Exposição ao Risco / Sinistralidade / Covid-19

07, Out. 2020

Exposição ao Risco / Sinistralidade / Covid-19

Estudo da Allianz traz tendências de exposição ao risco e sinistralidade com Covid-19

Fonte: AGCS / Sonho Seguro

Relatório AGCS mostra que os sinistros tradicionais de Property e Responsabilidade Civil diminuíram durante os lockdowns, mas isto foi mais do que compensado por um aumento nas notificações de sinistros relacionados à Covid-19, particularmente da indústria do entretenimento.

O impacto da pandemia moldará as tendências de perdas futuras para as empresas a médio e longo prazo, com mudanças nos ambientes de trabalho, hábitos de viagem e redes da cadeia de abastecimento.

Análise detalhada das tendências de perdas por danos causados pela Covid-19 nas linhas de Property/Business Interruption, Responsabilidade Civil, Linhas Financeiras e Seguros de Aviação.

A pandemia de Covid-19 é um dos maiores eventos de perdas da história, tanto para empresas como para seguradoras. Entretanto, não é apenas a magnitude das perdas que não tem precedentes. As tendências de sinistros e a exposição ao risco podem evoluir tanto a médio como a longo prazo como resultado da pandemia. Com a redução da atividade econômica durante as fases de lockdown, os sinistros tradicionais de Property e RC diminuíram, principalmente no setor de aviação e carga, como também em outros segmentos, que apresentaram uma queda nos acidentes de trabalho, nas estradas e em espaços públicos, de acordo com um novo relatório Covid-19, Mudando os Padrões de Sinistros da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS).

O surto de coronavírus reduziu o risco em algumas áreas e, ao mesmo tempo, o modificou e o acentuou em outras. As mudanças mais amplas na sociedade e na indústria trazidas e aceleradas pela pandemia provavelmente terão um impacto a longo prazo nos padrões de sinistros e nas tendências de perdas no setor de seguros corporativos, diz Thomas Sepp, Diretor de Sinistros da AGCS. A crescente dependência da tecnologia, a mudança para o trabalho remoto, a redução das viagens aéreas, a expansão da energia verde e da infraestrutura e um repensar das cadeias de abastecimento globais moldarão as tendências de perdas futuras para as companhias e seus seguradores.

As estimativas variam, mas atualmente espera-se que a indústria de seguros pague até US$ 110 bilhões de sinistros relacionados à pandemia em 2020, de acordo com a Lloyds. Só a AGCS reservou cerca de 488 milhões de euros (US$ 571 milhões), especialmente para o cancelamento de eventos ao vivo e a interrupção de produções cinematográficas na indústria do entretenimento.

Aumento e diminuição

Temos visto sinistros em algumas linhas de negócios, tais como seguros de entretenimento, surgirem durante a Covid-19, enquanto os sinistros tradicionais de Property e RC caíram durante os períodos de fechamento, diz o Diretor Global de Sinistros AGCS, Philipp Cremer. Ainda há um potencial de ocorrências à medida que fábricas e empresas reiniciam as atividades após um período de paralisação, além do padrão de desenvolvimento mais longo nos sinistros de terceiros das linhas de long-tail.

Notificações de sinistros de acidentes automobilísticos, escorregões e quedas ou ferimentos no local de trabalho diminuíram à medida que mais pessoas ficavam em casa, e com o fechamento temporário de muitas lojas, aeroportos e empresas durante os lockdowns em todo o mundo. A AGCS também notou um impacto positivo na regulação de sinistros nos EUA devido à suspensão dos tribunais e julgamentos. Alguns requerentes têm sido mais abertos a negociar acordos fora dos tribunais em vez de esperar muito tempo até que seu caso seja agendado, uma tendência também destacada em outra recente publicação da AGCS sobre tendências em perdas de responsabilidade civil. Em geral, é provável que a atividade de sinistros volte a crescer após a retomada da atividade econômica.

O relatório da AGCS identifica o impacto da pandemia nas tendências de sinistros em diferentes linhas de seguros e como eles podem evoluir no futuro:

Property / Business Interruption

Sinistros de danos à propriedade não foram significativamente afetadas pela Covid-19, pois os causadores de perdas, como o clima, não estão correlacionados à pandemia. Entretanto, à medida que as linhas de produção reiniciam e aceleram (ramp up) suas atividades, isto pode exacerbar o risco de quebra e dano a máquinas ou até mesmo de incêndio e explosão. O reinício de uma fábrica é um teste de estresse. Já vimos alguns sinistros relacionados com os ramp-ups nos últimos meses, e podem ocorrer mais, diz Raymond Hogendoorn, Diretor Global de Sinistros ShortTails, AGCS. Além disso, com menos pessoas em uma instalação, inspeções e manutenções são muitas vezes postergadas ou, ainda, incidentes de perda, como incêndio ou vazamento de água, podem ser percebidos tarde demais, aumentando a gravidade dos danos.

