Susep seleciona projetos para ‘sandbox’ regulatório do setor de seguros

09, Out. 2020

Susep seleciona projetos para ‘sandbox’ regulatório do setor de seguros

Novidades incluem IA, contratação e cancelamento mais simples, Pix, algoritmos de precificação e detecção de fraudes, entre outras

Fonte: Valor Econômico / Sonho Seguro

O Valor Econômico conta que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) selecionou 11 projetos que irão participar do sandbox regulatório, ambiente experimental constituído com condições especiais. A ideia é que ofereçam novas tecnologias ou processos inovadores, em áreas de atuação que vão de animais de estimação a carros com muitos anos de uso, passando por dispositivos móveis, mobilidade urbana e produtos intermitentes.

Das 14 empresas que participaram do processo de seleção, 11 foram escolhidas: 88i, Coover, Ecotion, Flix, Iza, Komus, MAG, Pier, Split Risk, Stone e Thinkseg. Independentemente de pertencerem a um grupo econômico, todas devem ser empresas apartadas. Todas vão começar pequenas e se tornarão sociedades anônimas para começar o processo, afirmou o gestor do projeto sandbox na Susep, Fernando Rieche.

A chegada de tantas novas seguradoras ao mercado de uma só vez é considerada um marco pela autarquia. As novas empresas representam mais de 10% do mercado segurador. E, ainda, com um viés de serem empresas intensivas em tecnologia, com objetivo específico de inovação, de melhorar a experiência do usuário e a percepção do consumidor, disse o diretor da autarquia, Rafael Scherre

As novidades trazidas pelas integrantes do sandbox incluem o uso de inteligência artificial para conhecer o perfil dos clientes, processos de contratação e cancelamento mais simples, para pessoas físicas e pequenas e médias empresas. E também o uso do Pix para pagamentos, algoritmos de precificação e detecção de fraudes e bonificações ou cashbacks em virtude de uma sinistralidade baixa.

Há inovações em internet das coisas, coberturas intermitentes e paramétricas, aquelas que são ativas em virtude de um parâmetro específico, afirmou o diretor da Susep, Eduardo Fraga. As empresas poderão atuar, por até três anos, com menor custo regulatório e mais flexibilidade. Durante esse período, a Susep estará próxima das empresas para verificar o que está funcionando e até adequar regulamentos, afirmou acrescentou o diretor Fraga.

Aumenta procura por seguro cibernético após LGPD

A demanda por seguros para riscos cibernéticos cresceu 10% depois que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) brasileira entrou em vigor, em 18 de setembro. A maior procura já era uma tendência verificada em 2019, quando houve um crescimento de 75% no número de cotações do Proteção Digital, seguro cibernético da Zurich.

Segundo o Superintendente de Linhas Financeiras e Seguro Garantia da Zurich no Brasil, Fernando Saccon, como a legislação tem o propósito de zelar pela privacidade dos dados dos consumidores, preservando-os de exposição indevida ou de ataques cibernéticos, o que antes era curiosidade por parte das empresas, passou a ser uma necessidade. O seguro cibernético é universal, já que companhias de todos os portes e segmentos de atuação hoje estão conectadas, em maior ou menor grau, à internet e precisam proteger os dados, afirma.

De acordo com o executivo, nesses casos o seguro cibernético oferece mais que uma cobertura, pois proporciona assistência, um serviço de resposta a incidentes, já que ajuda as companhias a entenderem os riscos a que estão expostas e aponta gaps.

Os ciberataques, assim como o colapso da infraestrutura da informação, já figuravam na lista dos 10 maiores temores de riscos na próxima década, segundo o Global Risk Report 2020, produzido pela Zurich Insurance Group em parceria com o WEF e a Marsh & MacLennan. O documento, lançado em janeiro deste ano, também apontou a fraude ou roubo de dados como riscos de maior probabilidade de acontecer.

