12 de outubro, 50 anos depois

13, Out. 2020

12 de outubro, 50 anos depois

O corretor acredita na sua missão, na sua profissão e na sua obrigação de fazer o melhor possível todos os dias, para todos os clientes.

Fonte: O Estado de S. Paulo / Autor: Antonio Penteado Mendonça

O que Nossa Senhora Aparecida e o corretor de seguros têm em comum, além de comemorarem sua data no 12 de outubro? Ambos têm na sua missão proteger. Nossa Senhora Aparecida é padroeira do Brasil. Santa da devoção do bispo d. Fernando Figueiredo, cabe a ela zelar por nós, além da hora de nossa morte, amém.

Dona de um santuário gigante na cidade de Aparecida do Norte, no interior paulista, tem também uma igreja pequena, quase uma capela, bem na divisa do Alto de Pinheiros com a Vila Beatriz, na cidade de São Paulo. Esculpida numa peça de terracota, coberta pelo manto azul ofertado pela princesa Isabel, Nossa Senhora Aparecida, tirada das águas do Rio Paraíba do Sul no século 18, no alto de seu altar na “Igreja Nova” de Aparecida do Norte, ao longo do tempo granjeou milhões de fiéis, muitos dos quais partem constantemente em romaria para venerar a Santa padroeira do Brasil.

É a ela que eles entregam suas aflições, é dela que nasce sua esperança. Nossa Senhora Aparecida, velai por nós no dia a dia de nossas vidas. Proteja e nos ampare nas tempestades, nos dê dias amenos para tocarmos nossos negócios, nos dê noites de lua cheia uma vez por mês, para espantar a saudade e balançar na rede, ao som de um violão.

O corretor de seguros não tem a magia, nem a espiritualidade, nem a capacidade de fazer milagres da Virgem retirada das águas do rio. Nem se espera que tenha.

O corretor de seguros não é milagreiro, não espera ajuda do céu, a não ser a sorte necessária para levar a vida de forma mais leve, nem vive na esperança do auxílio divino para evitar as tragédias e acidentes que atingem todos os viventes.

Ao contrário, o corretor de seguros acredita no trabalho, na luta diária, bruta e desigual, pelo pão nosso de cada dia. O corretor de seguros acredita na sua missão, na sua profissão e na sua obrigação de fazer o melhor possível todos os dias, para todos os clientes.

Num país com o desenho social do Brasil, não há como ser diferente. O setor de seguros existe basicamente para atender às classes A e B, com alguns produtos, notadamente dados pelas empresas para seus colaboradores, atendendo a classe C.

O principal canal de distribuição desses produtos, no Brasil, é o corretor de seguros. Apesar das seguradoras poderem vender direto para seus clientes, de a internet estar chegando, dos negócios online terem se multiplicado por causa da pandemia, os corretores de seguros seguem sendo os principais compradores de seguros e isso faz toda a diferença.

O corretor de seguros não vende as apólices, ao contrário, ele as compra para seus segurados. É aí que mora o diferencial a seu favor: o corretor de seguros conhece seu cliente, conhece o universo de seu cliente, onde ele mora, onde transita, o que faz, com quem faz, como faz e por que faz. Em outras palavras, ele conhece as necessidades de proteção de seus segurados. E sabe que não há dois desenhos iguais.

Cada um é cada um, e isso faz com que cada indivíduo e cada empresa tenham necessidades específicas, que até podem ser parecidas com as dos vizinhos, mas não são as mesmas.

A maioria dos corretores de seguros trabalha com produtos de massa, como os seguros de veículos, vida em grupo ou viagem, mas não perde de vista a individualidade do cliente. José não é Antonio. Assim, o atendimento de José não pode ser o mesmo dado a Antonio, muito embora a proteção dos dois seja o ponto nevrálgico do negócio. O bom corretor é o que entende isso e tem alta taxa de renovação de seguros.

Este ano faz meio século que 12 de outubro foi escolhido, no Primeiro Encontro Mundial de Corretores de Seguros, acontecido em 1970, na Argentina, como a data para homenagear o corretor de seguros.