A Covid-19 causou o fechamento e a interrupção de negócios globalmente, que muitas vezes podem não ser cobertas na ausência de danos físicos como gatilho da cobertura. No entanto, a pandemia teve impacto na liquidação de sinistros de interrupção de negócios (BI) padrão em diferentes maneiras. Quando um fornecedor automotivo dos Estados Unidos foi atingido por um tornado na primavera, a perda em BI resultante foi menor do que durante as operações normais. Por outro lado, as medidas de contenção durante o lockdown podem levar a interrupções mais longas e caras, pois as restrições de acesso evitam uma mitigação eficaz de perdas e prolongam o período de retomada, como um incêndio e explosão em uma fábrica de produtos químicos na Coréia do Sul demonstraram.

Seguros de Responsabilidade Civil e Directors & Officers (D&O)

Até o momento, a AGCS tem visto apenas alguns sinistros de RC relacionado à Covid-19. Sinistros de RC são tipicamente de longo prazo, reportados tardiamente, de modo que a responsabilidade geral e os pedidos de indenização de funcionários relacionados à Covid-19 ainda podem acontecer. Vários surtos de coronavírus foram ligados a ambientes de alto risco, como academias, cassinos, casas de repouso, navios de cruzeiro ou fábricas de processamento de alimentos/carne.

Uma onda de insolvências, bem como de litígio conduzido por evento, poderiam ser fontes potenciais de sinistros de D&O. A pandemia poderia desencadear litígios contra empresas, seus diretores e executivos, se for percebido que a Diretoria não se preparou adequadamente para uma pandemia ou para períodos prolongados de renda reduzida.

Aviação

A indústria da aviação tem visto poucos sinistros diretamente relacionadas com a pandemia até o momento. Em um pequeno número de notificações de responsabilidade civil, os passageiros processaram as companhias aéreas por cancelamentos ou interrupções. Os acidentes com escorregões e quedas em aeroportos, usualmente as causas mais frequentes dos sinistros em aviação, diminuíram com a redução maciça do tráfego aéreo global, que caiu 94% em abril de 2020 (ano a ano).

Embora uma grande parte da frota mundial de companhias aéreas tenha parado, a exposição a perdas não desaparece simplesmente. Ao contrário, elas mudam e podem criar novas acumulações de risco, diz Joerg Ahrens, Diretor Global de Sinistros Long-Tails na AGCS. Por exemplo, aeronaves em terra podem ser expostas a danos causados por furacões, tornados ou tempestades de granizo. O risco de manobras ou incidentes no solo também aumenta e pode resultar em sinistros mais custosos.

Tendências de Sinistros em Longo Prazo

A Covid-19 está acelerando muitas tendências, tais como a crescente dependência da tecnologia e a crescente conscientização das vulnerabilidades das complexas cadeias globais de abastecimento. Espera-se que muitos negócios revejam suas cadeias e aumentem sua resiliência. Isto pode envolver alguma reformulação de áreas críticas de produção por causa da interrupção causada pela pandemia. Tal medida provavelmente afetaria a frequência de sinistros e os custos de quaisquer futuras interrupções de negócios.

Enquanto isso, o crescimento do teletrabalho significa que as empresas podem ter menos ativos imobiliários e menos colaboradores presencialmente no futuro, mas haveria uma mudança correspondente nos riscos cibernéticos e de remuneração de suas equipes. Durante a pandemia, as exposições ao risco cibernético aumentaram, com relatos sobre o aumento do número de ataques de ransomware e de comprometimento de e-mails comerciais. Até o momento, a AGCS viu apenas um pequeno número de sinistros cibernéticos relacionadas à Covid-19.

Regulação Digital de Sinistros

A Covid-19 também reforçou a necessidade de digitalização do tratamento dos sinistros. Inspeções e avaliações remotas de sinistros de tornados, inundações ou grandes acidentes agora são possíveis através de tecnologia de imagem, drones, satélites ou ferramentas como MirrorMe. Há apenas alguns anos, os processos eram em sua maioria manuais e feitos em papel. Muitas pessoas não imaginariam lidar com sinistros remotamente”, diz Cremer. Agora a tecnologia desempenha um papel fundamental. A plataforma de sinistros baseada na nuvem da AGCS passou no teste do coronavírus com nossos processos digitais, provando ser resistentes durante todo o lockdown. Isto, juntamente com uma abordagem fortemente colaborativa de nossos clientes e brokers, permitiu que nossas equipes atendessem o aumento de sinistros e prestassem serviços especializados sem interrupção enquanto trabalhavam remotamente.

