AXA XL divulga relatório sobre recuperação de desastres do Cambridge Center for Risk Studies

24, Set. 2020

AXA XL divulga relatório sobre recuperação de desastres do Cambridge Center for Risk Studies

Fonte: AXA XL / Sonho Seguro

A AXA XL, em colaboração com o Center for Risk Studies (CCRS) da Cambridge Judge Business School, divulgou um relatório abrangente que demonstra o impacto que o (re) seguro tem sobre a velocidade e a qualidade da recuperação após desastres naturais. Intitulado Otimizando a recuperação de desastres: o papel do capital de seguros na melhoria da resiliência econômica, o relatório também descreve o crescente impacto econômico dos desastres naturais nas últimas três décadas. Observa-se que a média anual de perdas provocadas por tais catástrofes aumentou de uma média de US$ 27 bilhões em 1970-1980 para quase US$ 200 bilhões em 2010-2019, impulsionada pelo desenvolvimento econômico global e o aumento do valor dos ativos em áreas perigosas, particularmente em regiões de rápido crescimento, como o Sudeste Asiático.

As principais conclusões do relatório incluem:

Cada ponto percentual de aumento na penetração do seguro (prêmios não vida divididos pelo PIB do país) reduz os tempos de recuperação em quase 12 meses.

Eventos em países com alta penetração de seguros (3% – 4% incluindo na Europa Ocidental, Japão, Austrália, Coreia do Sul) têm uma taxa média de recuperação de menos de 12 meses e eventos em países com penetração de seguro muito baixa (Bangladesh, Haiti, Nepal, Filipinas) têm uma taxa de recuperação de mais de 4 anos.

Os EUA são anômalos, os EUA desfrutam de uma penetração de seguro muito alta (> 4%), mas a natureza fragmentada da cobertura, especialmente inundações, resposta a desastres e escala de perdas resultou em uma taxa média de recuperação de pouco mais de 3 anos (por exemplo, Furacões Andrew (1992), Katrina (2005) e Sandy (2012), e Great Mississippi and Missouri River Floods (1993)).

A qualidade da recuperação para países com penetração de seguro muito alta e alta é melhor do que os níveis anteriores à perda, e o inverso é verdadeiro para países com penetração de seguro mais baixa, embora as diferenças sejam muito pequenas. Existe potencial para o desenvolvimento de produtos em termos de reconstruir melhor.

A recuperação econômica é mais rápida do que a recuperação social em quase 60% dos casos e é particularmente pronunciada nos primeiros seis meses. Os destaques são as enchentes alemãs em 2013, com mais de 600.000 afetados e 80.000 deslocados se recuperando de acordo com as normas econômicas e sociais em 12 meses, e o Haiti sofrendo um terremoto em 2010 do qual ainda não se recuperou.

Comentando sobre o relatório, Jonathan Gale, Chief Underwriting Officer da AXA XL Reinsurance, que liderou o patrocínio do relatório, disse: Colocar de pé as comunidades afetadas por desastres o mais rápido possível e em melhor estado é apenas um exemplo de como tornamos em realidade o propósito da AXA de ‘agir para o progresso humano protegendo o que é importante’. O caso de (res) seguro é claro, mas raramente é explicado de forma adequada. Queríamos trazer informações comparativas relacionadas à velocidade de recuperação, com que rapidez o emprego e a produtividade voltar ao normal (econômico) e com que rapidez as pessoas voltam para suas casas e o poder é restaurado (social). Também queríamos focar na qualidade da recuperação, ou seja, se o estado pós-desastre normal é melhor do que o estado pré-desastre em termos de economia e resiliência da comunidade a eventos futuros do ponto de vista de infraestrutura e resiliência econômica. Este relatório mostra o financiamento pré-desastre (predominantemente (re) seguro) com a capacidade de canalizar fundos significativos instantaneamente e sem recurso como a única maior solução para eventos catastróficos.

O professor de Pesquisa Operacional da Cambridge Judge Business School e Diretor Acadêmico do CCRS Daniel Ralph disse: Este projeto fornece a quantificação necessária de resiliência e recuperação após catástrofes naturais, visto que muitas das evidências não têm sido comprovadas. Com os eventos de mudança climática, incluindo enchentes e tempestades, aumentando em frequência, é mais importante do que nunca entender as alavancas de recuperação para comunidades e empresas. O relatório analisa principalmente as comunidades vulneráveis, mas também há lições claras para as empresas em termos de preparação para catástrofes, investimento em formas de recuperação mais rápida e tomada de decisões e implementação mais eficazes em caso de desastres. Avaliar o impacto das surpresas requer esforço para delinear os tipos de surpresas possíveis e, em seguida, testar o estresse de sua organização em toda a gama desses eventos, o teste de estresse por meio de cenários é a chave para planejar a surpresa.

O relatório é o ápice de uma série plurianual de estudos de recuperação de desastres, como parte do trabalho para compreender a lacuna de proteção de seguro, realizado pelo CCRS em colaboração com a AXA XL Reinsurance na última década. A próxima fase do trabalho da AXA XL Reinsurance com CCRS envolverá o desenvolvimento de um banco de dados online que estará acessível em todo o mundo e conterá a pesquisa até a data e ao longo do tempo, expandindo o banco de dados com estudos de caso adicionais e informações relacionadas.

