Mulheres: o que o mercado de seguros oferece para elas?

10, Mar. 2021

Mulheres: o que o mercado de seguros oferece para elas?

Coberturas específicas para são mais comuns nos ramos Vida, Saúde e Automóvel, mas especialistas apontam outros nichos potenciais

Fonte: Revista Apólice

O mercado segurador evoluiu ao longo dos anos juntamente com as conquistas das mulheres. Se hoje a palavra de ordem é sororidade, o mercado busca enxergar as necessidades específicas femininas para atendê-las de maneira mais assertiva. Iniciativas de seguradoras não faltam neste sentido.

A Seguros Unimed, por exemplo, cobre no seguro de vida os diagnósticos confirmados de câncer de mama e em todo o aparelho ginecológico. Além disso, caso a segurada necessite afastar-se de suas atividades profissionais por conta de algum acidente, há cobertura de Diárias por Incapacidade Temporária (DIT) e Diárias de Internação Hospitalar (DIH), garantindo apoio financeiro e proteção familiar. Os indicadores confirmam que as mulheres têm um papel importante no planejamento financeiro familiar e nos negócios. Por isso, o seguro de vida é uma solução completa e importante pensando na saúde, no bem-estar e na proteção de toda a família, afirma Henrique João Dias, superintendente de Marketing e Produtos da empresa.

A preocupação em oferecer coberturas voltadas para a saúde da mulher se justifica. Segundo dados do Instituto do Câncer (INCA), em 2020 cerca de 316.280 mulheres foram diagnosticadas com câncer. Em 29,7% desses casos, o tumor estava localizado na mama. Para Solange Zaquem, diretora comercial da SulAmérica, é importante que as seguradoras estejam sempre conectadas às demandas dos clientes, e com as mulheres não seria diferente. É essencial um olhar atento às suas especificidades em proteção sob um olhar amplo. Aqui na companhia oferecemos aos beneficiários do seguro saúde o programa Saúde Ativa, que é um conjunto de iniciativas de incentivo à saúde e ao bem-estar com o objetivo de estimular hábitos de vida mais saudáveis e, consequentemente, prevenir doenças.

Para se ter uma ideia da importância das mulheres no setor, uma pesquisa realizada pela Bradesco Vida e Previdência revelou que a participação feminina nos planos de seguro de vida da companhia cresceu 9% entre os meses de janeiro do ano passado e de 2021, o que corresponde a um aumento de aproximadamente 800 mil seguradas. No total, as mulheres respondem por cerca de metade da carteira da seguradora no segmento, que soma 20,3 milhões de clientes.

A empresa também conta com o Seguro Auto Mulher, que tem como diferencial uma central de relacionamento exclusiva ao público feminino e um atendimento mais ágil, chamado de relâmpago, em oficinas credenciadas. As clientes ainda contam com assistência 24h e envio de táxi para o transporte em caso de pane ou acidente com o veículo. Ao desenvolver um produto específico para o público feminino, é importante considerar a rotina da vida da mulher. Por sermos uma companhia multirramos, estamos sempre atentos às mudanças e preparados para desenvolver soluções capazes de assegurar a proteção adequada em cada uma dessas situações, diz Bernardo Castello, diretor da empresa.

Para Alfeo Marchi, diretor de Mercado da MAG Seguros, as mulheres têm mais sensibilidade sobre a necessidade do cuidado, da proteção e do planejamento para o futuro, tanto próprio quanto o de sua família, e por isso estão cada vez mais presentes entre os consumidores de seguros. Na seguradora, por exemplo, foi registrado um crescimento de aproximadamente 10% na contratação de seguro de vida pelas mulheres em 2020 em relação ao mesmo período de 2019. Precisamos sempre ter em mente os conceitos socioeconômicos e acompanhar o comportamento das pessoas, além de olhar para as necessidades de proteção e planejamento, seja no produto em si, como, também, em benefícios dos serviços assistenciais, ressalta.

