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14/10/2019
Autor: Jornal Monitor & Jornal do Commercio & Estadã
FALTAM POUCOS DIAS PARA O GRANDE EVENTO DA ABGR

XII SEMINÁRIO E EXPO RISK ABGR - FAÇA SUA INSCRIÇÃO: www.expoabgr.com 



Sobre o Conceito de Risco


Risco é a probabilidade de prejuízo ou de insucesso em determinado empreendimento, projeto ou coisa, em razão de acontecimento incerto, que independe da vontade dos envolvidos, segundo definição do dicionário Michaelis. No âmbito de uma seguradora, significa incidente que acarreta indenização, de acordo com a mesma fonte. Apesar dessa precisão descritiva, o que sempre deixa dúvidas nas pessoas é quando algo é considerado um risco potencial a um patrimônio e por que ele deve ser protegido proativamente.

O vice-presidente técnico da HDI Seguros, Fábio Leme, profissional com mais de 25 anos de experiência em consultoria, bancos e seguradoras e especialista em identificação do que pode ser considerado risco para o desenho de um produto, explica que o trabalho envolve muita pesquisa e exige olhar atento. "O básico é estudar muito o cenário em que está inserido o bem a ser segurado: o contexto social e econômico que vivemos, o comportamento de potenciais causadores de danos, sejam eles humanos ou a própria natureza, e até variações nas características do bem em si", detalha Leme.

"Costumamos brincar que somos um misto de sociólogos com psicólogos, com um pé na astrologia e outro na matemática. A necessidade de acompanhar de perto tudo o que pode impactar a conjuntura nos faz ter uma atuação multidisciplinar", diz.

A despeito de todo esse perfil de ciência humana - que de fato corresponde à realidade - um fator decisivo é absolutamente exato: as informações apuradas pelo time transformam-se em fórmulas matemáticas que medem o potencial aproximado de aquele risco afetar o bem.


GESTÃO DE RISCOS & SUSTENTABILIDADE

Existe um crescente interesse das organizações em elevarem seus padrões de segurança e sustentabilidade. Para tanto, há que satisfazer as expectativas dos órgãos reguladores, clientes, funcionários e do público em geral e que pode ser uma questão de sobrevivência do negócio. O evento de Gerência de Riscos, tem o propósito de discutir e disseminar as boas práticas de gestão de riscos nos vários segmentos do mercado, inclusive no que tange aos aspectos do meio ambiente e da responsabilidade social.

A gestão de riscos tem como premissa mitigar os riscos de sua organização através de:
• Compreensão e aplicação das boas práticas de GR;
• Demonstração da responsabilidade da organização para com as partes interessadas em relação à potenciais riscos compartilhados;
• Aprimoração e a provisão de ações e recursos nas principais áreas vulneráveis das organizações;
• Redução de passivos e diminuição de potenciais perdas e
• Proteção da organização, sua reputação e a confiança da marca e das partes interessadas.

China melhorará sistema de seguro agrícola

A China melhorará seu sistema de seguro agrícola com a expansão de cobertura e funções para fazê-lo servir melhor os agricultores.

Segundo uma circular divulgada em conjunto pelo Ministério das Finanças, Ministério da Agricultura e dos Assuntos Rurais, Comissão Reguladora de Bancos e Seguros da China e Administração Nacional dos Recursos Florestais e dos Pastos, até 2022, a cobertura do seguro sobre a plantação de arroz, trigo e milho deve ficar acima de 70%.

A proporção de prêmios de seguro agrícola em relação à produção de valor agregado do setor agrícola deve atingir 1% até lá, enquanto cada trabalhador nesse setor deve contribuir na média com 500 iuanes (US$ 70) aos prêmios de seguro agrícola, segundo a circular.

A garantia cobre possíveis perdas na produção ou na qualidade devido a desastres naturais, doenças de plantas e pestes, entre outros riscos. Normalmente o governo central fornece subsídios para ajudar os agricultores a pagarem pelo seguro.

Até 2030, o sistema de seguro agrícola será atualizado para um nível internacionalmente avançado, o que beneficiará as indústrias agrícolas, agricultores e também instituições de seguro.

Próximo workshop do CIST acontecerá durante a Fenatran 

O próximo workshop do Clube Internacional de Seguros de Transportes (CIST) acontecerá durante a Fenatran – 22º Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Cargas, considerado o principal evento da América Latina para o setor. Marcado para o próximo dia 17 de outubro, às 9h, o encontro conta com apoio da ABGR, Buonny, Guep, Grupo Fox, Grupo Golden Sat e Munich Re.

 

O primeiro debate do dia será sobre “Logística 4.0 e IoT – Oportunidades, Riscos Emergentes e Soluções de Seguro”. Ministrado por Flávio Amaral, executivo responsável pela operação de distribuição da Natura. Há 15 anos, ele atua com operações logísticas e de transportes de grandes empresas - como Ambev e Walmart - e em operadores logísticos como a AGV Logística. Ele também possui experiência em modelos de distribuição para diversos tipos de indústria e canais de entrega.