Nestes 50 anos, o corretor de seguros brasileiro se profissionalizou, ganhou confiança e se impôs como um profissional competente, capaz de entender e atender seus clientes, negociando com as seguradoras para oferecer as melhores soluções de proteção para pessoas e empresas. É graças a ele que a sociedade está mais bem protegida.

Registro eletrônico de apólices passa a ser obrigatório a partir de novembro

Fonte: CQCS

O instrumento que viabiliza a portabilidade dos registros das seguradoras foi aprovado pela Susep. Trata-se do do texto final da convenção que trata da interoperabilidade no âmbito do Sistema de Registro de Operações (SRO) do mercado de seguros, o qual já tem as assinaturas de CERC, CSD e B3, primeiras registradoras homologadas para operar no sistema.

Segundo a superintendente da Susep, Solange Vieira, o novo mecanismo vai aumentar a transparência, a eficiência e a segurança no registro das operações. Esperamos que as seguradoras e a população possam se beneficiar das sinergias que ocorrerão com outros produtos e serviços a serem desenvolvidos, observa.

Já o diretor da autarquia, Vinicius Brandi, revela que a celebração da convenção é uma etapa fundamental para o projeto do SRO. Ele destaca ainda que o texto final foi construído a partir de um debate amplo entre registradoras e participantes do mercado, e contou com a atuação decisiva da Susep na coordenação dos trabalhos.

As seguradoras já podem fazer a adesão voluntária ao SRO. Mas, a partir do dia 3 de novembro, o registro passa a ser obrigatório para as companhias que comercializam o seguro garantia. De acordo com a Susep, todas as operações do mercado deverão integrar o sistema até 2023.

A Susep adotou várias medidas para assegurar segurança total na implementação do SRO. No caso das registradoras que irão operar o sistema, serão exigidos rígidos protocolos de segurança e governança, baseados nos Princípios para Infraestruturas do Mercado Financeiro do Bank for International Settlements (BIS). Um dos requisitos exigidos é que a registradora tenha patrimônio mínimo de, no mínimo, R$ 15 milhões, além de capacidade técnico-administrativa.

A autarquia garante ainda que normas de segurança da informação, como as estabelecidas pela LGPD, também serão rigorosamente fiscalizadas.

Dilema feminino: Trabalho ou Família?

Quase 50% das mulheres se dividem entre trabalhar e cuidar dos filhos

Entre homens, número cai para 11,1%.

Fonte: Monitor Mercantil

Relatório anual da Workana apontou que a desigualdade de gênero continua em alta no Brasil, mesmo com o trabalho remoto. O levantamento considerou que este cenário de crise que estamos enfrentando por causa do coronavírus: 15,2% dos entrevistados afirmam que poder trabalhar sem deixar de estar perto dos filhos está entre as vantagens do home office. No entanto, a pandemia acabou rompendo os limites que havia entre vida pessoal e profissional e, nesse contexto, ficou mais evidente a desigualdade de gênero.

Ainda segundo o estudo 48,3% das mulheres que trabalham com carteira assinada afirmam estar cuidando dos filhos, enquanto entre os homens, esse número é de apenas 11,1%. Olha só como em todos os cenários, a responsabilidade acaba ficando para elas: muitas mulheres se desdobram para conciliar o home office com o trabalho de casa, que vai desde a preparação de alimentos, até arrumar a casa e cuidar dos filhos, e as empresas não estão conseguindo dar suporte a elas. Quando o assunto se voltou a iniciativas das companhias para ajudar os funcionários na adaptação ao trabalho remoto, só 5,2% dos empregados com carteira assinada responderam que os empregadores ofereceram suporte a nível pessoal, com a atividades para os filhos, por exemplo. E, na perspectiva das empresas, esse número se mostrou ainda menor, 3,3%.