Apesar de as coberturas, assistências e os descontos especiais aparecerem nos seguros de Vida, Automóvel e Saúde, especialistas acreditam que ainda há margem para se explorar. Segundo Simone Vizani, presidente da AMMS (Associação das Mulheres do Mercado de Seguros), realizar pesquisas para desenvolver produtos de nicho feminino que agreguem diferenciais é um dos papéis do setor. Discutir com outras entidades formatos e condições que as coberturas podem agregar é uma forma de inovar. As mulheres foram as mais afetadas pela pandemia, e os microsseguros, por exemplo, podem ajudar na difusão da cultura do seguro entre a população de baixa renda.

De acordo com Fernanda Pasquarelli, diretora de Vida e Previdência da Porto Seguro, é fundamental que o mercado de seguros adote medidas para que cada vez mais as mulheres tenham acessibilidade a proteção. Debates sobre esses temas são extremamente necessários, sejam por meio da imprensa, da consultoria de um corretor de seguros ou de iniciativas realizadas dentro de casa. Em outubro de 2020, por exemplo, a Porto realizou uma live sobre conscientização e prevenção ao câncer de mama e a importância do seguro de vida para quem recebe o diagnóstico da doença, pois o apoio financeiro à mulher e à sua família é muito importante.

Confiança permanece com viés de baixa, mas pode reverter

Fonte: CNseg / Sonho Seguro

Segundo Pedro Simões, economista da CNseg, a redução na mediana da projeção para o crescimento do PIB em 2021 de 3,29% para 3,26% no relatório Focus divulgado nesta segunda-feira, 8, pode ser revertida com a retomada da confiança dos consumidores e do empresário

Para o economista Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras, são grandes as chances de que o PIB do 1º trimestre volte ao terreno negativo. A confiança de empresários e consumidores está menor do que no final do ano passado, dadas as dificuldades do início deste ano, com a retirada dos estímulos como o auxílio emergencial, o recrudescimento da pandemia da Covid-19 e o ainda lento ritmo de vacinação da população, comenta.

Segundo ele, a redução na mediana da projeção para o crescimento do PIB em 2021 de 3,29% para 3,26% no relatório Focus divulgado nesta segunda-feira, 8, é negativa, mas pode ser revertida nas próximas semanas, ainda que não haja razões para acreditar em um crescimento muito superior àquele garantido pelo carregamento. A queda do PIB em 2020, de 4,1%, divulgada na semana passada, foi a maior da série histórica, mas um pouco mais suave que o esperado. Todos os setores apresentaram contração, exceto a Agropecuária, um dos fatores que explica o bom desempenho do seguro rural no ano passado destaca. O carregamento de 2020 para 2021 ficou em 3,6%. Isto é, se não houver crescimento em nenhum trimestre este ano, ainda assim, por conta do efeito do cálculo que utiliza a média anual do PIB, a economia cresceria 3,6% este ano explica. Para 2022, também houve redução na projeção para o PIB, de 2,50% para 2,48%.

Apesar do cenário, há espaço para otimismo na análise da CNseg. Apesar dessas revisões negativas, é possível pensar em um cenário um pouco mais otimista, em que o crescimento volte a ganhar tração no segundo semestre, mas isso vai depender das decisões que os agentes públicos tomarem agora, principalmente se não abandonarmos a responsabilidade fiscal e nos esforçarmos para vacinar a população, como temos visto em outros países, comentou. Em Israel, por exemplo, que já vacinou 50% da população, o dia a dia do país começa a voltar à normalidade, o que certamente beneficiará a economia. No Brasil, o governo do Estado de São Paulo informou que as mortes por Covid de idosos acima 90 anos, faixa já vacinada, caíram 70%, segundo noticiou o jornal O Globo. Mesmo com a agenda de vacinação atrasada, o tom mais urgente do governo e do Congresso em resolver as pendências e acelerar o programa de vacinas ganha tração deve aumentar a confiança dos empresários em que a economia volte a ser recuperar, acredita Simões.

