Gestão de Risco em Obras de Infraestrutura

01, Out. 2020

Gestão de Risco em Obras de Infraestrutura

O seguro de Responsabilidade Civil Geral (RCG) em Obras tem como objetivo indenizar terceiros em função de acidentes que possam ser causados durante a construção

O cenário de pandemia freou a expectativa de melhora econômica do país em 2020, mas os próximos anos devem trazer investimentos em diversos setores de infraestrutura. Seja em portos, aeroportos, rodovias ou ferrovias, seja em energia, saneamento ou telecomunicações, muitas obras são necessárias para o avanço nacional.

Quando se fala em obra, alguns produtos de seguros vêm à mente de corretores e segurados: Riscos de Engenharia e Responsabilidade Civil em Obras. Contudo, tão importante quanto os dois produtos citados é o seguro de Responsabilidade Civil Profissional de Engenheiros, especialmente em um momento em que o país aguarda ansiosamente a retomada de sua economia e a alavancagem de projetos de infraestrutura.

Com os avanços em marcos regulatórios, como o do saneamento, de energia elétrica e de telecomunicações, que vão ampliar a demanda por obras de engenharia, a expectativa do governo federal é de que a infraestrutura seja a protagonista dessa retomada. A União calcula algo em torno de R$ 250 bilhões em contratos até o final de 2022 e pelo menos cem leilões de concessões. Com isso, o tema da proteção ganha corpo outra vez e o mercado de seguros encontra oportunidades a serem aproveitadas.

O seguro de Riscos de Engenharia tem função semelhante à do seguro Patrimonial no canteiro de obras. Seu objetivo principal é garantir que o proprietário da obra mantenha seu patrimônio protegido contra imprevistos, desde os equipamentos até a construção em si. Já o seguro de Responsabilidade Civil Geral (RCG) em Obras tem como objetivo indenizar terceiros em função de acidentes que possam ser causados durante a obra. Já com o seguro de Responsabilidade Civil Profissional (RCP), também conhecido como seguro de Erros e Omissões (E&O), o segurado, seja ele engenheiro profissional liberal ou um escritório de engenharia em personalidade jurídica, estará protegido contra os danos que possa vir a causar a terceiros, em função de eventuais falhas profissionais.

Não importa o quão capacitado seja o engenheiro ou quão sofisticados sejam seus equipamentos, todo ser humano está sujeito a erros. Ou pior, todo profissional está sujeito a ser processado por supostos erros sob sua responsabilidade. E cada engenheiro sabe a culpabilidade que sua assinatura em uma ART pode trazer. Podem-se usar tantos coeficientes de segurança quanto forem necessários, que sempre existirá a possibilidade de uma execução incorreta, de uma supervisão negligente, de um material inadequado, entre outros.

O seguro de Engenharia se encerra com a entrega da obra. Qualquer dano que não tenha sido constatado durante a vigência da apólice ficará sem cobertura. Já o seguro de RCP para Engenheiros poderá oferecer cobertura para o dano identificado em período posterior, uma vez que seu gatilho é a falha profissional, não um acidente durante as obras. Muitos dos problemas somente serão descobertos algum tempo após a entrega do empreendimento, como por exemplo o desabamento da ciclovia Tim Maia ou o recente vazamento em barragem do Eixo Norte da transposição do Rio São Francisco. Nesse momento, a apólice de Engenharia não estará mais vigente, enquanto a de E&O poderá estar.

Apesar de erros de projeto serem a cobertura mais disseminada do RCP para Engenheiros e Arquitetos, há apólices que oferecem cobertura também para erro de execução. Nesse sentido, é importante comentar sobre a existência da extensão de cobertura para subcontratados, de forma que o erro sob responsabilidade do segurado poderá ser coberto mesmo que não tenha sido diretamente cometido por ele. Cobertura para a responsabilidade do segurado em Joint Ventures também permite que a seguradora cubra prejuízos sob responsabilidade do segurado, mesmo que indiretamente causados.

Um dos pontos mais importantes da apólice de E&O é o adiantamento dos custos de defesa. O seguro permite que o segurado contrate advogados para sua defesa e, não havendo algum impeditivo para a cobertura, a seguradora pagará antecipadamente os honorários advocatícios. Tais custos costumam ser elevados, muitas vezes sendo a principal preocupação dos contratantes do RCP.

As contratações do seguro podem ser feitas em apólices anuais e renováveis abrangendo todos os projetos sob responsabilidade do segurado ou de maneira pontual, com uma apólice por projeto específico. É possível que o proprietário da obra exija uma apólice de RCP para seu projeto especificamente, mesmo que já exista uma apólice abrangendo todos os projetos elaborados e executados pelo segurado. Isso acontece porque o limite de responsabilidade da apólice específica apenas poderá ser utilizado por aquela obra, não sendo, portanto, consumido por eventualidades em outras localidades.

Caso a perspectiva de crescimento no número de obras necessárias para o desenvolvimento nacional se concretize, surgirão oportunidades para a contratação do seguro de Responsabilidade Civil Profissional de Engenheiros. Dessa forma, não apenas os acidentes costumeiramente cobertos nas apólices de RCG e Engenharia poderão encontrar amparo no mercado segurador, mas também as chamadas falhas profissionais poderão ter a devida cobertura.