 

O segundo painel terá como tema “Desafios no setor Logístico e Transportes de carga no Brasil", com presença de Tayguara Helou, presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (SETCESP). Entre outros cargos, ele também ocupa a vice-presidência Regional da Federação das Empresas de Transporte de Carga de São Paulo e Região (FETCESP) e é diretor Adjunto da NTC&Logística – Associação Nacional de Transportes de Carga e Logística.


É importante lembrar que este workshop é gratuito e faz parte da grade de eventos mensais que o CIST promove com o compromisso de desenvolver a cultura de gestão de riscos e seguros no Brasil, e capacitar trabalhadores desses segmentos.

Serviço:

Data: 17 de outubro de 2019

Horário: 09h às 12h30

Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention  Center - Palco New Mobility

Endereço: Km 1,5 da Rod. dos Imigrantes - Vila Água Funda

Inscrições GRATUITAS:

https://congresso.reedalcantara.com.br/fenatram_movimat.html?event=OXxXb3Jrc2hvcCAtIENsdWJlIEludGVybmFjaW9uYWwgZGUgU2VndXJvcyBkZSBUcmFuc3BvcnRlcyDigJMgQ0lTVA==

Sobre o CIST

O Clube Internacional de Seguros de Transportes (CIST) é uma entidade que reúne os diversos profissionais da cadeia logística de seguro de transportes: seguradoras, corretoras, resseguradoras e reguladoras de sinistros. O seu objetivo é reunir, integrar e capacitar à todos, além de promover a discussão sobre questões relacionadas ao segmento. Para saber mais, acesse www.cist.org.br.

Mais Informações

Agência Pauta VIP – Comunicação Empresarial

Assessoria de Imprensa do CIST - Clube Internacional de Seguros de Transportes

Silmar Batista - (11) 99619-0688 - silmarbatista@agenciapautavip.com.br


BB Seguros amplia oferta de garantia de renda agrícola

O Estadão destaca que a BrasilSeg, empresa da BB Seguros, avança no setor agrícola com o lançamento do seguro faturamento para milho de segunda safra, o “milho safrinha”. No caso de perdas por problemas de clima ou queda de preços, serão restituídos ao produtor de 65% a 80% da renda esperada.

A companhia oferece este tipo de apólice desde 2011, quando lançou a proteção para soja. Três anos depois, vieram as modalidades para café e milho de primeira safra. E hoje o seguro faturamento já representa 35% da carteira agrícola da BrasilSeg, com 2 milhões de hectares cobertos.

O milho safrinha contribui com 13% dos contratos, mas até agora a oferta se resumia à garantia contra quebra de safra. “A tendência é de que pelo menos 30% da carteira de milho migre da modalidade de perda de produção para faturamento neste primeiro ano”, prevê Paulo Hora, superintendente de Seguros Rurais. A BrasilSeg detém 57% do mercado de seguro agrícola no País.

Agricultores de porte médio e também os pequenos são o foco da BrasilSeg – os grandes contam com outras alternativas de proteção. Serão buscados, em especial, clientes no Centro-Oeste, principal região compradora de seguro faturamento e líder na produção de milho safrinha, além de Minas Gerais e oeste do Paraná. “A safrinha de milho ocorre num período de maior risco climático e de possíveis oscilações de mercado”, destaca Hora. “O produtor vem pedindo proteção mais ampla.”

O executivo da BrasilSeg evita fazer projeções, mas diz que o R$ 1 bilhão previsto para subvencionar a contratação de apólices no Plano Safra 2019/20 deve impulsionar modalidades de cobertura mais ampla. “O governo vai manter o seguro de faturamento para grãos com um porcentual de subvenção maior em relação a outros produtos, até para estimular a procura por instrumentos que protejam a receita”, diz.

Prevenir não é só dirigir de acordo com as regras

Por Antonio Penteado Mendonça, no Estadão

O Brasil está entre os campeões mundiais de acidentes de trânsito. Se usarmos as 40 mil mortes e mais de 200 mil invalidezes permanentes como parâmetro, considerando que menos de um terço têm vítimas, teremos mais de 700 mil acidentes de trânsito por ano. É um número trágico, pela perda de vidas, pelos inválidos e prejuízos de todas as ordens deles resultantes.

É difícil quantificar o total dos prejuízos decorrentes dos acidentes de trânsito, mas a ordem de grandeza é alta, na casa dos bilhões de reais.

Se apenas as indenizações pagas pelo DPVAT ultrapassam a casa de R$ 1,4 bilhão, a soma de todos os acidentes gera pelo menos mais R$ 3 bilhões em perdas diretas e um valor muito mais alto com os custos indiretos, especialmente os gastos da Previdência Social com o pagamento das indenizações, aposentadorias e pensões destinadas às vítimas e seus beneficiários, ao longo dos anos.

As razões que nos colocam entre os países com mais acidentes de trânsito são variadas e encontram razão de ser em todos os setores da sociedade. Quem sabe, a primeira e mais importante seja a quase certeza de impunidade na imensa maioria dos casos.

