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11/10/2019
Autor: ABGR
FAÇA SUA INSCRIÇÃO PARA O XIII SEMINÁRIO INTERNACIONAL DA ABGR

Acesse o site do evento e faça sua inscrição: http://www.expoabgr.com/ 

Evento será realizado nos dias 12 e 13 de novembro, no WTC São Paulo. Cerca de 3 mil participantes estão sendo esperados

 

A Associação Brasileira de Gerência de Riscos (ABGR), entidade sem fins lucrativos que une os risk managers do país às grandes seguradoras, já iniciou os preparativos para o maior evento do setor na América Latina, a Expo ABGR 2019.

A expectativa de público para o evento deste ano, que acontece no World Trade Center São Paulo, nos dias 12 e 13 de novembro, é de mais de 3 mil pessoas ao longo do XIII Seminário Internacional da ABGR, que se renovou, trazendo mais assertividade no temário e na abordagem do conteúdo, e da sua feira de negócios.

Atualidade – Os principais temas que irão ocupar a plenária durante os dois dias de exposição e debates já estão definidos. São eles:

  • Gerenciamento de Risco Estratégico;
  • Projeto de Lei de Barragens;
  • Garantias Contratuais;
  • Projeto de Lei de Livre Iniciativa/Liberdade Econômica;
  • Diversidade aliada à Sustentabilidade nas Organizações;
  • Benefício-Impactos da Reforma na Previdência;
  • O Futuro e Tendências do Setor Logístico;
  • Benefício- Saúde e Gestão de Riscos;
  • Engenharia de Risco-Recomendações X Obrigação Legal;
  • Estruturação de Políticas de Seguros e Salvados no Brasil;
  • Mudanças Climáticas e Agronegócio;
  • Transportes, Logística e Gerenciamento de Riscos;
  • Seguro e Risco Ambiental;
  • P&C-“Property &Casualty ” e a Nova Maneira de Encarar os Riscos e
  • Cyber Risks e LGPD.

Durante o lançamento do evento, em setembro, foram anunciadas as ações que irão oxigenar os processos internos da ABGR, aproximá-la ainda mais dos players da área de seguros, resseguros e corretagem, e internacionalizar os padrões do setor. Grandes seguradoras, resseguradoras e brokers prestigiaram o evento.

A atual presidente da ABGR, Cristiane França Alves, afirma que a ideia, com o reposicionamento, é estarem mais próximos dos gestores de riscos e mais atualizados com os temas em voga. “Estamos com um olhar mais 360º, pensando no meio-ambiente, no social, e não só economicamente”, completa, dizendo que os seguros não mudam, mas o olhar e o cuidado que antes não eram tidos como prioridades, agora são.

As inovações preparadas para a EXPO ABGR 2019 mostram que esse discurso já está sendo colocado em prática. As mudanças também buscam o alinhamento dos valores da entidade às 17 metas para o desenvolvimento sustentável estabelecidas pela ONU para a segurança do planeta.

Entre as novidades apresentadas, estão as cotas de patrocínio, que trazem consigo inovações tecnológicas aliadas a oportunidades de negócios. A principal delas será a Platinum, cujo patrocinador terá a exclusividade de ser o grande anfitrião do evento, seguida pela Gold. Nesta categoria, já está garantida a participação da gigante internacional Mapfre Seguros.

Os ingressos para a EXPO ABGR 2019 custarão R$100 para associados e R$200 para não associados. Já para o XIII Seminário Internacional da ABGR, os valores serão de R$1.600 para Associados e R$ 2.000 para não associados. 

Serviço |

Expo ABGR 2019

Data: 12 e 13 de novembro

Local: WTC São Paulo, Av. das Nações Unidas, 12551

Sobre a ABGR | A Associação Brasileira de Gerência de Riscos é uma entidade sem fins lucrativos dedicada ao desenvolvimento, aprimoramento e divulgação da Gerência de Riscos no Brasil. Congregando em seu quadro associativo empresas compradoras de seguros de todos os segmentos produtivos, tem como principal objetivo defender os seus interesses junto ao mercado segurador e entidades governamentais.

Além de manter representações em vários estados do país, é parceira internacional das mais importantes organizações de risk management do mundo, transmitindo as mais recentes tecnologias e tendências do mercado global (coberturas, novos produtos etc.) aos seus associados.