Fonte: Sonho Seguro / Autor: Por Breno Nardy, head de Financial Lines da Austral Seguradora

As Polêmicas da Lei Geral de Proteção de Dados para as empresas no Brasil

Fonte: Revista Cobertura / Por Francisco Gomes Junior

A lei geral de proteção de dados (Lei nº13.709/18 – LGPD) traz inúmeras consequências operacionais para as empresas no Brasil, ao estabelecer uma série de obrigações para o tratamento de dados pessoais no país (aqueles que permitem identificar uma pessoa natural).

Para obedecer a LGPD, as empresas devem realizar uma série de alterações sistêmicas, jurídicas e de segurança visando o tratamento adequado aos dados pessoais. Estima-se que o custo dessas adaptações para uma empresa de médio porte seja em média de 500 mil reais, o que explica o resultado de pesquisas de mercado que indicam que cerca de 60% das empresas ainda não as realizaram integralmente.  

A LGPD é salutar ao objetivar a preservação de dados pessoais, estabelecendo procedimentos necessários na era digital. Dados pessoais tornaram-se mercadorias valiosas e tratá-los de forma adequada exige das empresas mudanças operacionais e culturais, todas bastante trabalhosas, o que foi entendido pelo próprio legislador ao determinar um intervalo amplo entre a edição da lei e sua vigência.

Mas a vigência da lei foi precedida de grande confusão. A vigência inicial (agosto de 2020) foi adiada por Medida Provisória para maio do próximo ano. Buscando a melhor data, a Câmara dos Deputados estabeleceu a vigência a partir de 31 de dezembro de 2020, porém, o Senado ao não apreciar a MP no prazo legal, manteve a vigência original, em uma reviravolta surpreendente. Com a sanção presidencial a lei já está em vigor.

Na opinião de algumas autoridades legislativas, a atabalhoada vigência imediata da LGPD não representou maior impacto. Ledo engano. A LGPD foi aprovada em agosto de 2018, com vigência programada para agosto de 2020. Nas empresas com orçamento anual, a despesa para implementação passou a ser prevista no budget de 2019 e 2020, enquanto em empresas de orçamento plurianual ou business plan de longo prazo a previsão orçamentária foi alocada em 2020 e 2021. Mas como sabemos, o ano de 2020 mostrou-se atípico, motivo pelo qual buscou-se o adiamento da vigência da lei para dar algum fôlego às empresas.

A pandemia do coronavírus gerou queda de receitas e o risco de continuidade operacional para grande parte do mercado de pequenas e médias empresas. Quando o Poder Executivo por meio de MP propôs o adiamento e a Câmara acenou positivamente a solicitação, transmitiram ao mercado que buscava-se evitar maiores despesas para as empresas e com isso empresas em dificuldade financeira utilizaram recursos para custear despesas prioritárias, como custos fixos, adiando as despesas com a implementação da LGPD para o período pós pandemia.

E de atropelo, tudo mudou. Alterou-se o que vinha sendo sinalizado às empresas para colocar a lei em vigência imediata, atitude que soou como casuística.  No dia seguinte à MP converter-se em lei, criou-se por decreto a ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados) a entidade fiscalizadora do cumprimento da lei, que a bem da verdade não pode ser conceituada como uma agência reguladora, como bem manifestou o Presidente da Câmara dos Deputados.

As agências reguladoras possuem autonomia, inclusive orçamentária para atuação. Esses elementos são fundamentais para blindá-las de influências políticas, para serem instituições de Estado e não de Governo. Pois bem, a ANPD nasce vinculada diretamente à Presidência da República, sem autonomia, o que torna necessária uma alteração legislativa para correção desse problema que coloca em risco a sua independência funcional.

Outro ponto que merece destaque diz respeito à capacidade fiscalizatória e sancionatória. A LGPD prevê a ANPD como entidade responsável por tais atos (ainda que as sanções somente passem a vigorar em agosto de 2021), mas avizinha-se um conflito de atribuições pois os PROCONs já declararam que atuarão sempre que houver a violação de algum dado em relação consumerista e o Ministério Público zelará pela tutela dos interesses difusos e coletivos, incluindo-se a proteção de dados.

Ao não haver previsão legal expressa, como em outros setores regulados, um mesmo ato poderá gerar mais de uma sanção por entes diferentes, o que é vedado por lei. O conflito existirá, mais ou menos tempo, e será dirimido pelo Poder Judiciário.

Já com base na LGPD houve a propositura da primeira Ação Civil Pública por Ministério Público do Distrito Federal contra uma empresa para eliminar dados pessoais tratados de forma irregular, conforme diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).  A ação foi indeferida e o processo extinto por falta de interesse processual do MP no caso específico, mas torna evidente que variadas instituições atuarão para que a LGPD seja seguida e note-se, tudo isso antes do período sancionatório previsto para iniciar-se em agosto de 2021.

O cenário gera insegurança jurídica e exigirá definições por parte dos Tribunais, o que nem sempre ocorre com a agilidade desejada. E isso sem tratar de dispositivos da LGPD que são polêmicos, tais como as decisões automatizadas previstas no art. 20. As decisões automatizadas, algorítmicas, deverão ser fundamentadas, revistas e explicadas, o que levará ao questionamento dos seus parâmetros e em última instância, ao questionamento do modelo de negócio de várias empresas.

Segredos de negócio são vantagens competitivas, protegidos por acordos de confidencialidade até mesmo com os próprios empregados das empresas e romper essa proteção algorítmica representará uma ruptura no modelo de capitalismo de vigilância vigente globalmente. Este ponto certamente também dependerá da consolidação jurisprudencial ao longo dos próximos anos, já que decisões automatizadas estão presentes no cotidiano, em sistemas de pontuação para concessão de créditos, financiamentos, publicidade direcionada e até mesmo em feeds de redes sociais.

