martinho

São Martinho S/A. A Usina São Martinho, localizada na cidade de Pradópolis (SP), é a maior processadora de cana do mundo, com moagem de 10 milhões de toneladas/safra. Fundada em 1948 e com quase 5 mil colaboradores, a unidade se destaca como referência não apenas pelo porte, mas também pela excelência em seus processos agroindustriais. Diferentes programas de gestão, treinamento contínuo das equipes e sintonia entre as áreas agrícola e industrial, garantem à unidade maior produtividade com custos competitivos. Seu elevado índice de mecanização, um dos maiores entre as grandes do setor, e sua preocupação com o meio ambiente são referências no mercado sucroenergético.

Interessados: https://www.linkedin.com/jobs/view/2173621707

ACESSE AS REVISTAS DO MERCADO:

Revista Apólice: https://www.revistaapolice.com.br/2020/08/edicao-257/              

Revista Cobertura: https://www.dropbox.com/s/yyjt7xejhgkgg8g/REVISTA-COBERTURA_223-BAIXA-1.pdf?dl=0            

Revista Segurador Brasil: https://issuu.com/revistaseguradorbrasil/docs/segurador_159

Caderno de Seguros: http://cadernosdeseguro.funenseg.org.br/secoes.php      

Insurance Corp: https://www.dropbox.com/s/wjeqarh5ehu4aya/IC%20ed%2031%20PDF%20%28baixa%29.pdf   

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II Evento de Seguro de Responsabilidade Civil

Webinar: Com promoção da AIDA e participação da ABGR

Reserve em sua agenda o dia 06/10/2020 (terça-feira), às 17hs, no YOUTUBE / AIDABRASIL. Não percam!!

Tema: Fatores que influem na subscrição do seguro de responsabilidade civil no Brasil e medidas concretas para o sucesso do negócio.

Participação de Christian Mendonça (Membro do Conselho Deliberativo da ABGR)