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31/10/2019
Autor: Sonho Seguro & Estadão
Flash News 31.X.2019

Site oficial do evento: www.expoabgr.com 

Gestores de riscos exigem taxas personalizadas na renegociação do programa de seguro

Tendência é de alta de taxas, mas clientes relutam em aceitar sem que o reajuste tenha uma justificativa de sinistralidade 

Preço personalizado. Esta é uma das principais demandas dos gestores que administram riscos globais presentes na 11ª. Conferência Internacional Brokerslink, realizada entre 16 e 18 de outubro, na capital mundial do vinho, Bordeaux, França. Jorge Luzzi, CEO da RCG Powered by Herco, coordenou a mesa redonda do evento com 17 gestores de diversas nacionalidades, como japoneses, brasileiros, franceses, americanos, argentinos, africanos, peruanos entre outros. A impressão geral é que o mercado segurador mundial está num ciclo hard, ou seja, de aumento de taxas e maior exigência de informações, compliance e adoção de medidas de segurança eficazes, resumiu Luzzi.

Sem números específicos, os gestores citam aumentos médios de 20% no programa de seguro que está sendo renovado agora para vigorar em 2020. Isso não é certo. Como posso explicar para a minha diretoria um aumento de 20% diante de um contrato praticamente sem ocorrência de sinistros, indaga um gestor de risco industrial que pediu anonimato. Ele garante que os gestores de riscos estão munidos com tecnologia capaz de fornecer dados que permitem que corretores e seguradoras ofereçam aos resseguradores uma sofisticada análise dos riscos, condição que sempre foi vital para determinar as negociações de taxas e condições do programa de seguro. Dessa forma, os aumentos de preços, acreditam eles, deve se limitar aos segmentos e regiões geográficas afetadas por perdas expressivas.

Do outro lado da mesa resseguradores, com decisiva influência na formação de preços e condições de um programa global de seguros. Os resseguradores afirmam que precisam reajustar o preço para recompor o capital diante de perdas com catástrofes nos últimos anos e também atender à demanda dos investidores que exigem retornos mais atraentes para disponibilizar capital para o setor. É um momento importante para os gestores de riscos, pois eles têm mais trabalho para reavaliar os programas, negociar franquias e limites, além de preparar uma planilha de compliance detalhada para conseguir atrair o capital disponível no mercado e assim fechar um bom contrato. E tudo isso num momento difícil para as empresas, com cortes de custos, o que dificulta a negociação para aumentar a equipe dos gestores, frisa Luzzi, que também é presidente do Conselho da ABGR (Associação Brasileira dos Gestores de Riscos) no Brasil.

Mas se depender dos insights apresentados no Monte Carlo Reinsurance Rendez-Vous, evento que desde 1957 reúne resseguradoras, seguradoras, gestores de riscos que compram seguro, investidores e prestadores de serviços, as negociações serão duras, uma vez que há uma concordância dos principais resseguradores sobre a necessidade de aumento de taxas. Segundo pesquisa divulgada pela Moodys na 63ª edição do evento realizado em setembro passado, resseguradores entrevistados disseram que esperam um mercado estável com viés de alta para as próximas renovações em 2020. Justificam que precisam reavaliar seus retornos de capital ajustados ao risco diante da queda das taxas de juros nos principais países do mundo alguns com taxas nulas ou negativas bem como buscar equilíbrio técnico diante do aumento dos custos com sinistros por catástrofes naturais. 

Apesar de tal previsão, os corretores da rede internacional Brokerslink, que atuam em mais de 100 países, lutam para conseguir boas condições. Fazem uso da conexão global bem como de road shows com seus clientes para apresentarem aos resseguradores tudo que tem sido feito para mitigar os riscos, com históricos detalhados de ocorrência de acidentes. Boa parte deles com curvas decrescentes.