Tratar de todos os temas polêmicos da LGPD exigiria mais do que um artigo, um livro, mas neste espaço o objetivo é de provocar a reflexão e a discussão do que se entende de maior relevância sobre uma lei que se equivale em importância ao Código de Defesa do Consumidor na década de 90.

Grupo Allianz divulga Relatório de Riqueza Global 2020

Relatório aponta que os ativos financeiros globais aumentaram 1,5% no primeiro semestre de 2020, impulsionados pelo rápido aumento dos depósitos bancários

O Grupo Allianz divulgou hoje, 30 de setembro, a 11ª edição do Relatório de Riqueza Global da Allianz 2020, material que traz a situação de ativos e dívidas de famílias em quase 60 países de maneira detalhada. Entre os destaques, o estudo aponta que o ano 2019 teve um bom desempenho, com aumento dos ativos financeiros brutos em 9,7%, atingindo 192 trilhões de euros. Outro ponto que chama a atenção no relatório é o crescimento dos ativos financeiros globais em 1,5% nos primeiros seis meses do ano, além do Brasil figurar em 39º lugar no ranking de riquezas dos países, com um patrimônio líquido per capita de 6.796 €.

O crescimento apontado no ano passado foi o maior já reportado desde 2005, o que surpreende, principalmente por 2019 ter sido marcado por uma inquietação social, aumento dos conflitos comerciais crescentes e uma recessão industrial. Mas essa evolução é atribuída à desvinculação dos fundamentos por parte dos mercados de ações, disparando 25% impulsionados pela inversão do curso dos bancos centrais, que embarcaram em uma flexibilização monetária de base ampla. A classe de ativos de títulos negociáveis aumentou 13,7% em 2019. No século 21, nunca o crescimento foi tão rápido.

Com a covid-19 levando a economia mundial para a sua mais profunda recessão em 100 anos, bancos centrais e autoridades de fiscalização protegeram as famílias privadas das consequências da crise com bazucas monetárias e fiscais. A estimativa é que essas famílias tenham recuperado suas perdas e aumentado seus ativos financeiros em 1,5%, por meio de depósitos bancários que, beneficiados com esquemas de apoio público e poupanças preventivas, aumentaram incríveis 7%. Esses movimentos devem fazer, muito provavelmente, que as famílias privadas encerrem o ano da pandemia no azul.

Falando do Brasil, um destaque é a mudança na estrutura dos ativos das famílias desde a virada do milênio. Os investidores brasileiros abandonaram os instrumentos seguros de investimento e passaram a apostar em títulos negociáveis. Em 2019, a participação dos brasileiros em títulos negociáveis como porcentagem do total de ativos financeiros era de 54%, contra 33% em 2000. Mas esta evolução, no entanto, nos torna mais vulneráveis a crises nos mercados financeiros. Até setembro de 2020, a B3 não tem conseguido recuperar as perdas sofridas em março, à época do início da pandemia.

De acordo com o coautor do relatório, Arne Holzhausen, a América Latina tem sido uma das regiões mais afetadas pelo choque econômico da pandemia, mas uma recuperação ainda é considerada. Investidores brasileiros podem comandar a mudança, colocando seu dinheiro onde há mais chances de criar um impacto positivo, seja em investimentos verdes ou socialmente responsáveis, diz.

Fonte: Revista Apólice

Seguros garantia, paramétrico e cibernético avançam com a pandemia

Empresas levantaram na Justiça do Trabalho pelo menos R$ 33 milhões que estavam depositados em juízo para assegurar dívidas trabalhistas de acordo com a Data Lawyer Insights

Entre as várias modalidades de seguros, três deles avançam com personalidade própria diante da pandemia, diante da iniciativa de grupos de executivos de resolver problemas financeiros de seus clientes e também do próprio mercado, com riscos ocorridos e que estão excluídos dos contratos. Como ninguém está com margem para entrar em duelo com clientes, principalmente com a competição acirrada como está, a melhor saída é apoiar na solução de conflitos.

O garantia judicial tem sido uma das opções de empresas para levantar, na Justiça do Trabalho, pelo menos R$ 33 milhões que estavam depositados em juízo para assegurar dívidas trabalhistas ou garantir o direito de recorrer. Em meio à pandemia, os valores foram substituídos por seguro garantia, com base em entendimento favorável do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Neste ano, até o dia 18 deste mês, a Justiça do Trabalho recebeu 12,2 mil pedidos de substituição de dinheiro por seguro, quase 50 vezes mais que em 2019, com um total de 254. Esses processos somam cerca de R$ 150 milhões, de acordo com a Data Lawyer Insights, informa o Valor.

Outra boa notícia do dia vem do Lloyd’s of London, principal mercado de seguros do mundo, que acaba de anunciar um novo seguro paramétrico para cobertura de Lucros Cessantes por perturbação e paralisação de serviços de TI dos segurados. A cobertura será acionada por um critério paramétrico, pagando automaticamente sempre que os serviços críticos de informática do segurado forem atingidos, tais como cloud, e-commerce ou sistemas de pagamentos. O propósito de desenvolvimento do produto é reduzir de forma significativa o tempo de regulação dos sinistros e pagamento das indenizações. Ao que tudo indica, os seguros paramétricos passarão a ser adotados cada vez mais para diferentes tipos de riscos, na tentativa de recuperar a reputação do mercado, fortemente abalada pelas disputas surgidas em razão das negativas de indenização por interrupção de negócios, em razão dos efeitos da pandemia.