Motorista aguarda indenização de proteção veicular há cinco meses

Fonte: CQCS

De acordo com uma matéria veiculada pelo portal São Gonçalo nesta segunda-feira (08), Josué Lopes da Rocha, morador do Mutuá, comprou um carro em julho de 2020 e assinou um contrato com a associação ‘Proteja Já Brasil Auto’. No entanto, em outubro de 2020, Josué teve seu carro furtado no Méier e acionou a empresa, que não realizou a indenização ao cliente.

O motorista revelou ao portal que ao entrar em contato com a associação e pedir o rastreamento do veículo, foi solicitado que o cliente fizesse primeiro um boletim de ocorrência na delegacia. Josué fez o registro na polícia e a ‘Proteja Já’ pediu 30 dias para encontrar o veículo, e caso não achasse, começaria o processo de indenização.

De acordo com Josué, após os 30 dias, a empresa não localizou o carro e alegou que o documento de compra e venda do veículo estava rasurado e por isso não tinha como realizar o pagamento. O motorista de 40 anos confirmou o equívoco na hora da assinatura, relatando que a compra foi no nome do pai e que ele assinou errado no documento.

No entanto, conforme conta o motorista, a empresa reiterou que era necessário apenas um documento de procuração, feito em cartório, que passasse os direitos de decisão do pai para Josué. O documento foi feito e enviado para a empresa responsável pelo veículo.

Segundo Josué, depois do envio, a associação alegou que não poderia pagar por conta de uma pendência bancária do cliente. Contudo, o banco afirmou que isso não era um impeditivo e que a ‘Proteja Já’ poderia indenizar o motorista. Até o momento a situação não foi resolvida.

É importante lembrar que a proteção veicular não é um seguro, e as associações que a oferecem não são seguradoras, nem corretoras. Assim, não contam com a supervisão da Superintendência de Seguros Privados (Susep), entidade ligada ao Ministério da Fazenda que regula o setor de seguros.

Combate ao desemprego deve ser prioridade para 41% da população

A criação de empregos deve ser a prioridade para o governo em 2021, juntamente com a melhoria da saúde. A conclusão consta da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira, divulgada hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o levantamento, o combate ao desemprego é considerado prioritário por 41% dos entrevistados. Dentro da margem de erro, a preocupação com a saúde aparece em segundo lugar, com 39%.

Completam as cinco primeiras colocações o combate à corrupção (35%), a melhoria da qualidade da educação (34%) e o combate à violência e à criminalidade (25%). Cada entrevistado podia escolher três itens, o que leva a uma soma dos percentuais superior a 100%.

Na avaliação da CNI, o encolhimento da economia no ano passado e a continuidade da pandemia justificam a preocupação com o desemprego. A entidade defende a vacinação em massa da população para garantir a retomada da economia com ganhos na saúde e no emprego. Para a confederação, somente a vacinação permite o retorno seguro dos brasileiros à rotina, a recuperação do mercado consumidor e a volta à normalidade na produção.

Em relação ao emprego, a pesquisa apontou que a questão preocupa principalmente os moradores das regiões Norte e Centro-Oeste, onde o item foi considerado prioritário por 52% dos entrevistados. Na divisão por faixa de renda, a preocupação é maior entre as famílias que recebem até um salário mínimo, com 44%.

No Norte e no Centro-Oeste, o combate à corrupção ficou em segundo lugar, com 45% das citações. Em seguida vieram educação e saúde, empatados com 40%, e segurança pública (38%). No Nordeste, 39% consideram que a promoção do emprego deve ser prioridade, seguido de saúde (35%), educação (34%), combate à corrupção (29%) e segurança (25%).

A preocupação contrasta com as regiões mais ricas, que elegeram a saúde como prioridade. No Sudeste, 39% da população citaram a melhoria da saúde, 38% apontaram o emprego, 33% marcaram o combate à corrupção e 33% defenderam a educação. No Sul, 46% elegeram como prioridade a saúde e 45%, o emprego. O combate à corrupção (40%), a educação (30%) e a segurança pública (23%) completaram a lista entre os habitantes da região.