Mais diversidade é tendência do mercado

No Dive In 2020, representantes do setor debateram o assunto e apresentaram cases no painel Gerações e o futuro do trabalho

Fonte: Revista Apólice

A entrada da Geração Z no mercado de trabalho provocou diversas mudanças no mundo corporativo. Os jovens se posicionam mais em prol do respeito ao próximo, fazendo com que a diversidade nas organizações seja um tema em alta. Da mesma forma, o aumento da longevidade impõe a necessidade de debates sobre esse assunto e a busca por soluções para que diferentes gerações consigam conviver de forma mais harmônica nas empresas e possam ser mais produtivas, elaborando estratégias e alcançando maiores resultados.

Para colocar o tema em evidência, o evento Dive In 2020 organizou o painel Gerações e o futuro do trabalho na manhã desta quarta-feira, 23 de setembro. O debate foi mediado por Ricardo Sales, sócio da Mais Diversidade, e contou com a participação de Marcella Hill, sócia e líder da área de seguros e resseguros do Campos Mello Advogados (CMA); Graziella Castilho, presidente da Junior Achievement; Morris Litvak, CEO da Maturi Jobs; e Daniel Cunha, diretor de Sinistros e sponsor do Grupo de Gerações na Chubb.

A startup Maturi Jobs elaborou uma plataforma na qual pessoas com mais de 50 anos podem se inscrever para obter ajuda na recolocação profissional. Quando lançada, o foco da empresa era oferecer vagas de empregos formais, mas foi percebida uma baixa demanda de oportunidades e a ferramenta passou a se tornar um guia para os mais velhos aprenderem a se adaptarem a esta situação, seja empreendendo ou sendo autônomos. Atualmente a startup possui mais de 150 mil cadastros. O mundo está envelhecendo, o Brasil mais ainda, mas não debatemos com frequência esse assunto. Apesar de os mais velhos encontrarem dificuldades, os gestores estão percebendo que não importa quem está fazendo o trabalho, mas sim se ele está sendo entregue, disse Litvak.

Marcella acredita que cada geração agrega um valor no mundo corporativo, e através da troca de conhecimento e da quebra da ideia de hierarquia será possível que as organizações potencializem seus resultados. A executiva afirmou que investir em uma boa comunicação interna pode facilitar processos e realizar mentorias para que colaboradores compartilhem experiências pode ser uma solução. É muito importante que a equipe sinta que faz parte da empresa. O líder deve ser exemplo para que o relacionamento flua de uma forma suave e as pessoas possam trabalhar juntas. Essa nova realidade que estamos vivendo vai impactar diretamente nas relações dentro e fora do mercado de trabalho, e as companhias devem se adaptar para incluir o maior número de pessoas, pois a partir disso a sociedade terá um maior poder de consumo, o que auxilia na retomada da economia.

A Junior Achievement é uma organização de educação prática em negócios, economia e empreendedorismo. O objetivo da associação é despertar o espírito empreendedor na população desde a escola, estimulando o desenvolvimento pessoal e profissional para criar pontes entre jovens e as empresas. Segundo Graziella, esse método ajuda a formar cidadãos mais conscientes e melhores preparados para atender as demandas do mercado de trabalho. Isso tem tudo a ver com o setor segurador. O corretor é um empreendedor nato, ninguém sabe melhor do que ele quais são as dificuldades de manter um negócio. Iniciativas como essa podem ajudar a alavancar o segmento.

Na Chubb, diversidade e inclusão fazem parte dos pilares da companhia. A empresa busca intensificar o seu programa de D&I através de investimentos em soluções tecnológicas para recolher dados internos. Através dessas informações, o RH faz uma análise do quadro de funcionários e pode identificar qual é o perfil dos colaboradores da organização, podendo, assim, adotar iniciativas para incluir no ambiente de trabalho o maior número de pessoas possível e oferecer um plano de carreira dentro da seguradora. Ações desse tipo ajudam a melhorar o clima organizacional e tornar uma empresa mais inovadora. Quanto mais mentes diferentes pensando em conjunto, maior é a chance de idealizarmos novas modalidades de seguro ou aprimorar as apólices existentes, protegendo, assim, uma parcela maior da população, ressaltou Cunha.

Petrobras descobre petróleo na Bacia de Campos

Há 43 anos em atividade, a Bacia de Campos, no litoral fluminense, tem sido marcada ultimamente pelo declínio na produção de petróleo enquanto aumenta o protagonismo dos campos do pré-sal na Bacia de Santos.

No entanto, uma descoberta anunciada pela Petrobras nesta quarta-feira mostra que ainda há chances de aumento da produção na região.

A estatal informou que encontrou sinais da presença de petróleo em um poço exploratório numa área de águas ultraprofundas no pré-sal, no sul da Bacia de Campos.