O seguro cibernético também avança com força com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrou em vigor há duas semanas e responsabiliza empresas pelo vazamento de informações de seus clientes, deve impulsionar a demanda por seguros contra riscos cibernéticos. A nova regra tem potencial para multiplicar por 20, em dois anos, a receita das seguradoras com esse tipo de apólice, segundo a F.Torres Advogados, especializado em seguros e resseguros. A projeção do escritório toma como base resultado de 2019, quando prêmios emitidos para seguros contra riscos cibernéticos somaram R$ 20,7 milhões. O número já foi superado em 2020, em razão dos ataques virtuais nos primeiros meses da pandemia. De janeiro a julho, foram R$ 20,8 milhões em prêmios, traz o Estadão.

Fonte: Sonho Seguro   

Novas regras no seguro seguem a lei da liberdade econômica

Fonte: CQCS

O mercado tem pouco mais de uma semana para elaborar sugestões referentes à consulta pública realizada pela Susep visando a editar novas regras para a estruturação e comercialização de contratos de seguros para cobertura de grandes riscos. Através dessa consulta, que termina no próximo dia 09 de outubro (sexta-feira), a autarquia quer ouvir a avaliação do setor privado sobre os dispositivos incluídos na minuta de resolução que trará mudanças profundas, oferecendo maior liberdade para o desenvolvimento de produtos.

A Susep realizou mais uma webinar para discutir essa proposta, na sexta-feira passada. Na ocasião, a superintendente do órgão regulador, Solange Vieira, voltou a afirmar que as mudanças trarão um intenso desenvolvimento do setor, através da maior liberdade para o mercado. Aliás, a lei da liberdade econômica estabelece que o setor privado estabeleça suas regras, lembrou.

Já o coordenação-Geral de Grandes Riscos e de Resseguros da autarquia, Diogo Ornellas, enfatizou que a futura norma será diferente e tudo o que a Susep fazia. Antes, eram regras prescritivas para o setor. Mas, entendemos que no grande risco existe demanda pela flexibilização, em aderência à lei de liberdade econômica. Agora, o viés é menos prescritivo, exclusivamente grandes riscos, salientou.

No evento, a Susep deixou claro que o foco será direcionado para a simplificação dos contratos de seguros de grandes riscos para que se possa ampliar a oferta de produtos e serviços e reduzir custos. Até 2023, queremos simplificar a regulação do mercado de seguros para que se crie um ambiente favorável à concorrência, sintetizou o diretor da autarquia, Danilo Moura.

STF encerra discussão sobre venda de refinarias sem votos do ministro; sessão deve ser retomada nesta 5ª

As discussões sobre as desestatizações ocorrem em momento em que a Petrobras tem processos avançados para venda de refinarias

Fonte: InfoMoney

O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou a sessão nesta quarta-feira (30) sobre a possibilidade de venda de refinarias pela Petrobras (PETR3;PETR4) sem aprovação legislativa sem que houvesse a votação dos ministros sobre o tema. A sessão deve ser retomada na próxima quinta.

Foram feitas as sustentações orais da defesa da Petrobras e do Senado. Vale destacar que o julgamento teve início após pedido das Mesas-Diretoras da Câmara dos Deputados, do Senado e do Congresso, que argumentaram que a eventual venda das refinarias iria contra uma decisão anterior do Supremo no ano passado, segundo a qual seria necessário aval do Congresso para a venda de ativos de uma empresa-matriz.

Segundo Tales David Macedo, advogado da estatal, o programa de reorganização do portfólio de ativos da estatal, que prevê a venda de oito refinarias, é vital para a saúde da companhia que permanece como a petroleira mais endividada no mundo.

O programa de reorganização do portfólio de investimentos é vital à saúde financeira da companhia. A Petrobras continua a ser a petroleira mais endividada do mundo, disse ele, citando dívida de US$ 91 bilhões. É fácil compreender que não está a se falar de dilapidação do patrimônio, pois, ao se desinvestir para reinvestir, o que está fazendo é construir uma empresa mais sólida, maior, mais eficiente, resiliente e competitiva, reforçou.

O defensor destacou que o modelo de constituição de subsidiárias para a venda de refinarias, questionado pelo Congresso na ação no Supremo, é o que mais agrega valor ao ativo, sendo o meio mais eficiente. Ele disse ainda que a eventual venda das unidades de refino da Bahia (Rlam) e do Paraná (Repar) representam apenas 3% dos ativos da estatal.

Pouco antes, o advogado-geral do Senado, Thomaz Henrique de Azevedo, disse em sua sustentação que o Congresso não quer inviabilizar a venda das refinarias, mas participar de toda a discussão. Segundo ele, não há rejeição de plano das alienações pretendidas, mas a tentativa de que o Legislativo participe do debate.

A sessão foi encerrada sem a apresentação do voto do ministro Edson Fachin, relator da ação.

Vale destacar que a sessão foi retomada após a votação virtual ser suspensa na última semana pelo presidente da corte, Luiz Fux. Nela, os ministros teriam até 25 de setembro para apresentar seus votos.

Quando a sessão virtual foi suspensa, a Petrobras tinha três votos contrários à tese defendida pela empresa e pelo governo em favor da possibilidade de negociação dos ativos de refino sem aprovação legislativa.