Tanto nas capitais quanto no interior, o combate ao desemprego é considerado prioridade, com 41% e 43% de menções, respectivamente. Nas periferias, porém, a prioridade é melhorar os serviços de saúde (44%). Em seguida, melhorar a qualidade da educação, com 40%. A promoção de empregos, nas periferias, cai para a terceira posição, com 37%.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas em todo o país. As entrevistas foram feitas entre 5 e 8 de dezembro de 2020.

Fonte: Agência Brasil

Câmara aprova texto-base da PEC Emergencial em 1º turno

Fonte: Veja.com

A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quarta-feira, 10, em 1º turno, o texto-base da PEC Emergencial. A Proposta de Emenda à Constituição 186/19 permite ao governo federal pagar um auxílio em 2021 com 44 bilhões de reais por fora do teto de gastos e impõe mais rigidez na aplicação de medidas de contenção fiscal, controle de despesas com pessoal e redução de incentivos tributários.

Foram 341 votos a favor e 121 votos contra o parecer do relator, deputado Daniel Freitas (PSL-SC), que recomendou a aprovação sem mudanças do texto vindo do Senado na semana passada. Houve 10 abstenções.

Em sessão marcada para as 10h desta quarta, os deputados analisarão dez destaques apresentados ao texto na tentativa de mudar trechos da PEC. A maior parte deles, de partidos de oposição, pretende diminuir as restrições fiscais impostas e retirar o limite de 44 bilhões de reais para pagar o auxílio.

Segundo o governo, as parcelas da ajuda à população mais vulnerável serão de 175 a 375 reais por quatro meses (março a junho). Para a família monoparental dirigida por mulher, o valor será de 375 reais; para um casal, 250 reais; e para o homem sozinho, de 175 reais.

Daniel Freitas disse que a votação da PEC pela Câmara é uma demonstração clara de que somos um país seguro, responsável e solidário. Vencemos a primeira etapa desta PEC, que traz responsabilidade e dá garantia para as futuras gerações. Retomamos as rédeas do País e o colocamos na rota do crescimento, comemorou.

Rigor fiscal

Para a União, medidas de contenção de despesas com pessoal e com isenções tributárias serão acionadas quando for atingido um gatilho relacionado às despesas obrigatórias.

No caso de estados, Distrito Federal e municípios, por causa da autonomia federativa, as medidas serão facultativas. Mas se todos os órgãos e poderes do ente federado não adotarem todas as medidas, o estado ou município em questão ficará impedido de obter garantia de outro ente federativo (normalmente da União) para empréstimos (internacionais, por exemplo), além de não poder contrair novas dívidas com outro ente da Federação ou mesmo renegociar ou postergar pagamentos de dívidas existentes.

Este é o momento de responsabilidade, e teremos oportunidade de rever pontos desta PEC nas reformas tributária e administrativa. Agora é o momento de dar segurança às pessoas que estão precisando dessa ajuda, disse o relator, referindo-se à autorização para o governo conceder novo auxílio emergencial fora do teto de gastos.

A PEC 186/19 prevê ainda que uma lei complementar sobre sustentabilidade da dívida poderá autorizar a aplicação dessas restrições. Na lei devem ser definidos, por exemplo, níveis de compatibilidade dos resultados fiscais com a trajetória da dívida e planejamento de venda de estatais para reduzir seu montante.

Debates

O líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR), afirmou que a aprovação da PEC demonstra a preocupação do presidente Jair Bolsonaro com a população afetada pelo isolamento social. O preço dos alimentos está ligado ao preço do dólar. Precisamos que haja tranquilidade de que o País está olhando com seriedade e atenção para as contas públicas, declarou.

Já o líder da Minoria, deputado José Guimarães (PT-CE), afirmou que o Congresso brasileiro está apenas atendendo a decisão do governo e do ministro Paulo Guedes e impondo ao País, em nome de um auxílio de 250 reais, um profundo arrocho fiscal e a constitucionalização de tudo de ruim que esse ministro da Economia patrocinou desde a reforma da Previdência até hoje.