Informações à Imprensa |

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Flash News ABGR - 11.10.2019


Menos carga, mais riscos

A revista Valor Setorial, do Valor Econômico, relata que o seguro de transporte de carga guarda significativa e instantânea correlação com o nível da atividade econômica, o que não impede o setor de exibir elevações no volume de prêmios. Os ganhos se mantêm porque a própria crise que reduz a movimentação de cargas desencadeia uma ampliação de riscos indutores de aumentos de tarifas. Se há recessão econômica, como em 2015 e 2016, ou baixo crescimento, como em 2017 e 2018, o desemprego e a perda de renda comprimem o consumo e diminuem o trânsito de cargas pelo país. Por outro lado, esses fenômenos intensificam os roubos de cargas e os saques a caminhões. A consequência é o aumento da sinistralidade.

Para contrabalançar os riscos, as seguradoras elevam suas taxas e o volume arrecadado se sustenta mesmo com menos apólices. “O volume nominal de prêmios, além de sofrer a correção inflacionária do período, passa a embutir os custos decorrentes de uma sinistralidade mais severa”, diz Eduardo Michelin, head of marine da corretora Willis Towers Watson. “Durante as crises, o roubo cresce e a população, com poder de compra enfraquecido, passa a adquirir bens de fontes não convencionais.”

Responsável por cerca de 61 % da circulação de cargas pelo país, o transporte rodoviário enfrenta, durante as crises, a concorrência de outros serviços modais. Como o modal ferroviário apresenta gargalos de malha, o de cabotagem prospera. Há outro fenômeno relacionado à crise: o acirramento da concorrência entre as instituições do mercado segurador. Vencem as seguradoras e corretoras que conseguem harmonizar custos e gerenciamento dos riscos.

O presidente da Comissão de Transportes da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Paulo Robson /Vives, nota que o volume de prêmios emitidos não acusou diretamente os efeitos da recessão que atingiu o país a partir de 2015. Em 2018, a evolução dos prêmios foi de 13%, para R$ 3,16 bilhões. “Houve expressiva reação no segmento, como reflexo de ajustes de taxas de seguros por conta da explosão do roubo de carga em 2017.” De janeiro a junho de 2019, o seguro de transportes acumulou arrecadação de R$ 1,577 bilhão, aumento de 7,75% sobre o mesmo período de 2018.

O modal rodoviário foi o que mais acusou o impacto da crise, sobretudo na alta da sinistralidade. “Em 2019 observa-se um aumento na massa de prêmios de 10%, maior que o crescimento dos sinistros reclamados, na faixa de 6%. “Esse crescimento foi liderado pelo Transporte Nacional do Embarcador, com sinistros reclamados de R$ 304 milhões, comparado a R$ 285 milhões em 2018.

A redução no roubo de cargas persiste em 2019, avalia o superintendente de seguro aero, casco e transporte da Mapfre, Carlos Eduardo Polizio. A queda decorre da menor exposição das cargas pelo sistema rodoviário, do aperfeiçoamento da gestão de risco e de ações específicas da autoridade pública. Na Mapfre, essa estratégia permitiu sinistralidade 20% menor. O executivo alerta que o segmento sofre com a falta de investimento na melhoria da malha rodovia ria, o que eleva a sinistralidade: estradas mal conservadas e aumento na quantidade de caminhões em circulação. O jeito é inovar no gerenciamento de risco. “As seguradoras se aproximam de seus clientes com o objetivo de apoiar na melhoria logística de distribuição e minimizar exposições desnecessárias durante o trânsito da carga.”

Segundo Aruã Piton, sênior underwriter marine da Swiss Re Corporate Solutions, a queda no roubo de carga resultou em um conjunto de iniciativas de diferentes instituições. Entre elas, ações de inteligência no combate ao roubo, trabalho policial e forte atuação das empresas especializadas em prevenção de perdas. A greve dos caminhoneiros também diminuiu o potencial de crescimento. O impacto da paralisação foi sentido em duas frentes. “Uma é a coleta de prêmio. Se não há carga sendo transportada, não há prêmio a ser cobrado. A segunda é o aumento da exposição a sinistros, como a perda de cargas perecíveis, possibilidade de roubo e furto além de avarias nas mercadorias”, explica Piton.