Contudo, segundo informações da Reuters, o placar deve ser apertado a favor do governo, de acordo com três fontes com conhecimento do assunto.

Térmicas a óleo serão substituídas por combinação de renováveis e usinas a gás, diz EPE

Fonte: Megawhatt Energy

O conjunto de termelétricas a óleo combustível e diesel previsto para ser descontratado entre 2022 e 2026 deve ser substituído por uma combinação de projetos de fontes renováveis de energia e térmicas a gás natural, afirmou nesta quarta-feira, 30 de setembro, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Thiago Barral. Segundo ele, a forma de contratação desses novos empreendimentos, porém, ainda está sendo estudada pelo Ministério de Minas e Energia.

A substituição dessas térmicas [a óleo e diesel] deve se dar por uma combinação por [fontes] renováveis por termelétricas a gás. Isso traz um efeito de melhoria da nossa estrutura e nosso mix de fontes, afirmou Barral, em entrevista coletiva por meio eletrônico, após participar do Encontro Nacional dos Agentes do Setor Elétrico (Enase).

De acordo com análise feita pela MegaWhat, o volume de energia de térmicas a diesel e óleo a ser descontratado entre 2022 e 2026 soma 2.195 megawatts (WM) médios.

Essa nova estratégia difere do plano anterior do governo, que previa a substituição dessas térmicas basicamente pela contratação de usinas a gás natural e carvão por meio de um leilão de energia nova e existente, que ocorreria no primeiro semestre do ano. O certame, porém, foi cancelado devido aos efeitos da pandemia de covid-19.

Questionado sobre como seria a nova forma de contratação de energia para substituir as térmicas a diesel e óleo, Barral afirmou que não há uma decisão sobre o tema. Estamos olhando diferentes modalidades de leilões de energia nova e de energia existente. O Ministério de Minas e Energia não concluiu esse modelo, completou.

Segundo o executivo, não há mais tempo hábil para realização de leilões. Estamos fazendo o planejamento de 2021, 2022 e 2023, afirmou.

Orçamento

Barral também contou que, com relação ao orçamento da estatal para 2021, cerca de 65% dos recursos voltados para despesas discricionárias (por exemplo: aluguel, energia, telefone, contratação de consultorias e modelos, etc), de um total de R$ 40 milhões, estão contingenciados, na proposta de Lei Orçamentária para o próximo ano, no Congresso.

Para destravar esses recursos, são necessárias emendas na proposta. Estamos com o apoio do Ministério de Minas e Energia buscando reverter essas condições, completou Barral.

O orçamento da EPE para 2021 também prevê um valor de R$ 89 milhões para despesas de pessoal. A estatal possui 289 empregados.

Número de empregados com carteira assinada é o pior da série histórica

Dados do IBGE são confirmados pelo Caged, que mostra 850 mil demitidos no ano.

Fonte: Monitor Mercantil

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado, não incluindo trabalhadores domésticos, entre maio e julho de 2020, foi estimado em 29,4 milhões, menor número já registrado na série histórica, iniciada em 2012. Isso representa queda de 8,8% (redução de 2,8 milhões de trabalhadores) em relação ao trimestre móvel anterior e de 11,3% (menos 3,8 milhões), na comparação com o mesmo período de 2019.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do IBGE. A analista da pesquisa, Adriana Beringuy, destacou que, pela primeira vez, o número de carteiras de trabalho assinadas ficou abaixo de 30 milhões.

O ponto máximo da forma de inserção da carteira na série foi no trimestre de maio, junho e julho de 2014, e posteriormente a perda deste tipo de vínculo nos últimos anos muito em função do avanço do trabalho informal, disse.

O Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) confirma as perdas. O saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada pelo segundo mês consecutivo (249.388 em agosto) não foi suficiente para zerar as perdas em abril, maio e junho. No acumulado do ano, 849.387 trabalhadores com carteira foram demitidos (saldo de dispensas menos admissões).

O número de empregados sem carteira assinada no setor privado chegou a 8,7 milhões de pessoas, um recuo de 14,2% (menos 1,4 milhão de pessoas) ante o trimestre móvel e de 25,4% (menos 3 milhões) na comparação com o mesmo trimestre de 2019, segundo o IBGE.

O número de trabalhadores por conta própria, que soma 21,4 milhões de pessoas, teve queda de 8,4% (menos 2 milhões de trabalhadores), na relação com o trimestre móvel anterior e de 11,6% (menos 2,8 milhões) na comparação com o mesmo período de 2019.

Correio Real britânico adota vans elétricas em Londres

A eletrificação chegou ao correio britânico, com nove unidades de um veículo movido a energia renovável. As vans vermelhas movidas a bateria foram desenvolvidas pela Arrival Electric Vehicles.

Operando com pesos de até 7,5 toneladas, rodarão distribuindo encomendas no centro de Londres.

Há outros veículos eletrificados na frota do Correio Britânico, com 100 vans elétricas Peugeot (de menor porte), que foram encomendadas e serão colocadas em serviço em outras cidades na região metropolitana de Londres.

Antes de adotar estes veículos, foram feitos testes com outros modelos propostos pela empresa de logística UPS.

Automonia

A autonomia a plena carga das novas vans chega a 240 quilômetros com carga total, o que é, portanto, suficiente para o uso dos veículos. O Correio Real Britânico não é o único serviço europeu a adotar a eletrificação: na Alemanha a internacional DHL também está adotando veículos elétricos na última milha.