O estudo chega à conclusão que a pandemia acendeu um alerta sobre a necessidade de uma gestão humanizada, não só durante a quarentena, mas sempre, com olhar atento sobre as pessoas, levando em conta a realidade delas, o que a Workana nomeou de professional centric, que consiste em ressignificar o trabalho, deixando de ser office-centric (centrado no escritório), para estar em qualquer lugar onde o profissional esteja.

Foram entrevistadas 2.810 pessoas da América Latina, entre freelancers, empregados com carteira assinada, líderes de empresas, e empreendedores.

Pix deve auxiliar na modernização do mercado segurador e baratear apólices

Durante webinar realizado pela Fundação Getúlio Vargas em parceria com a BMG Seguros, a superintendente da Susep afirmou que novo modelo trará mais inovação para o setor

O novo sistema de pagamento eletrônico do Banco Central, o Pix, já abriu o processo de cadastramento e chega oficialmente em novembro para toda população. O modelo visa transformar o mercado financeiro nacional, proporcionando mais agilidade em realizar pagamentos e transferências para qualquer pessoa e em qualquer lugar, além de diminuir os custos de transações bancárias. Em três dias após a liberação, que ocorreu na última segunda-feira, 5 de outubro, foram realizados 21,09 milhões de cadastros pelos canais digitais dos principais bancos e fintechs do Brasil.

Mas afinal, como o novo modelo afeta o mercado de seguros?

Para falar sobre esse assunto, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) realizou ontem, 08 de outubro, mais um ciclo de webinars promovidos em parceria com a BMG Seguros. Dessa vez a transmissão ao vivo teve como tema O papel da infraestrutura de mercado no desenvolvimento do segmento de seguros no Brasil. O painel foi moderado por Jorge Sant’Anna, diretor-presidente da BMG Seguros; e Gesner Oliveira, coordenador do Centro de Estudos de Infraestrutura & Soluções Ambientais da instituição. Participaram do debate Solange Vieira, superintendente da Susep; Otávio Damaso, diretor de Regulação do BC; e Sérgio Odilon, consultor de mercados financeiros e de capitais.

O mercado segurador, através de seus produtos, regulação e capacidade financeira, é um componente importante em qualquer projeto de infraestrutura, pois é um dos segmentos que mais cresce no Brasil, e com o Pix é esperado que mais investimentos sejam feitos no País. Segundo Damaso, o processo de inovação no molde atual é inevitável, e o regulador tem como objetivo tornar o sistema eficiente e sólido. Quando digo isso é uma eficiência em todas as suas dimensões: produtos e serviços bons para a sociedade. Algumas vezes, nós, reguladores, nos deparamos com algumas instituições que não percebem nosso papel nesses processos. Os players devem ver essas mudanças como oportunidade, não como desafio ou afronta.

De acordo com Solange, proporcionar uma regulamentação do mercado mais efetiva, oferecendo orientação nos negócios em parceria com as companhias do setor e empresas que atuam com projetos desse nível, será fundamental para que o índice de investimentos aumente. A superintendente comentou sobre algumas medidas que a entidade vem implementando, e uma delas foi a criação do Sistema de Registro de Operações (SRO). Com a nova ferramenta, a autarquia espera reduzir o custo de observância regulatória, modernizar a captação de dados junto ao mercado e estimular a eficiência do setor ao combate a fraudes. Estamos desregulamentando o mercado, permitindo a criação de produtos que se adéquam a um mundo tecnológico, no qual a inovação tem impulsionado mudanças rápidas, disse.

Ela ainda afirmou que a chegada do Pix será importante para o mercado segurador, pois os pagamentos serão mais flexíveis e terão custos menores, o que irá gerar uma redução nos custos das apólices. Quando falamos em microsseguro, alguns produtos não fazem sentido pagar boleto bancário, por exemplo. Com o Pix vamos baratear o sistema de pagamento e impulsionar o segmento. Solange completou dizendo que o resultado do Sandbox Regulatório também irá proporcionar mais ousadia e inovação para o setor, afirmando que a Susep deve entrar para o Open Insurance em 2021. Com toda essa movimentação, a entidade poderá ter uma análise de risco mais elaborada, o que gera competitividade. Estamos bastante animados com essa agenda e esperamos fazer com que o seguro seja cada vez mais acessível.