Já colapso da infraestrutura da informação e ataques cibernéticos estavam na 6ª e 8ª posição de risco em termos de impacto. O ranking foi feito a partir de cinco categorias de classificação: tecnológica, ambiental, geopolítica, social e econômica.

Contratos no Brasil exigem poucas apólices de seguros

No momento em que sua empresa for elaborar um contrato ou antes de assinar um contrato, qualquer que seja o lado, lembre-se da importância de identificar os riscos que cercam o negócio.

Contratos no Brasil exigem poucas apólices de seguros

No momento em que sua empresa for elaborar um contrato ou antes de assinar um contrato, qualquer que seja o lado, lembre-se da importância de identificar os riscos que cercam o negócio.

Em 2019, apenas no acumulado entre janeiro e outubro, o Seguro Garantia cresceu em 5,8%. Embora não seja um percentual alto, a demanda superou a previsão que era a metade.

A Merit Seguros, especialista em seguros contratuais, realizou um estudo junto aos seus mais de 4 mil clientes, empresas de setores variados e localizadas nas principais regiões do país e constatou que o Seguro Garantia ainda é pouco exigido quando da elaboração dos contratos de maneira geral.

Ainda se observa muitos contratos celebrados sem qualquer menção ao Seguro Garantia, muito embora a conscientização da necessidade de contemplar este tipo de cobertura vem crescendo cada vez mais no Brasil. Nos países de primeiro mundo, a cláusula que estabelece a exigência deste tipo de seguro é praticamente obrigatória, isto é, consta em 95% dos contratos firmados.

Veja os percentuais de exigência do Seguro Garantia no Brasil de acordo com:

O tipo de contrato

Construção Civil 72%

Prestação de Serviços 65%

Indústria de Equipamentos 60%

A nacionalidade da empresa contratante

Empresas Nacionais 58%

Empresas Estrangeiras 84%

O porte da empresa contratante

Pequeno 24%

Médio 55%

Grande 77%

O Seguro Garantia, tem um papel fundamental no mundo corporativo porque é um seguro que busca proteger o relacionamento comercial entre empresas.

Costumamos dizer que é um seguro contra fornecedores mal administrados.

Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSEG) confirmam que o mercado de seguros nacional fechou o ano de 2019 com arrecadação de R$ 270,1 bilhões, excluindo-se saúde suplementar e DPVAT. Os seguros contratuais figuram dentro deste montante, conquistando uma fatia de destaque na medida que os investimentos em infraestrutura feito pelo governo federal se tornam componentes importantes no ciclo econômico.

No ano de 2020, mesmo com a previsão de queda do PIB no mundo todo e consequentemente menores investimentos do governo federal brasileiro, a Merit tem apostado no crescimento de sua carteira de clientes. Isso se justifica porque se por um lado o volume de negócios cai como um todo, por outro lado, face as incertezas econômicas, o risco de inadimplência e a demanda por proteção nas relações entre empresas e seus fornecedores aumenta. Pode-se prever que muitas empresas que até então não obrigavam seus fornecedores a prestarem garantias, começarão a fazê-la diante da insegurança que tomou conta dos mercados.  Proteção ao risco será a palavra de ordem nas relações do futuro.

Além do Seguro Garantia, existem outros seguros que podem ser inseridos como exigência contratual e dentre os principais, destacam-se:

Seguro de Responsabilidade Civil

Seguro de Riscos de Engenharia (quando o contrato se refere às obras civis) Seguro de Riscos Diversos Equipamentos Seguro de Vida Seguro de Acidentes Pessoais É oportuno dizer que o segredo para avaliação de um risco envolve dois aspectos básicos: informação e experiência. Isto significa que entender o projeto e interpretar as cláusulas de um contrato é o primeiro passo para se dimensionar o risco, definir taxas e formular uma proposta condizente à operação.

No momento em que sua empresa for elaborar um contrato ou antes de assinar um contrato, qualquer que seja o lado, lembre-se da importância de identificar os riscos que cercam o negócio. O fio do bigode serviu durante anos para que as partes honrassem com suas promessas. Hoje os tempos são outros e se sua empresa não estiver atenta a esses movimentos, você e sua empresa poderão viver sempre no fio da navalha.