A descoberta foi feita no bloco C-M-657, arrematado em leilão da 15ª rodada de licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP), em 2018. O poço foi chamado de Naru.

O poço está localizado a aproximadamente 308 quilômetros da costa da capital fluminense, a uma profundidade de 2.892 metros de distância do nível do mar ao solo.

A descoberta foi feita apenas dois anos depois de o bloco ter sido arrematado em leilão pelo consórcio formado pela Petrobras (30%), que é a operadora, pela americana ExxonMobill (40%) e pela norueguesa Equinor (30%), sob regime de concessão.

Além do resultado positivo em pouco tempo de exploração, a descoberta foi a primeira numa região onde até agora os poços perfurados se mostraram secos.

Segundo a Petrobras, os dados coletados no poço serão analisados para melhor avaliar o potencial e direcionar as atividades exploratórias na área.

Evidência de óleo fora de área especial

O anúncio feito pela Petrobras foi considerado muito importante pelo geólogo Pedro Zalán, da Zag Consultoria em Exploração de Petróleo, porque é uma evidência da existência de reservas de petróleo em uma região fora do chamado polígono do pré-sal.

Trata-se da área especial entre o Espírito Santo e São Paulo onde vigora o regime de partilha do óleo entre as petroleiras e a União por causa da alta produtividade.

O campo onde foi feita a descoberta, no sul da Bacia de Campos, fica fora do polígono, com exploração sob o modelo de concessão: as petroleiras pagaram pelo direito de explorar e embolsam todo o lucro da produção mediante o pagamento de impostos e royalties.

Segundo Zalán, a descoberta reforça o potencial de existência de petróleo no pré-sal em áreas que ficam a leste do polígono, perto do limite com a Bacia de Santos. A Shell perfurou dois poços que se mostraram secos próximo da região da descoberta, sendo que um deles, chamado Saturno, representou uma grande frustração para os geólogos.

Essa descoberta na mesma região de ultra-fronteira volta a levantar os ânimos que estavam baixos com os poços secos até então, afirmou Zalán.

Segundo o especialista, além do bloco com o poço descobridor, vários outros blocos na mesma região foram licitados na 15ª rodada e na 16ª rodada de licitações da ANP, sem terem tido sucesso ainda na tarefa de encontrar petróleo.

A Bacia de Campos se estende desde a altura da cidade de Vitória, no Espírito Santo, até Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Estado do Rio de Janeiro.

O primeiro campo descoberto pela Petrobras na região foi o de Garoupa, em 1974, sendo que, em 1977, foi iniciada a produção comercial no campo de Enchova.

A partir do trabalho realizado na Bacia de Campos, a Petrobras desenvolveu tecnologias para produção em águas cada vez mais profundas, o que levou a estatal à descoberta dos reservatórios da camada pré-sal, confirmada em 2006.

Fonte: O Globo

Gestão e inovação no campo prometem disparar o agronegócio brasileiro

Fonte: InfoMoney

Senior lança quatro ferramentas para o setor e espera incremento de 10% nos negócios em 2020

Nas cidades, a internet das coisas já é uma realidade. No campo, essa questão ainda é mais desafiadora. Apesar dos últimos dados levantados pelo IBGE apontarem que o acesso à internet no campo aumentou 1.790,1% desde o último levantamento, dos mais de 5 milhões de estabelecimentos agropecuários apenas 1,4 milhão têm acesso à internet. O WhatsApp é considerado o principal meio de comunicação na zona rural. Segundo um outro estudo, feito pela AgroHub, apenas 14% dos produtores rurais têm acesso a algum tipo de internet.

Ou seja, a grande maioria, 86% não têm condições de terem seus negócios agrícolas conectados. As principais limitações ocorrem pela falta de infraestrutura, de todos os tipos (desde o cabeamento à conexão) e, muitas vezes, pelos preços abusivos.

Pensando nisso, a Senior Sistemas está liderando iniciativas de buscar parcerias com empresas de IoT, telecomunicação e outros setores para que juntos, possam transformar esta realidade.

Procuramos parceiros e também nos posicionamos para atuar com nossos clientes de forma consultiva, buscando linhas de financiamento e incentivo à inovação no campo e divulgações como a Lei do Bem e a Lei do Agro, ainda desconhecidas pelo setor, destaca Cintia Leitão, Head do Segmento de Agronegócio na Senior.

A Lei do Agro, por exemplo, foi publicada em abril deste ano e se propõe a modernizar as bases legais dos instrumentos de crédito no setor. Ela institui o Fundo Garantidor Solidário que prevê, entre outras finalidades, o financiamento à conectividade no campo. Como esta lei é muito recente e surgiu durante a pandemia, a grande maioria das pessoas desconhece, afirma Cintia.

Tecnologia para gestão integrada no campo

O setor de agronegócio brasileiro caminha na direção oposta da economia nacional. Enquanto as previsões de mercado indicam que o PIB do País deve cair 5,5% em 2020, por conta dos reflexos provocados pela pandemia, o segmento vive um momento positivo e se reafirma como potência mundial. Tendência a se firmar ainda mais nos próximos anos.