Saque de mercadorias alerta para a importância do seguro de cargas

Fonte: blog do rocha

O saque de cargas em veículos transportadores nas estradas do Brasil após um tombamento ou parado, difere do roubo, mas é um crime grave da mesma maneira.

Ao praticar o saque, o indivíduo se apropria de algo que não lhe pertence, o que caracteriza infração penal enquadrada no art.169 do Código Penal, que define que apropriar-se alguém de coisa alheia vinda ao seu poder por erro, caso fortuito ou força da natureza”, e prevê pena de detenção de um mês a um ano ou multa. Já o roubo de cargas, proveniente de assalto a mão armada é um delito cuja pena está prevista no art.155 do Código Penal. 

As ações de saques de cargas, além de causar prejuízos aos donos das mercadorias e transportadores, causam pânico aos motoristas, alarmam as seguradoras e preocupam a polícia rodoviária federal. Basta um caminhão tombar, com qualquer que seja a mercadoria, para que grupos de pessoas nas proximidades do acidente pratiquem o saque e levem tudo que conseguir, como se as mercadorias não tivessem dono.

Um caso recente se tornou emblemático e serve para ilustrar a gravidade da situação. No dia 8 de setembro de 2020, um caminhão carregado com mais de 25 toneladas de carnes foi alvo de saques após tombar no acostamento da Rodovia Régis Bittencourt, na região de Itapecerica da Serra, em São Paulo. Enquanto a polícia não chegava, alguns moradores da região aproveitaram para levar a carne até pelo acostamento, arrastando em meio à terra. O saque só acabou com a chegada de uma viatura da polícia, trinta minutos depois do acidente.

Após um acidente de tombamento de veículo, na hipótese de saque, o motorista deve acionar imediatamente a polícia, a fim de evitar responsabilização por omissão injustificada. Do mesmo modo, o policial que chegar ao local do acidente tem o dever de proteger o patrimônio e a sua omissão pode implicar atribuição de responsabilidade.

Diante das recorrentes ocorrências com saque, o seguro de carga se torna a única proteção que efetivamente pode evitar perdas financeiras aos donos das mercadorias e aos transportadores rodoviários. No entanto, as condições e coberturas de seguros oferecidas pelas companhias de seguros para a atividade de transporte precisam ser muito bem claras, no sentido que nem sempre o saque está coberto pelo seguro contratado.

Existem dois tipos de seguros com cobertura para saque. O seguro de transporte nacional destinado ao dono da mercadoria (embarcador), que sendo contratado com a Cobertura Básica Ampla A garante o pagamento dos prejuízos decorrentes de acidente e roubo, inclusive o saque. O outro, é o seguro de responsabilidade civil do transportador rodoviário de carga, conhecido como RCTR-C, que cobre o saque após o acidente envolvendo o veículo transportador, porém, este seguro exclui cobertura quando o saque ocorrer após o roubo ou furto do veículo.

O saque é uma anomalia social que foge do controle do estado e dificilmente deixará de existir, principalmente em um país que falta noção de Moral, Ética e Civilidade. Portanto, cabe aos embarcadores e transportadores jamais operar sem uma proteção securitária adequada.

Autor: Aparecido Rocha / insurance reviewer

Susep lança consulta pública para seguro patrimonial

Este mercado somou, em 2019, um volume de prêmios de R$ 10,1 bilhões

Fonte: Sonho Seguro

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou, hoje (06), consulta pública sobre a minuta de circular que simplifica as normas que dispõem sobre regras e critérios para a operação de seguros do grupo patrimonial. A iniciativa é parte da ação que a Susep vem empenhando para revisar e consolidar seu arcabouço normativo, conferindo, assim, maior eficiência e transparência na regulação do mercado, conforme estabelece o Decreto nº 10.139/2019. A proposta está alinhada e dá continuidade à Consulta Pública nº 16/2020, que trata da flexibilização regulatória dos seguros de danos massificados.

São tratados na minuta de circular os seguros compreensivos residencial, empresarial e condomínio, seguro de lucros cessantes, seguro de riscos de engenharia e seguro de riscos diversos. Este mercado somou, em 2019, um volume de prêmios de R$ 10,1 bilhões, o que corresponde a 62% dos prêmios emitidos no grupo patrimonial ou 18% do total de prêmios emitidos no mercado de seguros de danos massificados.

Segundo a Coordenadora-geral de Regulação de Seguros Massificados, Pessoas e Previdência da Susep, Mariana Arozo, o novo normativo é menos prescritivo do que as normas de origem, visando tornar mais flexível a operação nos seguros patrimoniais: O que se pretende é viabilizar maior diversificação de produtos, evitando sua padronização e eliminando restrições existentes nas normas em vigor, de forma que haja ampliação de oferta de produtos que possam atender melhor aos interesses e necessidades dos consumidores, explica Mariana.