Fonte: Migalhas / Autor: Sergio Fasolari é CEO da Merit Seguros.

Desemprego é maior fator de risco no mundo, dizem líderes empresariais

Taxas de desemprego dispararam por causa dos lockdowns e de outras restrições para combater a pandemia do novo coronavírus

Fonte: Reuters

O desemprego é visto por executivos de empresas do mundo inteiro como a maior preocupação para os próximos dez anos, seguido de perto pela propagação de doenças infecciosas, segundo pesquisa conduzida pelo Fórum Econômico Mundial.

As taxas de desemprego dispararam por causa dos lockdowns e de outras restrições para combater a pandemia do novo coronavírus, e há temores de que o pior ainda esteja por vir nos países em que trabalhadores foram colocados em licença.

As interrupções de empregos causadas pela pandemia, a tendência crescente de automação e a transição para economias mais verdes estão alterando os mercados de maneira fundamental, disse  Saadia Zahidi, diretora do Fórum Econômico Mundial.

Enquanto emergimos dessa crise, líderes terão uma oportunidade notável de criar novos empregos, apoiar salários dignos e para reimaginar as redes de segurança social, a fim de atendam os desafios nos mercados de trabalho de amanhã.

A pesquisa Riscos Regionais Para Negócios consultou 12.012 líderes empresariais de 127 países, faz parte do relatório global de competitividade do Fórum Ecônomico Mundial e será publicada no mês que vem.

O estudo pediu opiniões sobre 30 riscos. A preocupação com a propagação de doenças infecciosas também veio à tona, subindo 28 colocações em relação à pesquisa do ano passado.

Crises fiscais, ciberataques e instabilidade social profunda ficaram em terceiro, quarto e quinto, respectivamente, apontou a pesquisa. Mas os riscos trazidos pelas mudanças climáticas também estão subindo na agenda, de acordo com o Fórum.

Susep aprova convenção de interoperabilidade de seguros

Registradoras credenciadas e homologadas deverão entregar uma plataforma integrada de supervisão do mercado de seguros.

Fonte: Monitor Mercantil

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) aprovou nesta quinta-feira a minuta de convenção que garantirá a interoperabilidade do Sistema de Registro de Operações (SRO), ou seja, a partir desta quinta-feira as registradoras credenciadas e homologadas deverão entregar uma plataforma integrada de supervisão do mercado de seguros.

Tal plataforma será também responsável pela unicidade e portabilidade das apólices. A B3, devidamente credenciada e homologada pela Susep, em conjunto com as demais registradoras, é uma das signatárias da Convenção.

De acordo com Vinicius Brandi, diretor da Susep, destaca o empenho do corpo técnico da Susep, o diálogo com as empresas do setor e com as registradoras como fatores que ajudaram a autarquia a viabilizar a convenção num tempo recorde. A celebração da convenção é uma etapa fundamental para o projeto do SRO. O texto final foi construído a partir de um debate amplo entre registradoras e participantes do mercado, e contou com a atuação decisiva da Susep na coordenação dos trabalhos, ressalta.

Um dos objetivos do SRO é implementar a apólice eletrônica no Brasil e acelerar o processo de digitalização dos contratos de seguros, tornando o processo mais ágil, transparente e com custos menores. Segundo Icaro Demarchi Araujo Leite, superintendente de Seguros da B3, o desenvolvimento do documento contou com a participação de todo o mercado securitário, o que garantiu a entrega em tempo recorde.

Concluímos a minuta em menos de dois meses desde a primeira reunião do grupo de registradoras e a Susep. Da parte da B3, estamos muito confiantes de que um passo importante foi dado para evoluirmos com a entrega do Sistema de Registro de Operações da Susep. Todas as registradoras atuaram de forma bastante atenta e dedicada para atender todas as demandas regulatórias, além de atender os interesses das seguradoras. Da mesma forma, estamos participando de um momento histórico para a evolução do mercado securitário, comentou o superintendente da B3.