Não é um aumento igual em todas as partes do mundo. Em alguns países é maior do que em outros, afirma Luzzi. As perdas econômicas globais geradas por catástrofes naturais e desastres provocados pelo homem em 2018 totalizaram US$ 165 bilhões, sendo que US$ 76 bilhões foram pagos pelo mercado segurador, segundo estudo da Swiss Re. No primeiro semestre de 2019, o estudo mostra um total de perdas econômicas com catástrofes estimado em US$ 44 bilhões, com US$ 19 bilhões em perdas seguradas.

Locais onde há catástrofes, a negociação se torna mais dura, como Estados Unidos, Japão ou Chile, por exemplo. Como no Brasil as catástrofes naturais são raras, os gestores brasileiros se ressentem de serem penalizados por algo que está fora da realidade local. Quando se aposta na prevenção e em medidas de mitigação de riscos, os efeitos são imediatos no custo do seguro de transporte ou de saúde. Já o mesmo não acontece no segmento de riscos patrimoniais e eles querem que as seguradoras e resseguradoras passem a considerar as melhorias e a exposição local em vez de nivelar o preço de forma mundial, resume Luzzi. 

Redução de margens, apesar de ser a última das ofertas dos corretores e seguradoras, também tem sido um tema importante nas reuniões com clientes que buscam evitar reajustes relevantes não justificados pela sinistralidade. Certamente as negociações serão acaloradas neste final de ano, período em que milionárias apólices de seguros são renovadas. No entanto, o que se nota é que os executivos responsáveis pela contratação dos maiores programas de seguros do mundo estão completamente blindados por seus corretores e seguradores.

O risco de perder clientes hoje em dia está entre os mais temidos pelos profissionais do setor. A principal estratégia das companhias de seguros é aumentar a base de clientes para compensar a redução nos valores segurados gerada pela recessão e pelo auto seguro, uma consequência da revisão dos programas de seguros motivada pela prioridade das empresas seguradas em minimizar custos e mitigar riscos.

Os gestores de riscos das maiores empresas do mundo estão exatamente atrás de produtos inovadores e preços acessíveis, principalmente diante de um cenário de incertezas como o de hoje. Segundo pesquisas, os principais riscos temidos pelos gestores de riscos são ataques cibernéticos, incerteza política, comoções sociais, regulamentação excessiva do setor e mudanças climáticas.

A concorrência certamente regulará os contratos dos bons clientes, que diante dos avanços tecnológicos têm mais segurança para assumir franquias elevadas e assim reduzir o valor pago pelo seguro. Certamente é momento que mostra o profissionalismo do setor, com incessante busca por ganhos técnicos para compensar a redução dos ganhos financeiros. Ce la vie, como dizem os franceses.

A jornalista Denise Bueno viajou a Bordeaux, França, a convite da MDS Brasil, corretora que representa a rede Brokerslink no Brasil.

Ação da Wiz, braço de seguros do banco Inter e Caixa, sobe 80% no ano

O Money Times informa que as ações da Wiz, que opera os negócios de seguros da Caixa e do banco Inter, já subiram 80% em 2019, bastante acima dos 23,1% do Ibovespa neste ano.

O desempenho, explicam os analistas da Planner Corretora, ainda não precificou o potencial esperado para os papéis. O analista Victor Luiz Martins iniciou a avaliação da empresa com um preço-alvo de R$ 13,50, o que sugere uma variação adicional de 22,2%.

A Wiz tem a exclusividade para a venda de produtos de seguros da Caixa até fevereiro de 2021 (Imagem: REUTERS/Pilar Olivares)

A Wiz tem registrado resultados crescentes, fruto de sua expertise e da exclusividade nos canais bancários da Caixa. Adicionalmente a companhia tem investido na diversificação como forma de sustentar o crescimento das receitas, dos resultados e dos ganhos de eficiência, explica.

A empresa possui um canal de exclusividade para a venda de produtos de seguros da Caixa, segmento conhecido como bancassurance, e que termina em fevereiro de 2021. Neste momento, a Wiz passará por um processo competitivo e, mesmo em caso de vitória, provavelmente passará a receber um menor comissionamento.