Uma das principais medidas é a revogação do plano padronizado de seguros compreensivos, permitindo que as seguradoras desenhem seus produtos conforme a necessidade de seus clientes, o que também facilita o processo de inovação no setor.

Com isso, a Susep busca estimular a competição, tornar o mercado mais transparente, inovador e ampliar o acesso de consumidores e novas empresas: A proposta em consulta pública busca reduzir restrições, trazendo mais liberdade, reduzindo carga regulatória e burocracias desnecessárias. Mais flexibilidade permite a estruturação de produtos diversificados e mais apropriados às necessidades dos consumidores, afirma Rafael Scherre, diretor da Autarquia.

A Consulta Pública ficará aberta para sugestões até o dia 5 de novembro e pode ser lida na íntegra pelo link: http://www.susep.gov.br/menu/atos-normativos/normas-em-consulta-publica?_ga=2.109268933.192161918.1602074148-370566963.1602074148  

MPT publica recomendações para home office durante a pandemia

O Ministério Público do Trabalho (MPT) publicou uma nota técnica com recomendações a serem seguidas pelas empresas que implementaram o trabalho remoto durante a pandemia do novo coronavírus. O documento classifica o desrespeito à etiqueta digital como uma espécie de assédio moral.

Além disso, determina que a privacidade dos funcionários seja respeitada durante o home office, assim como a jornada de trabalho, os intervalos para descanso e os parâmetros da ergonomia.

Luiz Calixto Sandes, advogado do Kincaid Mendes Vianna Advogados, a nota técnica deixa claro onde o Ministério Público do Trabalho irá atuar e o que irá observar nas empresas. No entanto, os itens são recomendações, e não possuem força de lei. O MPT é um fiscal da lei, não pode criar normas. Essa nota técnica é uma mera recomendação, explica. Segundo ele, um dos pontos mais controversos é o que entende como assédio moral o desrespeito à etiqueta digital. Me causou espanto. Mas outros pontos, como a questão ergonômica, estão na legislação, apesar de não deixar claro como vai ser feita essa fiscalização por parte da empresa para saber se o funcionário está trabalhando com a mesa ou cadeira corretas, por exemplo. O que tenho percebido é que empresas têm feito cartilhas com cuidados no home office, conta.

Segundo Calixto, o funcionário que perceber que a empresa descumpre alguma das recomendações pode fazer uma denúncia ao MPT, que irá investigar. Confira algumas das recomendações:

Respeitar a ética digital no relacionamento com os trabalhadores e trabalhadoras, preservando seu espaço de autonomia para realização de escolhas quanto à sua intimidade, privacidade e segurança pessoal e familiar.

Regular o regime de teletrabalho por meio de contrato de trabalho aditivo por escrito, tratando de forma específica sobre a duração do contrato, a responsabilidade e a infraestrutura para o trabalho remoto, bem como o reembolso de despesas relacionadas ao trabalho realizadas pelo empregado.

Observar os parâmetros da ergonomia, seja quanto às condições físicas ou cognitivas de trabalho (por exemplo, mobiliário e equipamentos de trabalho, postura física, conexão à rede, design das plataformas de trabalho online), quanto à organização do trabalho (o conteúdo das tarefas, as exigências de tempo, ritmo da atividade), e quanto às relações interpessoais no ambiente de trabalho (formatação das reuniões, transmissão das tarefas a ser executadas, feedback dos trabalhos executados), oferecendo ou reembolsando os bens necessários ao atendimento dos referidos parâmetros.

Garantir ao trabalhador em teletrabalho, e em especial no telemarketing, pausas e intervalos para descanso, repouso e alimentação.

Adaptar a jornada de trabalho para conciliar as necessidades empresariais com as responsabilidades familiares do trabalhador.

Adotar modelos de etiqueta digital em que se oriente toda a equipe, com especificação de horários para atendimento virtual da demanda, assegurando os repousos legais e o direito à desconexão, bem como medidas que evitem a intimidação sistemática (Bullying) no ambiente de trabalho, seja verbal, moral, sexual, social, psicológica, físico, material e virtual, que podem se caracterizar por insultos pessoais, comentários sistemáticos e apelidos pejorativos, ameaças por quais meios, expressões preconceituosas, pilhérias, memes, entre outros.

Adotar mecanismo de controle da jornada de trabalho da trabalhadora ou trabalhador para o uso de plataformas digitais privadas ou abertas na realização de atividade capacitação, a qual é incompatível com medidas de redução da jornada de trabalho ou de suspensão do trabalho.