Fonte: Revista Apólice

Equinor aposta no Brasil e em energia limpa

O Brasil é considerado área chave na estratégia global da petroleira norueguesa Equinor para reduzir as emissões de carbono causadas pela sua operação, meta que vem sendo perseguida em diversas frentes pela petroleira, que lidera a transição energética do setor. A ideia da atual gestão da Equinor é transformá-la em uma empresa ampla de energia, e não apenas de petróleo, destinando globalmente até 20% dos seus investimentos para projetos de energia renovável até 2030.

Talvez até a gente alcance isso antes de 2030, vai depender das oportunidades, avalia a recém-empossada presidente interina da empresa no Brasil, Letícia Andrade, destacando que o País é considerado fundamental para as metas traçadas pela companhia. Nos próximos 10 anos, o foco é aumentar em 30 vezes os investimentos em energia renovável no mundo.

O complexo de Apodi, no Ceará, foi o primeiro parque solar construído no mundo pela petroleira norueguesa.

Há 11 anos na companhia, Letícia acumula a presidência interina com a vice-presidência de Estratégia e Portfólio. Após meses em home office e com operações reduzidas nas plataformas, a empresa começa gradualmente a retomar sua rotina, com planos de levar adiante mudanças operacionais com foco na produção sustentável. A companhia tem 600 empregados diretos e, se incluídos terceirizados, o dobro.

O primeiro passo, já em andamento, será substituir o diesel, que alimenta suas plataformas, pelo gás natural no campo de Peregrino, na bacia de Campos. A iniciativa vai reduzir em 25% as emissões de CO2 (gás carbônico). Outra medida, ainda em estudo junto aos seus fornecedores, é ter embarcações de apoio que utilizem bateria, como já ocorre em suas operações no Mar do Norte. Outras ações estão sendo estudadas e devem significar, somadas, uma redução de emissões da ordem de 145 mil toneladas de CO2 por ano, o equivalente à emissão de 30 mil carros por ano.

Desde 2001, quando chegou ao Brasil com o nome de Statoil, a empresa já investiu US$ 10 bilhões e pretende nos próximos dez anos investir mais US$ 15 bilhões. A Equinor construiu aqui seu primeiro parque solar no mundo, o complexo Apodi, no Ceará.

Apodi, eu brinco, é a nossa menina dos olhos. A gente está abastecendo 200 mil famílias lá em Quixeré, um município do Ceará, e isso nos motiva, afirma Letícia, que tem planos de crescer também nesse segmento.

Mas será no mega projeto de energia eólica offshore que a Equinor deve aplicar muitos milhões do seu orçamento no Brasil nos próximos anos. Ainda sem estimativa de um valor, o projeto aguarda o licenciamento ambiental do Ibama, que pode levar de um a três anos, segundo a executiva, devido ao tamanho do empreendimento.

Serão dois parques de 2 gigawatts (cada) construídos lado a lado no litoral do Espírito Santo e Rio de Janeiro. Isso é o suficiente para abastecer um Estado do porte do Ceará e corresponde a quase 70% de toda a instalação de eólicas offshore registrada no mundo no ano passado (6,1 GW).

Para a pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas Energia, Fernanda Delgado, os planos da Equinor estão em linha tanto com a manutenção da atividade fim da companhia, quanto com a vocação energética brasileira. Melhor que isso, só se anunciasse investimentos em etanol e biodiesel, avalia.

Não consigo desassociar a transição energética da indústria do petróleo, tudo caminhará lado a lado e haverá espaço na matriz para todos os energéticos por um bom tempo”, afirma a pesquisadora. É uma transição gradual e lenta, e que acontecerá de forma diferente em cada país. Não se trata de uma revolução abrupta. E o portfólio de negócio da Equinor é um exemplo disso.

Fonte: Estadão

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