Neste contexto, organização de processos, custos e decisões pautadas em dados são trunfos para ampliar a produtividade do setor e a tecnologia pode ser uma aliada para isso. Muitas empresas já perceberam as oportunidades desse mercado. Porém, o grande desafio é fazer com que estas soluções se conectem em um todo (um sistema ERP centralizador, por exemplo) e que integrem as informações que façam sentido conforme a cadeia do cliente.

Justamente para atender essa demanda, a Senior Sistemas trouxe para o mercado quatro novas ferramentas para o agronegócio. As soluções focam na organização dos processos agrícolas (e das empresas), diminuição do desperdício, controle das operações, redução de custos, identificação de desvios e problemas (incluindo o ataque de pragas e doenças), decisões corretivas e/ou preventivas tomadas em tempo real, monitoramento de todos os processos e operações agrícolas (controle de mão de obra e máquinas, aplicação de insumos e fertilizantes, entre outros).

Novidades

Entre os destaques está o lançamento da plataforma mais completa de gestão de desempenho do campo, com o diferencial de ser integrada de forma nativa com todos os sistemas já conhecidos no mercado, ERP, WMS, TMS, etc. Para isso, a GAtec foi o parceiro escolhido, especialmente por ter forte reconhecimento no trabalho direto com os agropecuaristas. Com isso, a Senior passa a oferecer um controle de custos que vai desde os processos agrícolas e controle da produção, até a comercialização das commodities.

Juntas, GAtec e Senior integram as informações e fornecem painéis gerenciais que permitem ao agropecuarista tomar as decisões certas com as informações em tempo real. As empresas possuem tecnologia com conexão e leitura de ferramentas de IoT de gestão de clima, de performance de tratores, bem como de agricultura de precisão.

Neste momento positivo, orientamos que o agricultor foque em se tornar melhor e mais eficiente em produtividade e gestão e não apenas pensem em ampliar suas áreas de produção.  Este é um excelente momento para organizar processos, pagar dívidas anteriores e reorganizar a casa, diz Cintia.

Outro destaque da Senior para o mercado rural é o lançamento da plataforma de Gestão de Relacionamento no Agro, que tem a missão de fortalecer a gestão de relacionamento dos canais de distribuição do agronegócio com seus agricultores.

A plataforma de CRM Maxxsoft traz ao mercado algo inédito porque reúne as melhores práticas dos programas de relacionamento das multinacionais do setor, entregando de forma simples, uma ferramenta eficiente, fácil de usar e assertiva em relação ao controle de dados e gestão de relacionamento de geração de propostas de valor aos agricultores pela força de vendas.

De olho no câmbio

Não é fácil para os agricultores, tradings e canais de distribuição planejarem os melhores momentos de compra e venda de insumos e grãos. Por isso, a ferramenta desenvolvida em parceria com a NARWAL permite à estas empresas do agro gerirem as variações do dólar e das movimentações, economizando drasticamente em impostos e taxas.

O agronegócio é direcionado pelo dólar de ponta a ponta: desde a compra de insumos e, ao final, nas negociações e venda das commodities. Segundo Cintia, a tecnologia ajuda muito neste sentido.

Nossa ferramenta ajuda na tomada de decisão crucial para que se tenha a eficiência em gestão e se busque a melhoria contínua de performance, não apenas em desenvolvimento de cultivos, mas dos negócios, afirma.

Complementando o pacote inovador de soluções da Senior para o agronegócio, o quarto lançamento da empresa é focado no mercado de café. Agora os clientes podem fazer a gestão integrada de suas lavouras e contam com tecnologia para automatizar toda a operação do café: desde a compra, venda, armazenagem, logística e até a exportação – com os cafés separados por blends.

O agronegócio brasileiro pede inovação

O setor nacional figura entre os mercados mais promissores. No agronegócio, em relação às tecnologias, despontam os EUA, China, Índia e Brasil, segundo o AgFunder Agrifood Tech Investing Report, da AgFunder, plataforma global de investimentos do mercado de tecnologia para o agronegócio, sediada no Vale do Silício.

O fato é que precisamos evoluir em processos e gestão no Brasil, em todos os níveis do segmento. Precisamos preparar as companhias para a alta competitividade que as empresas estrangeiras trazem, afirma a executiva da Senior.

Já em relação à adoção de tecnologias para o cultivo, o agronegócio brasileiro desponta entre os primeiros do mundo, atingindo patamares excepcionais de produtividades.

Temos o objetivo de deixar um legado na transformação digital do agronegócio brasileiro em todas as camadas. Entendemos o agronegócio como uma cadeia sistêmica, integrada em diversos setores econômicos e, um destes elos está dentro da porteira, diz Cintia.

Governo falar em imposto novo polui o debate da reforma tributária

Senadora Simone Tebet defende uma reforma possível, com a criação de um Imposto sobre Valor Agregado federal e simplificação de impostos

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) disse que o governo está poluindo o debate em torno da reforma tributária ao falar de um imposto novo. A equipe econômica tem defendido a desoneração da folha e a criação de um imposto digital para compensá-la, que vem sendo comparado à antiga CPMF.

