Flash News ABGR / A Crise Hídrica no País e a Atuação da ONS

31, Mai. 2021

Operador Nacional do Sistema Elétrico mapeia potencial de usinas do País

Órgão pediu a 40 empresas relatórios sobre a produção atual de energia elétrica, como forma de monitorar riscos de desabastecimento

Fonte: Estadão

Com o volume escasso de água nos principais reservatórios do País, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) decidiu fazer uma varredura em cada usina térmica instalada e em operação, para saber exatamente com o que poderá contar, a fim de afastar riscos de apagão e racionamento de energia.

Na segunda-feira, a diretoria do ONS, que é o órgão responsável por fazer a gestão diária do abastecimento elétrico nacional, distribuiu documento a 40 empresas do setor elétrico que possuem usinas térmicas movidas a gás, óleo diesel, biomassa e carvão. Na lista estão empresas como Petrobrás, Engie e Neoenergia, além das estatais do grupo Eletrobrás.

No documento, ao qual a reportagem teve acesso, o ONS pede que, até a próxima segunda-feira, cada empresa informe quais são as usinas térmicas que cada empresa possui, com detalhamento semanal ou diário de seus cronogramas de manutenção e operação previstos até dezembro de 2021.

Considerando o final do período chuvoso nas principais bacias integrantes do SIN (Sistema Interligado Nacional) e os baixos níveis de armazenamento alcançados nos principais reservatórios de regularização, torna-se imprescindível a maximização da disponibilidade de geração térmica para garantir o atendimento eletroenergético, escreveu a diretoria do ONS, no documento enviado às empresas.

No último período chuvoso, iniciado no fim de novembro e encerrado em abril, faltou cair água nas cabeceiras de rios do País. Se há ocorrência de água abundante nessas áreas, todo o sistema hidrelétrico passa a ser irrigado. Quando as chuvas não ocorrem, porém, as usinas rio abaixo ficam prejudicadas.

No documento enviado às empresas, o ONS alerta que, considerando o potencial de geração de energia hidrelétrica acumulado entre setembro de 2020 e maio deste ano, esta configurou-se como a pior condição hidrológica de todo o histórico de vazões em 91 anos de medição (desde 1931).

Segurança energética

A necessidade de o País recorrer às térmicas para garantir o abastecimento elétrico deve-se à possibilidade de assegurar um volume específico de geração, diferentemente do que acontece com as demais fontes do País.

Usinas hidrelétricas, eólicas e solares dependem, fundamentalmente, de condições naturais. Se não há água, vento e luz solar, não existe geração. Acrescenta-se a isso o fato de que a energia deve ser consumida no momento em que é gerada, ou seja, não pode ser armazenada para ser usada em outro momento. Com as térmicas, porém, é possível gerenciar o volume e o tempo de produção. O preço dessa energia, no entanto, é bem mais alto, além de as usinas serem mais poluentes.

O Brasil conta hoje com 3.180 térmicas em operação, que respondem por 25% de toda a potência instalada de geração de energia do País. Diariamente, o ONS define o que deve ser acionado e aquilo que não será utilizado. Atualmente, a ordem é colocar as térmicas a plena carga e é isso o que tem ocorrido.

Na quinta-feira, por exemplo, 21% de toda a energia consumida no Brasil foi gerada por usinas térmicas, cuja funcionamento é baseado no aquecimento de água e produção de vapor, um processo que impulsiona a turbina e gera energia.

Ontem, conforme antecipou o Estadão/Broadcast, o governo divulgou um alerta de emergência hídrica para o período de junho a setembro em cinco Estados brasileiros: Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. Todas as unidades da federação atingidas estão na bacia do Rio Paraná, polo de produção agropecuária e de grandes hidrelétricas.

Na região a situação é classificada como severa e a previsão é de pouco volume de chuvas para o período. É o primeiro alerta dessa natureza em 111 anos de serviços meteorológicos do País.