Além do registro de apólices, a B3 está trabalhando, junto ao mercado segurador, para entregar uma plataforma completa de produtos e serviços que auxiliem os participantes no cumprimento de demandas regulatórias e que, do lado do regulador, contribua com o processo de supervisão e diminua os custos de observância para o mercado como um todo.

Chineses investem pesado no País

SETOR ELÉTRICO É O DESTINO DE 43% DOS INVESTIMENTOS CHINESES NO BRASIL

Maior parceira comercial do Brasil, a China vem apostando no setor elétrico verde e amarelo. Em painel temático realizado no Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico realizado na última quarta-feira, 30 de setembro, a Diretora Executiva do Conselho Empresarial Brasil-China, Claudia Trevisan, revelou que hoje cerca de 43% do estoque de investimentos chineses no Brasil são destinados ao setor elétrico. Houve um aumento expressivo que transformou o segmento no principal pilar dos investimentos chineses no Brasil, explica.

O setor de petróleo e gás vem em seguida, com 28% dos investimentos chineses. Segundo a diretora do Conselho, há 20 anos a relação econômica entre os dois países era pequena, mas veio se intensificando e  em 2010 houve o maior volume de investimentos, de US$ 13 bilhões. Na ocasião, a maior parte foi para óleo e gás, mas o setor elétrico já participava. A partir de 2014 houve um crescimento na área de energia elétrica.

O CEO da CTG no Brasil, Zhao Jianqiang, lembrou que a empresa visitou o país pela primeira vez na década de 90, para conhecer a usina de Itaipu. Ele contou ainda que considera o país como um mercado fundamental e que quer ampliar a participação por aqui. O executivo diz se impressionar com o modo como o Brasil desenvolve o seu setor elétrico, baseado na energia limpa. Isso está em linha com o que a CTG faz no mundo inteiro, avisa.

Zhao Jianqiang considera o Brasil um mercado fundamental e que a empresa mira o longo prazo. A modernização das UHEs de Ilha Solteira e Jupiá, que consomem cerca de R$ 3 bilhões em investimentos, foi lembrada por Jianqiang como um dos maiores investimentos da área no país.

Qu Yuhui, ministro-conselheiro e porta-voz da embaixada da China no Brasil lembraram que as  empresas chineses conseguiram êxito nas suas investidas no Brasil nos últimos anos , o que lhes deu experiência para a sua expansão.

Para ele, o pós- pandemia traz desafios e oportunidades para os países emergentes. Não sabemos o quanto vai durar a pandemia, isso é uma incógnita, aponta.

Fonte: Canal Energia

Neoenergia internaliza e já contratou três mil funcionários

Ação envolve escola para formação de profissionais e tem objetivo de aprimorar segurança e a qualidade

A Neoenergia decidiu apostar na substituição da força de trabalho de terceirizados por colaboradores próprios, a chamada internalização. Desde o início do projeto da companhia, em 2017, foram contratadas cerca de 3 mil profissionais em diversas áreas, como inspeção de redes, atividades comerciais, fiscalização de obras, entre outras. Uma das ações integradas à iniciativa é a Escola de Eletricistas, para formar profissionais que poderão atuar no grupo.

Os objetivos são de aprimorar a segurança e a qualidade, além de humanizar a gestão de pessoas. De acordo com a superintendente de Recursos Humanos da Neoenergia, Adriana Teixeira, com colaboradores próprios, é possível aumentar a sensação de pertencimento e, dessa forma, o compromisso com a cultura, os temas prioritários e os ativos do grupo.