Transição energética: dos estoques para os fluxos

A gestão da confiabilidade do suprimento elétrico centrada nos estoques de água exige que a logística do GN assuma os riscos hidrológicos

Até a revolução industrial, a vida social esteve assentada nos fluxos energéticos locais. Ao centrar suas atividades nos combustíveis fósseis, a revolução industrial reestruturou a vida social em torno dos seus estoques acumulados pela natureza. A relocalização e a concentração espacial da vida social, viabilizadas pelo uso desses estoques, provocaram aumentos na produtividade do trabalho, que redundaram em substancial incremento do bem estar nas sociedades industriais.

Com o tempo, aprendemos que a queima desses estoques tem um efeito colateral grave. Ela provoca a concentração de CO2 na atmosfera, elevando a temperatura no planeta. A transição energética dos estoques de combustíveis fósseis para os fluxos de energias renováveis tem por objetivo evitar esse problema.

No Brasil, a transição energética foi iniciada precocemente. Sem estoques relevantes de combustíveis fósseis, nossa política energética voltou-se para a expansão dos fluxos de biocombustíveis e de hidroeletricidade para suprir o processo de industrialização. Os estoques de petróleo permaneceram exercendo papel central na gestão do mercado de combustíveis, porém a gestão do mercado elétrico foi centrada nos estoques de água dos reservatórios hidrelétricos. Essa situação favoreceu a expansão das fontes renováveis, porém delegou a confiabilidade do fornecimento elétrico à gestão dos estoques de água.

Realizada pelo ONS com o apoio de modelos computacionais, essa gestão exige a ampliação dos estoques de água para evitar a necessidade de racionar o suprimento de eletricidade em situações de hidrologia desfavorável, como ocorreu no início da década passada. Porém, a resistência das comunidades locais à construção de novos reservatórios tem exigido do sistema elétrico a ampliação do uso dos estoques de combustíveis nessa gestão.

Nesse contexto, o gás natural (GN) é visualizado como combustível prêmio para cumprir essa tarefa, pois oferece o benefício adicional de servir como âncora para a expansão da logística de dutos necessária para a substituição de derivados de petróleo na matriz energética. Contudo, a gestão da confiabilidade do suprimento elétrico centrada nos estoques de água exige que a logística do GN assuma os riscos hidrológicos. Vale dizer, as centrais térmicas têm que assumir o risco de ociosidade de sua logística de suprimento de GN nos longos períodos de hidrologia favorável.

Na prática, a importação de GNL, a preços de curto prazo (spot), tem sido adotada pelas centrais térmicas para mitigar esse risco. Essa solução viabiliza a expansão dos fluxos de energias renováveis no suprimento elétrico, porém torna a confiabilidade do sistema elétrico brasileiro refém do mercado internacional de GNL.

A descoberta de vastos reservatórios de hidrocarbonetos offshore aumentou significativamente nossas reservas de GN. Esse contexto cria condições objetivas para que essa vulnerabilidade seja removida. Para tanto, é indispensável a ampliação de nossa incipiente logística para colocar o GN doméstico à disposição do mercado elétrico.

A gestão dos fluxos elétricos centrado nos estoques de água é uma das principais barreiras para essa expansão. Sem que os geradores (térmicos e hidrelétricos!) possam decidir autonomamente o despacho econômico de suas centrais, o GNL importado continuará a garantir a confiabilidade do suprimento elétrico. E o estoque de GN doméstico não contará com a alavanca para a expansão de sua logística proporcionada pelo mercado elétrico.

O debate no Congresso de um novo arcabouço regulamentar para o mercado do GN deve contemplar mudanças profundas na sistemática atual de gestão dos estoques de água para que o desejado choque de energia barata se torne realidade.

Fonte: Brasil Energia / Autor: Adilson de Oliveira é professor titular da Catedra de Energia

Saiba como atua o gerente de riscos, profissional estratégico para as companhias

No Brasil, 90% dos executivos não estavam preparados para lidar com a crise atual, isso mostra a importância do gerente de riscos.

Por Monique Lima / Revista Você S.A.

Para Anderson Abreu dos Santos, gerente geral de segurança empresarial e risco da VLI: o momento é oportuno para a carreira.

Antes de 2020, cogitar uma pandemia tão drástica quanto a da covid-19 só seria admissível em filmes apocalípticos. Prova disso é o resultado da pesquisa do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), que mostrou que 90% dos executivos de 205 companhias nacionais não estavam preparados para lidar com crises desse porte, e nem as próprias empresas estavam prontas.

O levantamento revelou que apenas 28% das organizações tinham um plano estruturado de gerenciamento de crise. Essa é uma situação realmente inesperada, mas o que se vê é que, como poucos empresários tinham preparação para lidar com tamanho revés, a grande maioria descobriu somente agora a importância da área de risco, diz Ana Carolina Jacob Manzoli, professora na FGV-Eaesp.

O profissional responsável pela mensuração de riscos e identificação de possíveis cenários danosos para a organização ou para o mercado em que ela atua é o gerente de riscos, uma função que não é nova, mas foi ressignificada. Nos últimos anos temos visto como a vulnerabilidade das empresas aumentou. São casos de vazamento de dados, marcas sujeitas aos tribunais das redes sociais, pressões socioambientais, todos fatores que afetam financeiramente as companhias e que cabem ao gerente de risco avaliar, diz Rafael Souto, fundador e CEO da Produtive, consultoria de planejamento e transição de carreira.