Ao mesmo tempo, lembra Martins, a parceria com o Inter que inclui uma fatia de 40% no Inter Seguros, deve agregar valor e resultado no médio e longo prazo.

Ela une a plataforma digital com mais de 2 milhões de clientes do banco e pode alavancar as vendas de seguros, consórcio, capitalização e previdência privada 100% online.

Some-se a isso a parceria em Home Equity com a Galápagos, e que traz consigo, um grande potencial de crescimento, notadamente num cenário de reduzidas taxas de juros, inflação baixa, recomposição de renda das famílias e melhora das taxas de emprego?, conclui o analista.

Mercado de seguros enfrentará onda de fusões e aquisições na próxima década

O Estadão destaca que o mercado de seguros será palco de uma série de fusões e aquisições ao redor do globo. No comando desse jogo estarão organizações maiores, na opinião de Rob Galbraith, autor do livro The End of Insurance as We Know it (O fim do seguro como o conhecemos, em tradução livre).

Segundo ele, os pesos pesados tendem a dominar o setor, favorecidos pela escala, que os permite sobreviver a margens de lucro reduzidas. Galbraith estará no Brasil, na semana que vem, para o 13° Insurance Service Meeting 2019, realizado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), na capital paulista, nos dias 6 e 7 de novembro.

O movimento de fusões e aquisições não representa, contudo, o fim das insurtechs, segundo Galbraith, que tem mais de 20 anos de experiência na indústria de serviços financeiros com passagens por Citigroup e Federal Reserve. Competidores de pequeno e médio portes, que podem oferecer produtos e serviços mais personalizados, mas com preços maiores, vão se perpetuar. Até mesmo porque, os líderes, na visão do especialista, têm de encontrar o caminho para se manterem relevantes no futuro.

Seguro Rural: grãos terão R$ 30 milhões do adicional para subvenção ao prêmio

A IstoÉ Online registra que o Ministério da Agricultura informou ontem como serão distribuídos os R$ 50 milhões adicionais para a subvenção ao prêmio do seguro rural. Com o descontingenciamento de orçamento do Ministério, a subvenção este ano passou de R$ 370 milhões para R$ 420 milhões, como já havia sido informado no último dia 16. Do total desbloqueado, cerca de R$ 30 milhões serão destinados para os grãos (soja, milho 1ª safra, feijão, arroz), R$ 10 milhões para as frutas, R$ 300 mil para a pecuária e o restante para as demais culturas. O Ministério da Agricultura divulgou nesta quarta-feira (30) a Resolução nº 69 do Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural (CGSR), que trata do aumento do orçamento destinado para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e a distribuição dos recursos.

Em nota, o diretor do Departamento de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola, Pedro Loyola, disse que existe a possibilidade de liberação de mais R$ 20 milhões no PSR para subvencionar o prêmio do seguro rural, o que contemplaria todo o orçamento aprovado para 2019 (R$ 440 milhões). "Para o próximo ano, está previsto o recurso de R$ 1 bilhão para o PSR, que depende ainda de aprovação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2020, em tramitação no Congresso Nacional", afirmou.

Poupança e 41% dos fundos de renda fixa perdem para inflação

O Estadão destaca que, com mais uma queda na taxa Selic, que ontem registrou novo piso histórico, o Banco Central jogou uma pá de cal nos investimentos de renda fixa. Com os juros básicos da economia a 5,0% ao ano, aplicações conservadoras como a caderneta de poupança e parte significativa dos fundos DI perdem para a inflação projetada para os próximos 12 meses.

A partir de agora, quem depositar R$ 1 mil na caderneta de poupança corre o risco de sacar, depois de 12 meses, um valor equivalente a R$ 998. Os R$ 2 de diferença deverão ser corroídos pela inflação, estimada em 3,54% para os próximos 12 meses, segundo o último relatório Focus, do Banco Central.