Fonte: Jornal Extra

Sura lança cobertura para proteger a imagem e a reputação das empresas

Com o apoio de agência especializada em relações públicas, companhia inova ao oferecer suporte as possíveis situações de crise

Fonte: Seguros Sura

Zelar pela imagem e pela reputação se tornou uma preocupação crescente entre as pessoas e empresas, principalmente com a velocidade da informação onde até uma fake news pode ser viralizada em minutos nas redes sociais. Seja no mundo virtual ou no físico, uma crise pode causar danos, muitas vezes irreversíveis à reputação de qualquer um. Pensando nisso, a Seguros Sura lança a Cláusula Especial de Risco Reputacional no Seguro de Frotas de Automóveis e Responsabilidade Civil Ambiental, que oferece ao segurado orientações antes, durante e após as situações de crise que possam afetar sua reputação.

Entendemos a partir da nossa gestão de tendências e riscos que as pessoas e as empresas estão cada vez mais expostas, e mesmo tomando todas as medidas de prevenção, todos estão expostos a situações que podem fugir do controle, o que torna essa cobertura algo indispensável no mundo conectado e ágil em que vivemos hoje, explica Carlos Savarese, diretor de Automóvel e Resseguros da Seguros Sura.

Segundo o Institute for Crisis Management, 67% das crises são resultado de situações pré-existentes, possíveis de serem previstas e, consequentemente, evitadas. Diante disso, Savarese explica que o segurado contará com o apoio e a expertise da PUB Comunica, uma agência de comunicação especializada na prevenção e gestão de crises.

No mundo corporativo entendemos que proteger a reputação e a imagem da empresa é uma frente estratégica indispensável para manter a percepção de valor que as pessoas e o mercado têm sobre a marca. Por outro lado, por trás de uma crise existem pessoas, e é para elas que vamos oferecer esse apoio, reforça Savarese.

Em fase piloto desde dezembro do ano passado, a Seguros Sura incluiu a cobertura inicialmente no Seguro de Frotas de Automóveis e Responsabilidade Civil Ambiental, pensando no bem-estar do cliente.

Estamos muito animados com a parceria com a Seguros Sura. Diferentes estudos confirmam que a imagem da marca e a reputação estão entre as maiores preocupações dos diretores de empresas de diversos segmentos, existindo uma lacuna de proteção muito grande especialmente para pequenas e médias empresas. Por isso, procuramos trazer soluções inovadoras e assuntos relevantes para os segurados, contribuindo para aumentar o nível de satisfação e tranquilidade diante de imprevistos,  Agrega Guillermo Delfino, diretor da PUB Comunica.

A Cobertura de Risco Reputacional inclui gastos por gestão de danos de reputação e imagem pública do segurado desde que seja decorrente das coberturas básicas, além de despesas emergenciais necessárias para mitigação dos riscos cobertos nesta cobertura.

Risco de grandes falências é o que enxerga o Fundo Monetário Internacional

FMI alerta para que países não retirem apoio fiscal e monetário prematuramente.

Fonte: Monitor Mercantil

O Fundo Monetário Internacional (FMI) está pessimista sobre os rumos econômicos se os países suspenderem antecipadamente ajuda financeira neste período de pandemia. Segundo o órgão, países de todo o mundo correm o risco de enfrentar grandes falências e cicatrizes econômicas se o apoio fiscal e monetário utilizado para apoiar suas economias durante a crise atual for removido cedo demais. A declaração foi feita pela diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, nesta terça-feira.

Somos muito claros na mensagem que estamos transmitindo para que não retiremos o apoio prematuramente, disse Georgieva em um evento online que marca o 125º aniversário da London School of Economics. Se fizermos isso, corremos o risco de falências e desemprego em massa.

Conforme a agência Reuters, Georgieva disse que o Fundo Monetário Internacional não vê uma saída da crise atual no próximo ano, então a suspensão do serviço da dívida para os países pobres também deve ser mantida.

Ela afirmou que reformas tributárias são críticas para ajudar os países a cumprirem as obrigações de sua dívida, acrescentando que taxas de juros muito baixas e negativas podem ser úteis para ajudar as economias durante a pandemia, mas representam maiores riscos para os poupadores e o sistema bancário.

Na segunda-feira, o FMI declarou que a previsão de contração da economia brasileira neste ano passou de 9,1% para 5,8%. Para 2021, o órgão prevê crescimento de 2,8%. Anteriormente, esperava 3,6%.

O relatório da equipe que anualmente vem ao Brasil alerta para riscos excepcionalmente altos e multifacetados para a economia. Ao mesmo tempo em que prega a manutenção do Teto dos Gastos, admite que a redução do auxílio emergencial deve reduzir a recuperação do consumo privado no segundo semestre, assim como levar a uma lenta recuperação em 2021.