Algumas coisas estão poluindo o debate. O governo quer a reforma tributária como fonte para resolver todos os seus problemas, quer aumentar investimento, criar Renda Brasil e criar imposto novo. Com isso, começa a ter muitas resistências, disse a senadora, em evento virtual da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A senadora defendeu ainda fazer agora a reforma possível, com a criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) federal e simplificação de impostos. Vamos discutir ISS e ICMS em um segundo momento, quando o governo tiver condições de criar um fundo, completou.

No evento, o deputado federal João Roma (PRB-BA), que foi relator da PEC 45 na Comissão de Constituição e Justiça, criticou ainda o envio da proposta de reforma do governo em fases. Até agora, a equipe econômica só mandou ao Congresso Nacional a primeira parte de sua proposta, unificando o PIS e a Cofins.

O que causa mais estresse neste momento é a reforma tão aguardada do ministro da Economia Paulo Guedes ter sido apresentada faseada. Uma reforma sistêmica como essa não pode vir por partes, completou.

Municípios

O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Glademir Aroldi, afirmou, no mesmo evento, que os municípios precisarão de um fundo de compensação para a reforma tributária de R$ 1,6 bilhão. Aroldi disse que os prefeitos não querem um fundo que quebre a União, em uma referência às críticas do ministro da Economia, Paulo Guedes, aos pedidos de prefeitos e governadores de criação de um mecanismo para que a União compense as perdas de arrecadação que os Entes terão com as mudanças tributárias em discussão no Congresso Nacional. O ministro Paulo Guedes falou de um fundo de R$ 45 bilhões, que quebraria a União. Não é isso que queremos, se quebrar a União, estamos fora, afirmou.

Fonte: InfoMoney

Investimentos no país encolhem

Investimento estrangeiro cai para pior resultado desde agosto de 2010.

Fonte: Monitor Mercantil

As contas externas do Brasil tiveram saldo positivo em agosto pelo quinto mês seguido, informou o Banco Central (BC). Mas os ingressos líquidos em investimentos diretos no país (IDP) derreteram: apenas US$ 1,430 bilhão, ante US$ 9,524 bilhões em agosto de 2019.

De janeiro a agosto, o IDP chegou a US$ 26,957 bilhões, quase US$ 20 bilhões a menos que nos oito primeiros meses do ano passado, quando ingressaram US$ 46 bilhões. Nos 12 meses encerrados em agosto de 2020, o IDP totalizou US$ 54,5 bilhões, correspondendo a 3,51% do PIB, em comparação a US$ 62,6 bilhões (3,94% do PIB) em julho. Esse é o menor resultado acumulado em 12 meses desde agosto de 2010, quando ficou em US$ 50,795 bilhões.

Em agosto, os investimentos em carteira no mercado doméstico totalizaram ingressos líquidos (descontadas as saídas) de US$ 2,345 bilhões, dos quais US$ 2,045 bilhões em títulos de dívida e US$ 300 milhões em ações e fundos de investimento.

Nos oito primeiros meses de 2020, houve saídas líquidas de US$ 28,281 bilhões, contra ingressos líquidos de US$ 7,509 bilhões, em período similar do ano passado. A saída registrada de janeiro a agosto é a maior da série do BC, iniciada em 1995.

O superávit em transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do Brasil com outros países, chegou a US$ 3,721 bilhões, o maior resultado positivo já registrado em agosto, na série iniciada em janeiro de 1995. Em agosto de 2019, foi registrado déficit em transações correntes de US$ 3,032 bilhões.

Essa reversão seguiu tendência observada no mês anterior e decorreu da alta de US$ 2,4 bilhões no superávit da balança comercial de bens e das reduções de US$ 3,5 bilhões e de US$ 882 milhões nos déficits em renda primária e serviços, respectivamente, disse o BC, em relatório.

Nos oito primeiros meses do ano, as transações correntes tiveram déficit de US$ 8,539 bilhões, contra o saldo negativo de US$ 34,020 bilhões em igual período de 2019.

Em 12 meses encerrados em agosto, o déficit chegou a US$ 25,4 bilhões (1,64% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), ante US$ 32,2 bilhões (2,03% do PIB) até julho deste ano.

CPFL e Equatorial avaliam compra da distribuidora de energia da CEB

Fonte: Megawhat

Os grupos CPFL e Equatorial são os potenciais compradores mais engajados no processo de venda da distribuidora de energia da Companhia Energética de Brasília (CEB -D), de acordo com reportagem do Valor Econômico.

A venda, modelada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Financeiro (BNDES), será feita por meio de leilão e a expectativa é que ocorra ainda neste ano. No início de agosto, a CEB abriu a sala de informações sobre o ativo à venda, conhecido pelo jargão em inglês ‘data room’.

A CEB-D é uma sociedade por ações de economia mista de capital fechado, cujo único controlador é a CEB, holding de capital aberto controlada pelo Distrito Federal. A área de concessão da CEB-D abrange o Distrito Federal, atendendo população de, aproximadamente, 3 milhões de pessoas. A companhia tem endividamento alto e acumula prejuízos.