A área de riscos é comumente trilhada por profissionais de administração, engenharia financeira e ciências contábeis, como é o caso de Anderson Abreu dos Santos, de 44 anos, gerente geral de segurança empresarial e risco da VLI, empresa de logística de ferrovias, portos e terminais. As oportunidades estão aí, o mercado está aberto para contratações, e a sociedade começou a exigir das empresas esse controle de riscos, diz Anderson, que atua há 20 anos na área.

Rafael Souto dá a dica: A estratégia é estudar os temas e as normativas legais. É uma profissão que exige muito conhecimento técnico. Na equipe de Anderson, por exemplo, se destacam aqueles que possuem habilidades como planejamento, visão do todo e boa comunicação. O contato com a alta direção é constante, assim como com todas as áreas da empresa. Saber se posicionar é fundamental, explica.

Os 10 mandamentos de Murphy que norteiam o Gestor de Riscos

Tudo tende a dar errado. A Natureza está sempre à favor da falha;

Tudo relegado a sua própria sorte tende ir de mal a pior;

Nada é tão ruim que não possa piorar (tudo que começa bem, termina mal e tudo que começa mal, termina pior);

Se algo poderá dar errado, dará. Se algo não pode dar errado, dará também;

Se algo está dando certo, cuidado, algo está errado;

Se existe várias formas de algo dar errado, dará na forma de maior impacto e prejuízo;

Se a solução de um problema parecer fácil, você não entendeu o problema;

Erros sempre acontecem em série;

Toda nova solução cria novos problemas e

Tudo é possível. Apenas não muito provável e dentre eventos prováveis, sempre haverá um improvável.

Curso online Transformação Digital em Gestão de Riscos

Conheça os conteúdos:

Identificação e análise de riscos / Mensuração de riscos de forma qualitativa / Confecção da Matriz de Riscos / Identificação e mensuração de vulnerabilidades / Produção de Heat Maps de vulnerabilidades / Apresentação de ferramentas para controle e mitigação de riscos / Confecção de Fichas de Riscos /

Apresentação dos principais planos em gestão de riscos e Implantação da metodologia de Análise de Riscos Parametrizada em sua empresa.

CURSO ONLINE DE 4 SEMANAS COM 90 HORAS DE CONTEÚDO / RESERVE JÁ SUA VAGA / INÍCIO DIA 12 DE OUTUBRO

Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail: contato@portaldagestaoderiscos.com      

A dinâmica da Transformação Digital

O processo de Transformação Digital em Gestão de Riscos está baseado em três etapas: transferência, aplicação e consolidação do conhecimento.

Durante todo o processo de aprendizado, o aluno terá acesso a uma série de sessões de orientação online com nossos analistas.

1. Na primeira etapa, o profissional é apresentado aos principais conceitos e técnicas da área de gestão de riscos por meio de videoaulas, e-books, exercícios de perguntas e respostas e propostas de atividades dirigidas.

2. Em seguida, nossos analistas apresentam uma série de templates, modelos de entrevistas de risco, fichas e planilhas utilizadas no dia a dia do setor. O profissional é estimulado a começar a aplicá-los imediatamente em seu negócio.

3. Na etapa final, o profissional passa por um aprofundamento dos conhecimentos adquiridos. Isso acontece através de vídeos de dicas rápidas e por meio da apresentação a um software que agilizará o processo de atualizações futuras dos planos de risco da sua empresa.

Ao fim do curso, o profissional poderá ter a metodologia Análise de Riscos Parametrizada implantada ou em avançado processo de implantação em sua empresa.

Saiba mais sobre nossa metodologia baixando gratuitamente o e-book Os Pilares da Gestão de Risco.

Associado à ABGR terá desconto especial peça seu cupom. Inscrições no site: https://portaldagestaoderiscos.com/curso/

Mercado de Trabalho / Oportunidade

Insurance and Guarantees Coordinator / AES Tietê / São Paulo, SP.

Present in Brazil for 20 years, AES Tietê acts as an electric energy solutions company, built in partnership with our customers. From the trading of the energy generated by our hydraulic, wind and solar plants to the development of small and large scale renewable energy solutions, we present ourselves as enablers of the integration of sustainability into our clients' businesses.

Summary:

Responsible for contracting and monitoring all insurance of AES Brasil companies, financial guarantees (sureties and insurance guarantees) of a commercial, financial, legal or operational nature. The report will be direct to Financial Director and it will lead a middle analyst.

Responsibilities:

Administer AES Brasil's insurance policies in order to minimize the corporation's residual risk.

Keep insurance policy in force and updated in order to provide guidelines for managing the area and minimize the cost of risk.

Guide the execution of planning and implementation of recommendations.

Manage cooperation agreements with financial institutions and insurance companies to offer massified products and services, with a view to increasing revenue for the company.

Ensure that the company's main risks are adequately protected, in line with the risk transfer and retention policy.

Promote insurance talks, detailing information on insurance contract obligations.

Disseminate the culture of insurance and risk management in the company.

Comprehensive understanding of the national and international market as well as the regulations involved in insurance, reinsurance

Ensure the correct update of the claims database

Search for the best alternative for covering risks, between guarantees and guarantee insurance

Qualifications:

Education level requested is master degree with technical courses in Insurance, Administration, Engineering or related areas.

Experience of 7 years minimum

Fluent English is required

LOCAL: São Paulo - SP.