A equipe do Fundo se contradiz também ao admitir que mais apoio fiscal pode ser necessário caso a evolução das condições sanitárias, econômicas e sociais seja pior do que o esperado pelas autoridades, o que vai de encontro à manutenção do Teto.

Allianz calcula milhões em sinistros de estúdios de Hollywood

A Allianz registrou impacto de 1,2 bilhão de euros nos resultados do primeiro semestre por sinistros relacionados ao vírus

Fonte: Bloomberg

A Allianz, maior seguradora da Europa, se prepara para um grande volume de sinistros depois que estúdios de cinema e televisão foram obrigados a reduzir a produção durante as paralisações da pandemia.

Uma unidade da Allianz, que afirma ser a maior seguradora de estúdios de Hollywood, fez provisões de cerca de 488 milhões de euros (US$ 575 milhões) neste ano para sinistros relacionados ao coronavírus, com grande parte da indústria do entretenimento.

A produção de filmes e programas de televisão nos Estados Unidos e em outros países foi interrompida ou reduzida no pico do surto, o que levou produtoras a buscarem compensação.

A retomada das produções cinematográficas é lenta, principalmente nos EUA, disse Thomas Sepp, diretor de sinistros da Allianz Global Corporate & Specialty.

O setor de entretenimento foi atingido pela pandemia, que obrigou o cancelamento e o adiamento de grandes eventos, incluindo os Jogos Olímpicos de Tóquio. As restrições às reuniões públicas fecharam teatros e cinemas.

A Cineworld anunciando nesta semana que planeja suspender temporariamente operações em suas unidades nos EUA e no Reino Unido. Redes de televisão encontram dificuldades para preencher a programação, pois o lançamento de programas é retomado lentamente.

A crise de empresas de entretenimento se traduziu em uma onda de sinistros que buscam compensações das seguradoras pela perda de receita. A Allianz registrou impacto de 1,2 bilhão de euros nos resultados do primeiro semestre por sinistros relacionados ao vírus. Em resposta, algumas seguradoras pararam de vender cobertura para proteção de empresas contra perdas em futuras pandemias.

Sepp disse que os novos contratos de produção de filmes vendidos pela Allianz não cobrirão perdas relacionadas à Covid-19, para que não corramos nenhum risco novo.

A Allianz tem vendido seguro para filmes há mais de 100 anos, de acordo com o site da empresa. A empresa se expandiu para áreas que incluem música ao vivo, eventos e esportes motorizados.

Governo de SP e Emae abrem chamada para solar flutuante na Billings

Projeto piloto mostrou viabilidade do projeto e Emae terá na receita do empreendimento

O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Emae, abre nesta terça-feira, 6 de outubro, uma chamada pública para a escolha de empresas interessadas em instalar empreendimentos fotovoltaicos flutuantes no reservatório Billings, na capital paulista. Em agosto, a Agência CanalEnergia já havia anunciado a intenção do governo de abrir a chamada.

Os participantes deverão apresentar documentos técnicos, financeiros e ambientais previstos no edital. De acordo com o secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente, Marcos Penido, a planta piloto instalada no lago da represa mostrou a viabilidade do projeto. Para ele, com a chamada o Governo paulista dá mais um importante exemplo na utilização das energias renováveis, além de gerar emprego e renda para a população.

Serão apresentadas propostas de plantas de geração com potência que variam entre 1 MWp e 30 MWp em quatro locais pré-estabelecidos na Biilings e, após análise dos documentos entregues, a Emae selecionará as melhores propostas, com possibilidade de implantação pelas empresas habilitadas.

Vencido o trâmite necessário junto aos órgãos reguladores, a Emae e os futuros parceiros poderão constituir uma Sociedade de Propósito Específico para viabilizar a implantação das usinas solares fotovoltaicas flutuantes, cuja energia produzida será comercializada nos Ambientes de Contratação Regulada e Livre. A Emae terá uma participação na receita em função da estruturação societária e do negócio a ser constituído.

Fonte: Canal Energia

Banco vende uma parte de sua Corretora de Seguros por R$ 89,8 milhões

Fonte: CQCS

De acordo com uma matéria veiculada pelo Valor Econômico nesta terça (6), o Banco BMG fechou acordo com a Wiz Soluções e Corretagem de Seguros para vender uma fatia de 40% da CMG Corretora de Seguros, pelo valor total de R$ 89,8 milhões. A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou o acordo operacional, que havia sido anunciado em agosto.

O Cade analisou os impactos do negócio sobre outras companhias que atuam no setor. Do ponto de vista da relação horizontal, mesmo no cálculo mais conservador, as requerentes estariam com menos de 20% de participação. Assim, não haveria qualquer preocupação concorrencial, ressaltou a Superintendência.