Procuradas pela reportagem, a CPFL disse que sempre busca oportunidades de crescimento, avaliando constantemente ativos que surgem no mercado e a Equatorial não comentou.

'Ninguém quer ficar mais rico após o covid-19', diz CEO da Neoenergia

Fonte: Megawhat

A Neoenergia espera que a proposta apresentada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para o reequilíbrio econômico das distribuidoras devido aos efeitos da pandemia de covid-19 seja ajustada para reconhecer a extraordinariedade na Parcela B da tarifa, disse Mario Ruiz-Tagle, CEO da companhia, ao participar de um webinar promovido pela MegaWhat na quarta-feira, 23 de setembro.

Ninguém quer ficar mais rico após o covid. Mas acho que é difícil colocar que os riscos da pandemia precisam ser assumidos como riscos normais do mercado, disse o executivo. Segundo ele, as medidas de isolamento social adotadas para conter a pandemia tiveram grandes impactos na inadimplência e redução de consumo de energia, condições que não podem ser entendidas como risco do negócio.

A proposta da Aneel, que foi submetida à consulta pública, não reconhece o direito constitucional das empresas de solicitar revisão tarifária extraordinária (RTE) devido à queda da demanda e aumento da inadimplência oriundos da pandemia. As distribuidoras têm criticado o texto, alegando que o entendimento fere a segurança jurídica do setor podendo afastar novos investimentos.

Não posso esconder minha surpresa sobre a proposta colocada pela Aneel, mas entendemos que temos que trabalhar em conjunto com o regulador e o ministério para conseguir algum grau de estabilidade, disse Ruiz-Tagle.

Para o executivo, a retomada da economia brasileira está mais rápida do que o inicialmente esperado. Com isso, é preciso garantir previsibilidade nas regras e respeito aos contratos, importantes critérios para atrair investimentos.

Se a gente não preservar regras e não der previsibilidade aos investidores, o dinheiro vai embora, ele foge, disse o executivo.

FFF WEBINAR AXA XL RISK CONSULTING

Tema / Túneis: visão geral e avaliação de riscos para subscrição de seguros e resseguros

Data: 29 de setembro de 2020 / Horário: 09h30 às 10h45

Descrição:

Túneis são estruturas de transposição inferior de obstáculos que minimizam a interferência nos meios urbanos, abreviam as distâncias e reduzem o impacto ambiental. Estão presentes em obras urbanas, de rodovias, ferrovias, metrô, hidrelétricas e saneamento. Historicamente, inúmeros casos de desastres de grandes proporções ocorreram durante a construção de túneis que resultaram em perdas de vidas e grande prejuízo econômico. O desenvolvimento da engenharia geotécnica e da tecnologia de equipamentos e instrumentos reduziu significativamente a frequência e a magnitude desses incidentes. Contudo, ainda hoje, sinistros em túneis geram custos elevadíssimos de reconstrução, pois são obras de alta complexidade técnica e que enfrentam um razoável grau de incerteza associado a variações das condições do terreno em relação às estimadas no projeto.

Para manter a viabilidade de cobertura das obras de túneis, o mercado segurador deve saber avaliar e acompanhar tais obras com rigor e perícia, analisando como é feito o gerenciamento de riscos em cada fase, como: planejamento, projeto, construção e operação/manutenção.

Neste webinar serão discutidos aspectos construtivos e de gerenciamento de riscos para auxiliar subscritores na análise de projetos de túneis e no acompanhamento de sua execução ou operação.

Palestrante: Marcos Mitre / Senior Construction Risk Consultant / AXA XL Risk Consulting

Marcos Mitre tem 20 anos de experiência em projetos de infraestrutura de transporte. Fez Graduação e Mestrado em Engenharia Civil na Escola Politécnica da USP e MBA em Gerenciamento de Projetos na FGV-SP. Atua na AXA XL como consultor de riscos de construção para dar suporte à tomada de decisão na subscrição de grandes riscos de engenharia, obra civil terminada e responsabilidade civil em toda a América Latina.

Faça sua inscrição: https://event.on24.com/wcc/r/2624594/5553EF5E804F9E2DAD5808AB5DF2EF47   

II Evento de Seguro de Responsabilidade Civil

Webinar: Com promoção da AIDA e participação da ABGR

Reserve em sua agenda o dia 06/10/2020 (terça-feira), às 17hs, no YOUTUBE / AIDABRASIL. Não percam!!

Tema: Fatores que influem na subscrição do seguro de responsabilidade civil no Brasil e medidas concretas para o sucesso do negócio.

Participação de Christian Mendonça (Membro do Conselho Deliberativo da ABGR)

Mercado de Trabalho / Oportunidade

Insurance and Guarantees Coordinator / AES Tietê / São Paulo, SP

Present in Brazil for 20 years, AES Tietê acts as an electric energy solutions company, built in partnership with our customers. From the trading of the energy generated by our hydraulic, wind and solar plants to the development of small and large scale renewable energy solutions, we present ourselves as enablers of the integration of sustainability into our clients' businesses.