A maioria dos acidentes tem origem na culpa e não no dolo. Assim, a não configuração da culpa grave ou da vontade de causar o dano é um forte aliado dos motoristas irresponsáveis, que não estão nem aí se vão ou não causar um acidente e se nele pode haver vítimas, apenas porque estavam no lugar errado, na hora errada.

Mas, além da impunidade, outros fatores contribuem para os nossos recordes negativos. Entre eles, merece destaque a falta de manutenção de grande parte das ruas e estradas nacionais. A responsabilidade é do Estado, mas, para bom número de nossos administradores públicos, isto é absolutamente indiferente. Palavras como estudos técnicos, realização das obras e manutenção são boas para discursos feitos, invariavelmente, na cola de um acidente que horroriza a sociedade.

As péssimas condições de nossas vias cobram um alto preço dos proprietários de veículos e de suas vítimas. Mas, além delas, vale ressaltar a imprudência do motorista, ou de um grande contingente deles, que não hesita um minuto em encher a cara, tomar remédios tarja preta ou se drogar e pegar sua “máquina” e sair desembestado, sem a menor condição de dirigir.

As blitz estão se tornado mais corriqueiras, mas estão longe de se estenderem pela maior parte do território brasileiro, onde os acidentes em decorrência da irresponsabilidade dos motoristas se materializam nos casos acima e na falta de manutenção mínima dos veículos, o que faz com que a falta de freios e os pneus carecas assumam parcela significativa do total de acidentes, seguidos de toda sorte de problemas no motor, na suspensão, na estrutura do carro etc.

Só que há mais. E este mais, ao contrário do exposto até aqui, raramente é lembrado quando o tema são os acidentes de trânsito. A instrução do motorista é fundamental para reduzir o número de ocorrências. E os exames de aptidão física e mental são essenciais para triar com um mínimo de acurácia quem tem ou não capacidade para dirigir com segurança.

É trafegar em qualquer grande cidade para ver as barbaridades que são cometidas por motoristas que não têm noção do que é dirigir numa via pública. E boa parte dos acidentes nas estradas acontecem porque os causadores não estão familiarizados com as rodovias.

Além disso, como não exigir testes rigorosos para aferir as condições físicas e mentais dos candidatos a motoristas? Será que alguém com cinco graus de miopia ou com uma deficiência muscular grave nas pernas pode dirigir sem tomar as providências necessárias para minimizar seu problema? Será que alguém com problemas mentais sérios está apto a dirigir no trânsito brasileiro? É evidente que não.

Daí a importância de tornar cada vez mais rigorosos os exames físicos e mentais nos exames para a habilitação dos motoristas. Da mesma forma que se deve ter médicos treinados para executá-los.

Grupo Fleury amplia portfólio com a compra do Diagmax

O Jornal do Commercio (PE) relata que, adquirida recentemente por um valor de R$ 112 milhões pelo grupo Fleury, a rede de laboratórios Diagmax, que tem seis unidades no Recife, passa a integrar a estratégia de expansão da companhia em Pernambuco.

'Queremos ampliar nossa atuação numa região importante para o Fleury. Hoje somos focados em análises clínicas e com a Diagmax passaremos a ter todos os exames de imagem, além de colonoscopia e do centro de análises 0digestivas', disse a diretora de Negócios do Grupo Fleury, Jeane Tsutsui. A companhia pretende manter o nome Diagmax, por ter as mesmas características de atendimento.

'O mais importante é que, com as seis unidades, passamos a aumentar a capilaridade e ter oferta integrada de medicina diagnóstica com um portfólio mais amplo', disse a executiva.

Com 93 anos de história, o Grupo Fleury é composto por cerca de 10 mil colaboradores e 2,3 mil médicos, contando com uma rede de aproximadamente 240 unidades em oito Estados. Desde 2002 vem ampliando sua atuação pelo Brasil por meio de aquisições. Chegou em Pernambuco em 2005. 'Temos interesse em novas aquisições desde que as operações tenham a ver com a nossa cultura de atendimento ao cliente e entrega de valor aos pacientes', disse Jeane. Ela não revela se o grupo vai se expandir para outros municípios do Estado. Por enquanto, a operação do Fleury se concentra na capital.

CADE
O negócio ainda precisa ser aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Mediante aprovação, o Diagmax será a 32ª aquisição realizada pelo Grupo Fleury.

A rede Diagmax tinha como sócia minoritária a Vinci Partners, fundo de investimento que investe em empresas da região Nordeste e o restante do negócio estava dividido entre os três médicos fundadores do laboratório, o radiologista Alberto Ribeiro de Souza Leão e os médicos Marcelo Carneiro de Menezes e Alexander Saunders. Todos os três continuam no atendimento aos clientes.

No primeiro semestre de 2019 o Fleury apresentou uma receita bruta de R$ 1,5 bilhões, resultado 7,7% superior ao registrado um ano antes. O lucro líquido no período foi de R$ 174 milhões. A companhia apresenta os resultados do terceiro trimestre no próximo dia 24 de outubro.