Scania lança caminhão mais potente do mundo

A Scania, uma das gigantes do setor de transporte, apresentou recentemente na Europa sua nova linha dos modelos com motor V8, agora com 530, 590, 660 e 770 cavalos de potência.

Com o lançamento destes modelos, a Scania resgata a posição de ter o caminhão de séries mais potente do mundo. Mas infelizmente, não há previsão de chegada, pelo menos por enquanto, ao mercado brasileiro.

Segundo a montadora, além do recorde de potência, os novos motores melhoram muito o rendimento do combustível. Em comparação com a geração anterior, V8 de 620 CV, lançada no final do ano de 2018, a economia pode chegar a 6% ou até mais nas condições corretas. Isso se o trem de força estiver equipado com a nova caixa de câmbio.

Ao decidir mudar nossa linha para oferecer um transporte livre de combustíveis fósseis, todos nós devemos fazer tudo para melhorar nossas soluções atuais, afirma o vice-presidente global de Vendas e Marketing da Scania, Alexander Vlaskamp. A Scania está fazendo uma transição perfeita para um sistema mais sustentável em todo o planeta, comenta ele.

Entretanto, embora a eletrificação esteja no topo da agenda global da Scania, o restante ainda depende dos transportes realizados por caminhões movidos a motores de combustão interna. E, por este motivo, os novos e potentes motores V8 da Scania desempenham um papel tão essencial.

Um caminhão de longa distância na Europa percorre cerca de 150 mil quilômetros por ano, conta Alexander. Uma economia razoável em mercados onde combinações mais longas e pesadas são permitidas pode ser de até 3 a 4 mil litros anuais para um caminhão como o nosso novo V8. E, consequentemente, é feita uma diminuição das emissões de CO2. Ou seja, uma grande conquista em todos os aspectos.

O maior ponto de destaque desta nova geração V8 é, sem dúvida, a versão topo de linha de 770 cv e impressionantes 3700Nm de torque, provavelmente o motor de caminhão mais potente e construído de fábrica em produção, atualmente.

É claro que essa superpotência não é para todos os clientes, mas vemos uma demanda global crescente por caminhões capazes de lidar com um peso bruto total combinado de 60 toneladas ou mais, para operações especiais, revela Vlaskamp. A maneira mais rápida de aumentar a eficiência do transporte é no uso de composições de caminhões mais longos e mais pesados. O combustível adicionado para um veículo mais pesado é compensado pela maior capacidade de carga útil. O cálculo de CO2 por tonelada é favorável e, além disso, há a oportunidade de operar a nova linha V8 com biocombustíveis renováveis.

Temos uma imagem clara de onde os primeiros caminhões de 770cv começarão a fazer a diferença, salienta Vlaskamp. Há uma forte justificativa para pedir um caminhão assim. Esses clientes buscam a melhor economia operacional total, cientes do fato de que mais carga útil significa melhor eficiência, aumento de receita e maior valor residual. Mas eu sei que alguns de nossos clientes também ficarão mais animados com a alegria e emoção de operar uma ferramenta de trabalho tão magnífica, conclui.

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Mercado de Trabalho / Oportunidade

Insurance and Guarantees Coordinator / AES Tietê / São Paulo, SP.

Present in Brazil for 20 years, AES Tietê acts as an electric energy solutions company, built in partnership with our customers. From the trading of the energy generated by our hydraulic, wind and solar plants to the development of small and large scale renewable energy solutions, we present ourselves as enablers of the integration of sustainability into our clients' businesses.

Summary:

Responsible for contracting and monitoring all insurance of AES Brasil companies, financial guarantees (sureties and insurance guarantees) of a commercial, financial, legal or operational nature. The report will be direct to Financial Director and it will lead a middle analyst.

Responsibilities:

Administer AES Brasil's insurance policies in order to minimize the corporation's residual risk.

Keep insurance policy in force and updated in order to provide guidelines for managing the area and minimize the cost of risk.

Guide the execution of planning and implementation of recommendations.

Manage cooperation agreements with financial institutions and insurance companies to offer massified products and services, with a view to increasing revenue for the company.

Ensure that the company's main risks are adequately protected, in line with the risk transfer and retention policy.

Promote insurance talks, detailing information on insurance contract obligations.

Disseminate the culture of insurance and risk management in the company.

Comprehensive understanding of the national and international market as well as the regulations involved in insurance, reinsurance

Ensure the correct update of the claims database

Search for the best alternative for covering risks, between guarantees and guarantee insurance

Qualifications:

Education level requested is master degree with technical courses in Insurance, Administration, Engineering or related areas.

Experience of 7 years minimum

Fluent English is required

LOCAL: São Paulo - SP.

The AES Tietê values diversity, inclusion and continuous development. We´re oriented by customer, innovation and working in a collaborative way and this only happens when we´ve a diverse environment by socioeconomic, age, gender, ethnicity, sexual orientation, identity, disability or religion.