Summary:

Responsible for contracting and monitoring all insurance of AES Brasil companies, financial guarantees (sureties and insurance guarantees) of a commercial, financial, legal or operational nature. The report will be direct to Financial Director and it will lead a middle analyst.

Responsibilities:

Administer AES Brasil's insurance policies in order to minimize the corporation's residual risk.

Keep insurance policy in force and updated in order to provide guidelines for managing the area and minimize the cost of risk.

Guide the execution of planning and implementation of recommendations.

Manage cooperation agreements with financial institutions and insurance companies to offer massified products and services, with a view to increasing revenue for the company.

Ensure that the company's main risks are adequately protected, in line with the risk transfer and retention policy

Promote insurance talks, detailing information on insurance contract obligations.

Disseminate the culture of insurance and risk management in the company.

Comprehensive understanding of the national and international market as well as the regulations involved in insurance, reinsurance

Ensure the correct update of the claims database

Search for the best alternative for covering risks, between guarantees and guarantee insurance

Qualifications:

Education level requested is master degree with technical courses in Insurance, Administration, Engineering or related areas.

Experience of 7 years minimum

Fluent English is required

LOCAL: São Paulo - SP

The AES Tietê values diversity, inclusion and continuous development. We´re oriented by customer, innovation and working in a collaborative way and this only happens when we´ve a diverse environment by socioeconomic, age, gender, ethnicity, sexual orientation, identity, disability or religion.

Fonte: Linkedin / Interessados: enviar CV para: cinthia.vicente@aes.com  

BANCO DE TALENTOS | Analista de Risco Cibernético

na Stone Co. / São Paulo, SP

https://boards.greenhouse.io/stone/jobs/4126348003  

Devido a pandemia do Covid-19, reestruturamos nossas contratações, mas não paramos de conhecer gente boa! Por isso, a vaga funciona como um Banco de Talentos, onde você pode se inscrever, deixar seu currículo e possivelmente participar de algumas etapas do processo. Assim que normalizarmos nosso ritmo de contratação, iremos analisar o seu perfil e, caso faça sentido, vamos te convidar para iniciar o processo seletivo desta vaga.

Sobre a Stone:

Somos uma empresa de soluções de tecnologia financeira. Temos um propósito único de tornar o mercado de pagamentos mais simples e justo, para que os empreendedores brasileiros tenham mais autonomia para gerir seus negócios e alavancar seus resultados.

Missão da vaga: Gestão dos riscos cibernético do grupo StoneCo: identificação, avaliação, controle, monitoramento e reporte dos riscos cibernéticos.

Atividades:

Identificação e avaliação dos riscos cibernéticos, junto à primeira linha de defesa; avaliação do ambiente regulatório e legal para gestão de riscos cibernéticos;

Atualização da matriz de riscos inerentes e residuais (após controles internos);

Criação de KRIs, indicadores e mecanismos para monitoramento dos riscos;

Acompanhamento e cobrança dos planos de ação executados pelas áreas da primeira linha de defesa;

Geração de reportes executivos para Diretoria e Comitê de Riscos;

Proporcionar engajamento das equipes do grupo StoneCo no processo de risco; estudo e atualização da metodologia de riscos cibernéticos e gestão integrada de riscos.

Diferenciais

Formação superior preferencialmente em Engenharia da Computação, Ciência da Computação, Sistemas de Informação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Gestão em Tecnologia da Informação com experiência relevante ou ainda possuir experiência em trabalhos de tecnologia, infraestrutura e segurança da informação, com conhecimento em ITIL, COBIT, NIST e frameworks. Ter atuado preferencialmente em empresas do segmento de pagamentos e financeiro e possuir idioma inglês avançado para leitura de materiais em inglês e elaboração de apresentações.

Aqui na Stone Co., valorizamos a diversidade e a inclusão, e procuramos as melhores pessoas para nos ajudar a melhorar a vida do empreendedor brasileiro. Então, não importa sua cor, gênero, etnia, religião, idade, ou se é um profissional com deficiência

ou LGBTQI+... Nosso sonho é do tamanho do universo e, se você se identifica com o nosso propósito, venha construi-lo com a gente!

Analista de Riscos Financeiros / Liquidez, Crédito e Mercado

na Stone Co. / São Paulo, SP.

https://boards.greenhouse.io/stone/jobs/4146133003  

Sobre a Stone:

Somos uma empresa de soluções de tecnologia financeira. Temos um propósito único de tornar o mercado de pagamentos mais simples e justo, para que os empreendedores brasileiros tenham mais autonomia para gerir seus negócios e alavancar seus resultados.

Missão da vaga: Gestão independente do Risco de Liquidez, Crédito e Mercado do grupo StoneCo a partir da identificação e avaliação dos riscos junto às equipes da primeira linha, estruturação e avaliação dos controles mitigatórios de risco de liquidez, crédito e mercado, monitoramento e reporte da posição de risco, evolução nos modelos de risco de liquidez, crédito e mercado conforme perfil do grupo StoneCo.