The AES Tietê values diversity, inclusion and continuous development. We´re oriented by customer, innovation and working in a collaborative way and this only happens when we´ve a diverse environment by socioeconomic, age, gender, ethnicity, sexual orientation, identity, disability or religion.

Fonte: Linkedin / Interessados: enviar CV para: cinthia.vicente@aes.com

Analista de Gestão de Seguros na São Martinho

Nome da empresa: São Martinho / Localidade da empresa: Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

Conhecimentos desejáveis: gestão de apólice de seguros: patrimonial, responsabilidade civil, D&O, ambiental, frotas, máquinas agrícolas e seguro garantia, contabilidade básica, conhecimento em pacote Office e SAP.

Principais atividades: elaborar orçamento anual de seguros; acompanhar o processo de contratação/renovação das apólices de seguros, suportando com informações pertinentes ao processo; intermediar a regulação de sinistros e propor melhoria contínua no processo; controlar os endossos de inclusão e exclusão de bens da apólice; realizar lançamento de faturas para pagamento e de prêmio; contabilizar mensalmente os valores de seguro; elaborar relatórios e acompanhar indicadores de desempenho.

Local de trabalho: CSC / São Martinho / Pradópolis/SP.

Setor: Biotecnologia

Tipo de emprego: Tempo integral

Funções de trabalho: Financeiro

Descritivo da vaga: Analista de Gestão de Seguros

Detalhes da vaga / Requisitos: bacharelado em Administração, Engenharias, Economia ou áreas afins.

Conhecimentos específicos: sistema SAP,  Excel e PowerPoint avançados.

Conhecimentos desejáveis: gestão de apólice de seguros: patrimonial, responsabilidade civil, D&O, ambiental, frotas, máquinas agrícolas e seguro garantia, contabilidade básica, conhecimento em pacote Office e SAP.

Principais atividades: elaborar orçamento anual de seguros; acompanhar o processo de contratação/renovação das apólices de seguros, suportando com informações pertinentes ao processo; intermediar a regulação de sinistros e propor melhoria contínua no processo; controlar os endossos de inclusão e exclusão de bens da apólice; realizar lançamento de faturas para pagamento e de prêmio; contabilizar mensalmente os valores de seguro; elaborar relatórios e acompanhar indicadores de desempenho.

Profissionais com deficiência: a São Martinho acredita no seu potencial. Inscreva-se e venha fazer parte do nosso time!

Benefícios: Assistência médica / Assistência odontológica / Cooperativa de crédito / Participação nos Lucros ou Resultados / Programa de treinamentos / Refeitório / Seguro de vida / Vale-transporte

Conheça a empresa São Martinho

São Martinho S/A. A Usina São Martinho, localizada na cidade de Pradópolis (SP), é a maior processadora de cana do mundo, com moagem de 10 milhões de toneladas/safra. Fundada em 1948 e com quase 5 mil colaboradores, a unidade se destaca como referência não apenas pelo porte, mas também pela excelência em seus processos agroindustriais. Diferentes programas de gestão, treinamento contínuo das equipes e sintonia entre as áreas agrícola e industrial, garantem à unidade maior produtividade com custos competitivos. Seu elevado índice de mecanização, um dos maiores entre as grandes do setor, e sua preocupação com o meio ambiente são referências no mercado sucroenergético.

Interessados: https://www.linkedin.com/jobs/view/2173621707

ACESSE AS REVISTAS DO MERCADO:

Revista Apólice: https://www.revistaapolice.com.br/2020/08/edicao-257/               

Revista Cobertura: https://www.dropbox.com/s/yyjt7xejhgkgg8g/REVISTA-COBERTURA_223-BAIXA-1.pdf?dl=0             

Revista Segurador Brasil: https://issuu.com/revistaseguradorbrasil/docs/segurador_159

Caderno de Seguros: http://cadernosdeseguro.funenseg.org.br/secoes.php        

Insurance Corp: https://www.dropbox.com/s/wjeqarh5ehu4aya/IC%20ed%2031%20PDF%20%28baixa%29.pdf  

Comunicado Imperdível:

Olá Associado,

A ABGR tem uma oportunidade especial para você ingressar no maior evento sobre estratégias de marketing e negócios do planeta. Uma verdadeira imersão guiada pelas mentes brilhantes do mundo corporativo.

Você acaba de ganhar um desconto de 40% para participar do eWMS 2020, um evento gigante, do tamanho da mudança que o mundo precisa neste momento.

O eWMS 2020 traz a visão de 80 palestrantes do mundo todo que, ao lado do professor Philip Kotler, vão contribuir para que você tome as melhores decisões em momentos tão incertos.

Veja alguns números do eWMS 2020:

80 palestrantes ao redor do mundo / 10 milhões de participantes / 104 países confirmados / 48 horas de conteúdo exclusivo.

Anote na agenda: de 5 a 7 de novembro você estará conectado com a cúpula mundial do marketing.

Acesse o link / Garanta seu ingresso e lidere a transição: https://conteudos.ewms.com.br/2020-parceiros  


II Evento de Seguro de Responsabilidade Civil

Webinar: Com promoção da AIDA e participação da ABGR

Reserve em sua agenda o dia 06/10/2020 (terça-feira), às 17hs, no YOUTUBE / AIDABRASIL. Não percam!!

Tema: Fatores que influem na subscrição do seguro de responsabilidade civil no Brasil e medidas concretas para o sucesso do negócio.

Participação de Christian Mendonça (Membro do Conselho Deliberativo da ABGR)