Fonte: Linkedin / Interessados: enviar CV para: cinthia.vicente@aes.com

Analista de Gestão de Seguros na São Martinho

Nome da empresa: São Martinho / Localidade da empresa: Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

Conhecimentos desejáveis: gestão de apólice de seguros: patrimonial, responsabilidade civil, D&O, ambiental, frotas, máquinas agrícolas e seguro garantia, contabilidade básica, conhecimento em pacote Office e SAP.

Principais atividades: elaborar orçamento anual de seguros; acompanhar o processo de contratação/renovação das apólices de seguros, suportando com informações pertinentes ao processo; intermediar a regulação de sinistros e propor melhoria contínua no processo; controlar os endossos de inclusão e exclusão de bens da apólice; realizar lançamento de faturas para pagamento e de prêmio; contabilizar mensalmente os valores de seguro; elaborar relatórios e acompanhar indicadores de desempenho.

Local de trabalho: CSC / São Martinho / Pradópolis/SP.

Setor: Biotecnologia

Tipo de emprego: Tempo integral

Funções de trabalho: Financeiro

Descritivo da vaga: Analista de Gestão de Seguros

Detalhes da vaga / Requisitos: bacharelado em Administração, Engenharias, Economia ou áreas afins.

Conhecimentos específicos: sistema SAP,  Excel e PowerPoint avançados.

Conhecimentos desejáveis: gestão de apólice de seguros: patrimonial, responsabilidade civil, D&O, ambiental, frotas, máquinas agrícolas e seguro garantia, contabilidade básica, conhecimento em pacote Office e SAP.

Principais atividades: elaborar orçamento anual de seguros; acompanhar o processo de contratação/renovação das apólices de seguros, suportando com informações pertinentes ao processo; intermediar a regulação de sinistros e propor melhoria contínua no processo; controlar os endossos de inclusão e exclusão de bens da apólice; realizar lançamento de faturas para pagamento e de prêmio; contabilizar mensalmente os valores de seguro; elaborar relatórios e acompanhar indicadores de desempenho.

Profissionais com deficiência: a São Martinho acredita no seu potencial.

Inscreva-se e venha fazer parte do nosso time!

Benefícios: Assistência médica / Assistência odontológica / Cooperativa de crédito / Participação nos Lucros ou Resultados / Programa de treinamentos / Refeitório / Seguro de vida / Vale-transporte

Conheça a empresa São Martinho

São Martinho S/A. A Usina São Martinho, localizada na cidade de Pradópolis (SP), é a maior processadora de cana do mundo, com moagem de 10 milhões de toneladas/safra. Fundada em 1948 e com quase 5 mil colaboradores, a unidade se destaca como referência não apenas pelo porte, mas também pela excelência em seus processos agroindustriais. Diferentes programas de gestão, treinamento contínuo das equipes e sintonia entre as áreas agrícola e industrial, garantem à unidade maior produtividade com custos competitivos.

Seu elevado índice de mecanização, um dos maiores entre as grandes do setor, e sua preocupação com o meio ambiente são referências no mercado sucroenergético.

Interessados: https://www.linkedin.com/jobs/view/2173621707

ACESSE AS REVISTAS DO MERCADO:

Revista Apólice: https://www.revistaapolice.com.br/2020/08/edicao-257/

Revista Cobertura: https://www.dropbox.com/s/yyjt7xejhgkgg8g/REVISTA-COBERTURA_223-BAIXA-1.pdf?dl=0               

Revista Segurador Brasil: https://issuu.com/revistaseguradorbrasil/docs/segurador_159

Caderno de Seguros: http://cadernosdeseguro.funenseg.org.br/secoes.php

Insurance Corp: https://www.dropbox.com/s/wjeqarh5ehu4aya/IC%20ed%2031%20PDF%20%28baixa%29.pdf     

COMUNICADO IMPERDÍVEL:

Olá Associado,

A ABGR tem uma oportunidade especial para você ingressar no maior evento sobre estratégias de marketing e negócios do planeta. Uma verdadeira imersão guiada pelas mentes brilhantes do mundo corporativo.

Você acaba de ganhar um desconto de 40% para participar do eWMS 2020, um evento gigante, do tamanho da mudança que o mundo precisa neste momento.

O eWMS 2020 traz a visão de 80 palestrantes do mundo todo que, ao lado do professor Philip Kotler, vão contribuir para que você tome as melhores decisões em momentos tão incertos.

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Anote na agenda: de 5 a 7 de novembro você estará conectado com a cúpula mundial do marketing.

Acesse o link / Garanta seu ingresso e lidere a transição: https://conteudos.ewms.com.br/2020-parceiros