Atividades: Gestão dos Riscos Financeiros da Companhia, envolvendo Riscos de Mercado, Liquidez e Crédito:

Mercado e Liquidez: Identificação e avaliação de riscos de liquidez e mercado; análise do ambiente regulatório e legal; análise dos controles existentes de liquidez e mercado com proposição de melhorias no monitoramento de fluxo de caixa e de variáveis de mercado; realização dos testes de stress, geração de relatórios e revisão de políticas.

Crédito: Identificação e avaliação de riscos de crédito; análise do ambiente regulatório e legal; melhoria do processo para acompanhamento do desempenho dos modelos e dos parâmetros de risco da carteira de crédito; análise do processo de cobrança e recuperação de créditos; noções de modelo de capital regulatório (DLO) e capital econômico/VAR ou similares; realização dos testes de stress, geração de relatórios e revisão de políticas.

Diferenciais

Formação: superior completo em qualquer área, preferencialmente Engenharia, Administração, Economia, Contabilidade, Matemática, Estatística e Tecnologia, acompanhada de experiência no processo de gestão de risco de liquidez, crédito e mercado, preferencialmente em empresas do segmento de

pagamentos e financeiro. Idioma inglês avançado para leitura de materiais em inglês e elaboração de apresentações. Conhecimentos de modelos de risco de liquidez e mercado como EWMA, LCR e NSFR, modelos de VaR, modelo de GAP e descasamento, teste de stress, marcação a mercado e accrual, hedge accounting. Modelagem e/ou validação de modelos de rating/score/PD, EAD, LGD.

Aqui na Stone Co., valorizamos a diversidade e a inclusão, e procuramos as melhores pessoas para nos ajudar a melhorar a vida do empreendedor brasileiro. Então, não importa sua cor, gênero, etnia, religião, idade, ou se é um profissional com deficiência ou LGBTQI+... Nosso sonho é do tamanho do universo e, se você se identifica com o nosso propósito, venha construi-lo com a gente!

Analista de Risco / Risco Operacional

https://www.linkedin.com/jobs/search/?currentJobId=2025053694&f_C=654090&geoId=92000000  

Empresa: BTG Pactual / Localidade da empresa São Paulo, São Paulo, Brasil

Sobre a vaga:

A área de Risco Operacional é responsável por identificar, avaliar e monitorar, em parceria com as demais áreas do Banco, os riscos, potenciais ou já materializados, tendo o objetivo de mitigar os seus impactos até um nível que esteja dentro do apetite de risco da instituição.

No Seu Dia-a-dia

Apoiar a análise e classificação dos riscos quanto à frequência, severidade, impacto financeiro, regulatório e reputacional, com o objetivo de identificar os processos críticos às principais linhas de negócio da instituição;

Identificar riscos e melhorias em processos e monitorar a implementação de planos de ação para endereçar a sua mitigação;

Suportar os países onde o banco possui escritórios e em conjunto com o responsável local, garantir o atendimento de exigências regulatórias;

Atender auditorias e elaborar resposta aos questionamentos de reguladores / auto reguladores;

Elaborar relatórios gerenciais de Riscos e Incidentes.

Expectativa:

Formação em Engenharias, Administração, Contabilidade, Economia e/ou Ciência da Computação;

Conhecimento de produtos financeiros;

Visão orientada a processos e projetos;

Conhecimentos avançados de Excel, incluindo lógica de programação;

Perfil analítico, organizado, comunicativo e atenção a detalhes;

Nível avançado de Inglês.

O BTG Pactual respeita a pluralidade de identidades e trabalha para promover uma cultura inclusiva. Não fazemos distinção de raça, cor, religião, identidade de gênero, orientação sexual, nacionalidade, deficiência ou idade em nenhuma etapa do processo seletivo, reforçando nosso compromisso com a diversidade.

Nível de experiência: Pleno-sênior

Setor: Tecnologia da informação e serviços / Software

Serviços financeiros

Tipo de emprego: Tempo integral

Funções de trabalho: Financeiro / Vendas

Sobre a empresa

BTG Pactual is an innovative global financial firm that operates as a meritocratic partnership with a passion for consistently creating value for its clients and shareholders.

BTG Pactual’s global presence, based on a dominant fully fledged Latin America Investment Bank, global Asset and Wealth Management platform, enables it to provide a comprehensive range of financial services to a global client base that includes corporations, institutional investors, governments and high net worth individuals.

For additional information, please visit www.btgpactual.com   

ACESSE AS REVISTAS DO MERCADO:

Revista Apólice: https://www.revistaapolice.com.br/2020/08/edicao-257/          

Revista Cobertura: https://www.dropbox.com/s/yyjt7xejhgkgg8g/REVISTA-COBERTURA_223-BAIXA-1.pdf?dl=0        

Revista Segurador Brasil: https://issuu.com/revistaseguradorbrasil/docs/segurador_159

Caderno de Seguros: http://cadernosdeseguro.funenseg.org.br/secoes.php  

Insurance Corp: https://www.dropbox.com/s/wjeqarh5ehu4aya/IC%20ed%2031%20PDF%20%28baixa%29.pdf