O aumento das tarifas não aconteceu somente pelo aumento da sinistralidade. A crise no mercado de Londres também contribuiu para a elevação de preços. Principal mercado de seguros de transportes no mundo, Londres vem registrando, segundo Piton, resultados negativos, obrigando resseguradores, sindicatos e seguradoras a repensar seu modelo de negócio. Este contexto reduziu a capacidade de aceitação das empresas internacionais e, consequentemente, houve correção para cima do preço do seguro.

A elevação de tarifas é limitada pela alta competitividade do setor. Como existe uma padronização dos serviços prestados, o mercado trabalha sempre com as mesmas empresas, seja no atendimento de sinistros, prevenção de perdas ou averbação de carga. “Devido a essa padronização, a atratividade da apólice acaba migrando para o preço mais baixo e quem perde é o setor”, diz Piton. A guerra comercial acaba aumentando demasiadamente a exposição ao risco. O executivo explica que, hoje, as margens entre as apólices são pequenas e isso obriga a seguradora a corrigir o prêmio cobrado a cada renovação, sacrificando a fidelização do cliente, que sai à procura de preços melhores no mercado.

Neste ano, a média de ocorrências de roubos de carga está similar ao registrado em 2018, avalia a gerente da Porto Seguro Transportes, Rose Matos. “A conjuntura demanda soluções de gerenciamento de risco cada vez mais modernas, tecnológicas e eficazes para driblar alguns dos desafios que ameaçam a integridade das cargas.” Um exemplo de obstáculo enfrentado é a perda de sinal do rastreador, causado por criminosos. A saída é reforçar a atenção no momento da subscrição de um risco.

Adriano Yonamine, diretor de transporte e autofrota da Sompo Seguros, diz que o índice de cargas seguradas está abaixo do ideal. “Tanto transportadores quanto embarcadores estão cada vez mais conscientes de que contar com o apoio de uma seguradora pode fazer toda a diferença na operação.” A cobertura pode evitar perdas que, dependendo do porte e da situação financeira da empresa, poderiam até resultar no encerramento das operações. O executivo estima em 10,8% o crescimento da arrecadação em transporte no acumulado do ano até julho.

iFood anuncia seguro contra acidentes para entregadores

O 
G1 anota que o aplicativo de entrega de comida iFood anunciou que vai começar a fornecer um pacote com seguro, descontos e cursos para os motoristas e entregadores. Segundo a empresa, os benefícios não terão custo para os usuários nem para quem trabalha com o app.

O seguro para acidentes cobrirá despesas médicas e odontológicas e vale enquanto o entregador estiver em trânsito, logado no aplicativo, em qualquer tipo de veículo, incluindo motos e bicicletas.
Caso o motorista sofra um acidente enquanto faz uma entrega, o seguro faz o reembolso de até R$ 15 mil em despesas médicas;

Em caso de morte acidental, o seguro tem cobertura no valor de R$ 100 mil; Se o motorista tiver invalidez permanente, total ou parcial, o seguro tem cobertura de até R$ 100 mil.

Disponível para entregadores na Grande São Paulo já neste mês, o seguro será expandido para toda a rede - que conta com mais de 72 mil entregadores - até o final de novembro, segundo a empresa.
O seguro poderá ser acionado por meio de um canal de atendimento na seguradora.

O iFood também anunciou uma parceria com o Sesi para treinamentos. Com aulas à distância, disponíveis a partir do momento que há cadastro no aplicativo, o curso traz dicas de finanças pessoais, segurança e cuidados com equipamentos.

O aplicativo também vai ter o programa de pontos "iFood Delivery de Vantagens" para dar descontos aos entregadores em serviços como seguro (de moto) e plano de saúde.

Segundo Roberto Gandolfo, diretor de logística da empresa, estas foram algumas das principais demandas identificadas em uma pesquisa feita com os entregadores. "Eles estão preocupados com veículos, com família e educação", afirmou Gandolfo.

O remédio será prevenir

A revista 
Exame destaca que uma estimativa ONU aponta que o número de pessoas com mais de 60 anos passará dos atuais 960 milhões para 2,1 bilhões até 2050. Logo, os gastos com saúde â que essa parte da população demanda em maior escala e crescerão aceleradamente ano a ano. A consultoria americana Strategy&, subsidiária da PwC, fez uma previsão de que no mundo os gastos com saúde terão um aumento de 42% até 2030, chegando a 15 trilhões de dólares. E os gastos devem consolidar uma tendência: a prevenção será cada vez mais protagonista.