Destino de oito em cada dez investidores brasileiros, a poupança tinha R$ 818 bilhões em 24 de outubro, quase 16% dos recursos aplicados na renda fixa. A regra de rentabilidade da aplicação mais popular do País é 70% da Selic acrescida da Taxa Referencial (TR), que hoje está zerada. Com o corte de 0,5 ponto porcentual da taxa básica de juros, o rendimento da poupança recua de 3,85% para 3,43% – 0,11% abaixo da projeção do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), inflação oficial, do período.

Situação similar acontece com os fundos de renda fixa, chamados de fundos DI. Segundo cálculos da professora de economia Paula Sauer, da ESPM, todos os fundos da categoria com taxa de administração igual ou superior a 0,50% ao ano já perdem para a inflação, entregando na prática retorno negativo aos seus investidores (ler mais abaixo).

Garimpo. Hoje, existem 3.165 fundos de renda fixa no mercado. Dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) apontam que 41,16% deles cobram taxas a partir de 0,50% ao ano. “É uma situação que tende a piorar, já que a Selic vai continuar caindo. Os investidores vão precisar garimpar fundos mais baratos e cada número depois da vírgula conta”, afirma.

Para os especialistas, o momento é de ruptura no cenário de investimentos. Com a indicação de novas quedas na Selic, dificilmente o retorno real de uma aplicação conservadora, descontados impostos e inflação, conseguirá ultrapassar 0,50% ao ano. Tirando os casos que já trazem margens negativas, a tendência é de que os produtos clássicos, como o Certificado de Depósito Bancário (CDB), títulos do Tesouro Selic e Letras Financeiras (LCA e LCI) tendam ao zero a zero.

“A renda fixa acabou”, brinca Helena Veronese, economista-chefe do braço de investimentos da Azimut Brasil. “Claro que ainda restam produtos interessantes, sobretudo os de crédito corporativo, como as debêntures. Mas é inevitável ampliar a exposição a risco para capturar um pouco mais de rendimento”, afirma.

Quem tem dinheiro na poupança quer segurança e simplicidade e, acho, não vai ter uma migração em massa de lá. Quem deve perder mais são os fundos DI e os CDBs, porque têm investidores mais propensos a procurar aplicações com maior rentabilidade, diz Gilberto Abreu, diretor de investimentos do banco Santander.

Perspectivas. Especialistas se dividem sobre qual devem ser os impactos dos juros no cenário de investimentos. Enquanto para uns o efeito deve ser mitigado por um alongamento dos prazos para sacar o dinheiro (com títulos que vencem em 20 a 25 anos), para outros, assumir risco dentro do novo mundo da renda variável será a opção imediata.

O presidente do BNP Paribas Asset Management, Luiz Sorge, acha que é mesmo inevitável que o investidor migre para o risco. Ele vê boas oportunidades em crédito privado provenientes de empresas da área de infraestrutura, as debêntures incentivadas. O Brasil vai voltar a crescer e, a partir do ano que vem, a gente espera um aumento de oferta de fundos de infraestrutura no mercado. Para ele, ações, ETFs (fundos de índices, como o que segue o Ibovespa) e ativos no exterior também devem integrar a carteira dos clientes, daqui para a frente.

Helder Soares, da gestora Claritas, também coloca os fundos imobiliários no pacote. Essa categoria, que tende a antecipar uma melhora no mercado de incorporações, atingiu 1 milhão de cotistas no primeiro semestre, segundo a Anbima.

Para Thiago Salomão, analista da Rico Investimentos, o caminho passa obrigatoriamente pelo mercado de ações. “Eu recomendo ações. Digo aqui que até entendo um cliente que não quer investir em renda fixa, mas não dá para entender quem não tem nada de ações em sua carteira. Que seja 1%”, afirma. 

Aumento da expectativa de vida impulsiona seguros para doenças graves

O Estadão registra que o volume de prêmios de seguro individual na modalidade Doenças Graves cresceu 37% nos oito primeiros meses do ano, segundo a Susep. O maior tempo de vida do brasileiro e a perda de acesso a planos de saúde por parte da população ajudam a explicar o fenômeno. Só a Prudential do Brasil, dona de 57,3% desse mercado, teve alta de 25% em prêmios na modalidade até agosto, faturando R$ 125 milhões.