A oposição tem obstruído os trabalhos desde o início das sessões, defendendo um auxílio de valor maior desvinculado de medidas de ajuste fiscal. A primeira leva de pagamentos do auxílio chegou a 292 bilhões de reais para cerca de 68 milhões de pessoas, em duas rodadas: na primeira, foram pagas parcelas de 600 reais por cinco meses; na segunda, chamada de auxílio residual, foram parcelas de R$ 300 durante quatro meses e com um público-alvo menor.

Admissibilidade

Ainda na noite de terça-feira, a Câmara aprovou parecer pela admissibilidade da PEC, por 366 votos a 118. Essa fase preliminar antecede a análise do mérito da matéria e é necessária para avaliar se a PEC segue os parâmetros constitucionais para sua tramitação.

Sobras de 2021

Segundo a PEC, até o fim de 2023, o Poder Executivo poderá utilizar o superávit financeiro dos seus fundos públicos para pagar dívida pública. Ficam de fora da regra os fundos públicos de fomento e desenvolvimento regionais e os fundos mantidos pela PEC, que aumentou a desvinculação de receitas.

A medida vale inclusive para estados e municípios, mas se o ente federado não tiver dívida pública para amortizar, o dinheiro será de livre aplicação.

Em dezembro de 2020, a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei complementar (PLP 137/20) que autorizou o governo a usar o superávit acumulado de 2019 relativo a 26 fundos setoriais, muitos dos quais ficariam de fora desse uso de acordo com a PEC.

Entre os que poderiam ser usados estão o Fundo de Compensação de Variação Salarial (R$ 12,7 bilhões), o Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (R$ 12,3 bilhões) e o Fundo Nacional de Segurança e Educação no Trânsito (R$ 8,7 bilhões).

Precatórios

A PEC Emergencial trata ainda do pagamento de precatórios por estados, Distrito Federal e municípios, passando de 2024 para 2029 a data final para quitação de precatórios sob regime especial criado pela Emenda Constitucional 99, de 2017.

Por outro lado, o texto acaba com a possibilidade de bancos federais financiarem o pagamento desses precatórios por fora dos limites de endividamento vigentes.

Além disso, será revogada a regra transitória de pagamentos da União a estados e municípios como compensação pela desoneração de exportações prevista na Lei Kandir (Lei Complementar 87/96).

Isso decorre de acordo firmado entre a União e os outros entes federados prevendo o pagamento de compensações da ordem de R$ 58 bilhões entre 2020 e 2037 (Lei Complementar 176/20).

Perspectivas de Riscos Para 2021

Acesse o estudo da The Global Risks Report 2021: https://www.weforum.org/reports/the-global-risks-report-2021/

Acesse as edições mais recentes das publicações do mercado:

Revista Apólice: https://www.revistaapolice.com.br/2021/02/edicao-262/

Revista Cobertura: https://www.revistacobertura.com.br/2021/02/26/edicao-228/

Revista Segurador Brasil: https://revistaseguradorbrasil.com.br/edicao-163/

Revista Seguro Total: https://revistasegurototal.com.br/2021/02/18/edicao-215-os-desafios-da-lei-geral-de-protecao-de-dados-para-os-consumidores/

Revista Insurance Corp: http://insurancecorp.com.br/pt/content/pdf/ic_ed33_2020.pdf  

Revista adernos de Seguros: https://cnseg.org.br/publicacoes/revista-de-seguros-n-915.html 

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Abertura: Juliano Ferrer / Vice-Presidente da AIDA Brasil.

Mediador: Thiago Junqueira / Doutor em Direito Civil pela UERJ.

Expositores: Bárbara Bassani / Doutora e Mestra em Direito Civil pela USP, Carlos Konder / Doutor e Mestre em direito civil pela UERJ, Sergio Ruy Barroso de Mello / Vice-Presidente da AIDA Internacional e Pós-Graduado em Direito de Seguro e Resseguro pela USC (Espanha)

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