Dos 750 bilhões de dólares atualmente investidos em iniciativas ou tecnologias para prevenir ou postergar doenças, a conta subirá para 3,5 trilhões de dólares em 12 anos, segundo a Strategy&. "Com o envelhecimento da população, as ações de prevenção serão fundamentais para conter os custos da inflação médica", diz Eliane Kihara, sócia da PwC. Para este ano, de acordo com um estudo da seguradora britânica Aon, o aumento de custos para o consumidor será, em média, de 7,8% globalmente e de 17% no Brasil.

A tecnologia vai ser a principal frente para reduzir esses valores e ajudar em ações como o diagnóstico precoce. Quanto mais cedo uma doença é descoberta, mais efetivo e barato se torna o tratamento. O alcance desse objetivo, de acordo com a consultoria, virá de ferramentas como a análise de dados e a inteligência artificial, além da popularização de outras ferramentas digitais, como aplicativos que acompanharão a saúde dos usuários por meio de dispositivos inteligentes, como relógios, celulares e monitores.

Seguradora de automóvel do Bradesco se rende aos produtos de baixo custo

Estadão destaca que a Bradesco Auto/RE aderiu ao mercado de baixo custo. Hoje, lança o primeiro seguro de automóvel desta linha, que promete ser até 30% mais barato que as apólices tradicionais. A seguradora desembarca no segmento após mais de dois anos do seguro popular ser lançado no País, com foco em expandir o acesso do produto à população brasileira.

O ingresso da Bradesco Auto/RE na modalidade, com uma frota de mais de 1,4 milhão de automóveis segurados, ocorre ainda após a companhia ter feito uma reviravolta na sua carteira de seguro de automóvel. Ao ser mais seletiva, baixou sua sinistralidade para níveis recordes.

Vazam dados da McDonalds no Brasil

10/10/2019 10:32 Baguete Notícias

Dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, milhões de dados num pão com gergelim.

Uma falha de um prestador de serviços de TI causou o vazamento de 2,3 milhões de registros sensíveis do McDonald's Brasil, sendo quase a metade deles de funcionários, incluindo dados como nome completo, faixa etária, tempo de experiência, cargo, seção, etnia, necessidades especiais, salário e até mesmo unidade de trabalho.

O vazamento foi descoberto por uma empresa de segurança francesa, a OnlineProtek, e revelada pelo site The Hack, que tem esse assunto entre as suas especialidades. 

O problema estava no Elasticsearch, uma ferramenta open source utilizada em servidores para facilitar a consulta de grandes volumes de dados. 

Por padrão, ela é configurada com acesso público, e assim ficou no caso dos dados do McDonalds, sendo acessível para qualquer um que tivesse a URL, sem necessidade de autenticação.

Assim, dos dados do McDonalds estavam em um mecanismo de busca, permitindo a qualquer um pesquisar  2.354.933 registros, incluindo 76 mil registros de novas contratações (com menos dados pessoais), quase 12 mil demissões (indicando se o desligamento foi por justa causa ou não) e outras informações privilegiadas, incluindo uma listagem de 245 fornecedores e parceiros (como construtoras contratadas para erguer novas lojas da franquia). 

Procurada pelo The Hack, a Arcos Dorados, empresa responsável por franquear a marca McDonald’s na América Latina, afirmou que a sua infraestrutura não foi invadida e que o ambiente vulnerável em questão era de propriedade da DoxTI, um prestador de serviços que foi contratado para desenvolver um sistema de indicadores de performance. 

“A companhia informa que, após o recebimento da informação sobre eventual vulnerabilidade em um sistema contratado e operado por um prestador de serviços de desenvolvimento de indicadores de performance, imediatamente ativou todos os protocolos de segurança previstos e também contratou uma consultoria independente para realizar investigação forense”, aponta a nota. 

A DoxTI também enviou um comunicado oficial para o The Hack, afirmando que acionou os protocolos de segurança disponíveis depois de ser contatada e também contratou uma consultoria independente para realizar uma investigação dos fatos.

De acordo com as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que ainda não entrou em vigor, a Arcos Dorados poderia ser penalizada com uma multa de R$ 50 milhões ou ou 2% de seu faturamento bruto anual — o que for maior. O regulamento passa a valer em agosto de 2020.