Os benefícios pagos até setembro pela seguradora nessa cobertura somam R$ 69 milhões. É mais do que em todo o ano passado (R$ 65 milhões).

O seguro para Doenças Graves ocupa o segundo lugar no ranking de coberturas opcionais vendidas pela seguradora americana. A Prudential vê potencial e está lançando o DDR Modular, com proteção ampliada para 25 doenças divididas nos módulos "câncer", cardiovasculares, falência de órgãos e neurológicas.

Com maior participação como chefes de família, as mulheres têm feito mais seguro: o número de apólices emitidas na Prudential Brasil para o público feminino cresceu 91,3% de 2013 a 2018. Hoje elas são 38% da base de clientes ativos. 

Lucro da Mapfre avança 82% no Brasil, para R$ 307,4 mi até setembro

O volume de prêmios alcança R$ 13,6 bilhões no país. Em todo o mundo, valor chegou a 17,2 bilhões de euros, alta de 2,5%

Fonte: Sonho Seguro

A Mapfre Brasil apresentou um lucro de R$ 307,4 milhões nos primeiros nove meses de 2019, um crescimento de 82% em relação ao mesmo período no ano passado. O desempenho foi impulsionado pela evolução dos negócios de Auto e Seguros Gerais, com melhora significativa de mais de 12 pontos percentuais do índice combinado, que ficou em 91,1%. O ROE (Retorno sobre Patrimônio Líquido) também melhorou em mais de três pontos, chegando a 8,9%.

O volume de prêmios subiu 5%, totalizando R$ 13,6 bilhões. O segmento de Vida cresceu 18% na comparação com os primeiros nove meses de 2018, com resultado positivo no negócio de Vida Risco 20%. Os prêmios de Seguros Gerais tiveram incremento de 7%. Já no segmento de Auto, houve uma redução de 15%, o que se justifica pela estratégia aplicada de maior controle técnico na área e pelo reposicionamento de taxas, permitindo que o índice combinado (soma dos índices de sinistralidade e índice de despesas) continuasse melhorando em 14 pontos, para 107,4%.

Para Fernando Pérez-Serrabona, CEO da Mapfre no Brasil, o resultado está atrelado principalmente ao trabalho voltado para eficiência operacional, que tem garantido crescimento sustentável da companhia.  Conseguimos manter o mesmo ritmo das nossas operações e números anunciados no primeiro semestre de 2019. Nossa expectativa é muito positiva para o fechamento do ano, mostrando que o Brasil ocupa um papel importante para a companhia mundialmente”, afirma o executivo.

No Mundo – A receita da Mapfre no período foi de 21,6 bilhões de euros, 6,5% a mais do que no mesmo período de 2018, graças ao aumento dos prêmios – que passaram para 17,2 bilhões de euros (o que representa acréscimo de 2,5%) – e a maiores receitas financeiras. O lucro líquido da companhia ficou em 563 milhões de euros (decréscimo de 12,5%), devido principalmente à deterioração do ágio do negócio de Assistência.

É notável a boa evolução dos negócios na América Latina, onde os prêmios crescem 13,3%. É importante observar que todos os países da região da América Latina apresentaram lucro, com uma excelente relação combinada.

Essa evolução dos negócios é acompanhada por maior força técnica. O índice combinado continua melhorando (1,7 ponto percentual), atingindo 96,4%.

O patrimônio líquido foi de 10,3 bilhões de euros, 12% a mais do que em dezembro de 2018. O total de ativos, por outro lado, aumentou 10,5%, para 74,3 bilhões de euros.

A liquidez da companhia em junho de 2019 era de 198%, com 87% do capital da mais alta qualidade (Nível 1), mantendo grande força e estabilidade, graças à diversificação e políticas rígidas de investimento e gestão do grupo.