A internalização engloba Coelba (BA), Celpe (PE) e Cosern (RN). A Elektro (SP/MS) já atua com colaboradores próprios, em equipes multidisciplinares, para todas as áreas. A mudança promovida já se reflete nos números de produtividade, que apontam um aumento superior a 30% na eficiência, alcançada através da otimização de processos. O projeto acontece em fases e foi iniciado há três anos com a contratação de 1,8 mil colaboradores que entraram para as equipes de atendimento a emergências da Coelba e da Celpe.  Esse primeiro movimento contribuiu para melhorar os indicadores de qualidade do grupo, incluindo o DEC, um índice criado pela Agência Nacional de Energia Elétrica para monitorar o serviço oferecido pelas distribuidoras. Todas as concessionárias da Neoenergia têm resultados melhores do que a previsão do órgão regulador e, entre 2018 e 2019, a duração média das interrupções de energia diminuiu em 1,7 hora, considerando as quatro empresas.

Em seguida, foram internalizadas as atividades de projetos de redes na Coelba, na Celpe e na Cosern. Isso permite um maior controle em todas as etapas, desde a criação da estratégia dessas iniciativas, e resulta em maior qualidade dos projetos. Outras áreas que ganharam profissionais próprios nos últimos anos foram inspeções de redes, gestão e fiscalização de obras e poda urbana.

Para fomentar a formação profissional nas áreas de concessão da empresa e oferecer oportunidades de trabalho a moradores desses estados, a Neoenergia criou a Escola de Eletricistas, uma das iniciativas do projeto de internalização. A ação funciona em quatro estados onde a companhia atua: Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo. Foram criadas turmas exclusivas para mulheres na Coelba e na Celpe, com o objetivo de promover diversidade e inclusão.

Fonte: Canal Energia

Mercedes-Benz lança caminhão movido a hidrogênio

A Daimler Trucks, na Alemanha, anuncia o Mercedes-Benz GenH2 que terá motor elétrico a célula a hidrogênio. O protótipo tem autonomia para rodar até 1000 km e será produzido a partir do ano de 2024, sendo que os testes com clientes em operações reais começam em 2023 na Europa.

A Daimler pretendia mostrar o novo protótipo na IAA (A feira líder mundial em transporte, logística e mobilidade). Mas o evento, que deveria ocorrer neste mês em Hannover, na Alemanha, foi cancelado por causa da pandemia do novo coronavírus.

O Mercedes-Benz GenH2 tem motor elétrico. Porém, em vez de ficar armazenada em baterias, a eletricidade é gerada por meio de célula a combustível. O curioso é que, tecnicamente, o hidrogênio líquido não será um combustível. Isso devido à não presença de combustão.

A energia elétrica é gerada por meio de uma reação química. Entre os benefícios, o resultado é que pelo escapamento sai apenas água. E o líquido é tão puro que pode ser ingerido por pessoas e animais.

Tecnologia já é usada em carros

O uso do hidrogênio como alternativa a combustíveis fósseis já é uma realidade há mais tempo no setor automotivo em carros de passeio e a tecnologia amadurece cada vez mais, embora restrita a alguns modelos.

Um dos carros que serve de exemplo é o Toyota Mirai (Mirai significa ‘futuro’ em japonês), que está na sua segunda geração de veículos a hidrogênio. Construído sobre a mesma plataforma que o Lexus LS, o carro leva até cinco pessoas e que emprega uma nova versão da tecnologia para células de combustível que amplia a autonomia do novo Mirai em 30% a mais na comparação com a versão anterior do carro, o que significa saltar de 500 km para 650 Km.

É claro que o carro movido a hidrogênio precisa de postos de reabastecimento especiais, mas uma importante diferença em relação aos carros puramente elétricos, é que a recarga de um carro a hidrogênio é tão rápida quanto a de um carro a gás ou combustível.

E aí, será que essa tecnologia que ainda precisa se provar nos carros se aplica também aos caminhões pesados? De olho em preocupações ambientais e eficiência energética, os fabricantes apostam cada vez mais em inovação e respeito ao meio-ambiente. E você, o que acha? Compartilhe com quem é do setor para ficar por dentro desta novidade.

Fonte: Estradão

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