O documento foi divulgado de forma conjunta pelo Sistema Nacional de Meteorologia (SNM), Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden). As instituições reforçam que o cenário de emergência hídrica deve persistir até setembro.

Importação. Apesar da situação crítica em relação às represas, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, vem descartando a possibilidade de racionamento e apagão no País. Em audiência pública na Câmara dos Deputados, realizada em 11 de maio, ele reconheceu, no entanto, que será necessário atenção, além da adoção de medidas excepcionais para garantir o abastecimento. Desde outubro, além de ter acionado as usinas térmicas, o Brasil também tem importado energia da Argentina e Uruguai.

Pós-Pandemia: Seguradoras devem fornecer melhor experiência ao segurado

Seguradoras de sucesso conectarão canais e capacitarão sua rede de distribuição com tecnologias emergentes, para superar o impacto da COVID-19 na aquisição e retenção de clientes

Fonte: Sonho Seguro

O World Insurance Report 2021 da Capgemini e da Efma concluiu que as seguradoras precisam repensar seus modelos de distribuição para oferecer um serviço sem interrupções, uma experiência superior ao cliente (CX) e o valor máximo conforme a dinâmica de negócios do setor continua a evoluir. À medida que desastres naturais e riscos emergentes como a COVID-19 se tornam mais graves, e os lockdowns e necessidades de distanciamento social estimulam a adoção de canais digitais, o mundo está mais preocupado com os seguros. Portanto, as seguradoras precisam capacitar suas redes de distribuição com tecnologias emergentes, incluindo realidades, aumentada e virtual, e Inteligência Artificial, além de incorporar o seguro na rotina dos clientes adotando o Open Insurance, concluiu o relatório.

De acordo com o WIR, mais de 60% dos executivos de seguros entrevistados disseram que a COVID-19 afetou os esforços de aquisição de clientes de suas empresas e cerca de 40% citaram um impacto na retenção de clientes. Para recuperar o terreno perdido, as seguradoras devem considerar a abordagem CARE (Convenience, Advice and Reach, em tradução livre, Conveniência, Aconselhamento e Alcance) estão no centro da concepção e avaliação da eficácia de seus canais. E, embora 87% das seguradoras digam que vão investir em melhorias digitais, apenas 32% afirmam que os canais digitais são eficazes para garantir as vendas porque carecem de recursos de aconselhamento personalizado.

Os canais digitais receberam notas altas por disponibilidade 24 horas por dia e 7 dias por semana, facilidade de atualização de informações para seguradoras e recursos de pesquisa. No entanto, sua incapacidade de fornecer aconselhamento detalhado e personalizado aos clientes que buscam produtos complexos, como planos de aposentadoria, deixou claro que os agentes e corretores ainda são essenciais para a compra desses tipos de seguro.

Conveniência como vantagem competitiva de uma seguradora

Os clientes de seguros que responderam à pesquisa disseram que a facilidade e a velocidade de acesso às informações afetam a conveniência de sua experiência. Um total de 77% dos executivos de seguros dizem que os agentes e corretores são seus canais de distribuição mais proeminentes. No entanto, mais de 40% dos clientes de linha pessoal disseram que era um desafio entrar em contato com agentes e corretores fora do horário normal de expediente, e bloqueios e distanciamento social complicam a situação. Ao contrário dos segurados pessoais, as linhas comerciais e pequenas e médias empresas (PMEs) não viram uma diferença significativa na conveniência oferecida por agentes e corretores, canais digitais ou canais diretos. Mais de 50% das PMEs classificaram sua experiência de interação com agentes e corretores como conveniente, da mesma forma que mais de 60% também classificaram os canais digitais como convenientes.

A tecnologia pode sobrecarregar a eficácia do canal

Agentes e corretores querem aumentar seus recursos de engajamento digital e cerca de 44% deles disseram que precisam do suporte de suas seguradoras. Mais da metade dos agentes e corretores que responderam a pesquisa disseram que, para ajudar os clientes de forma eficaz, eles precisam de colaboração digital e ferramentas de engajamento, como plataformas de compartilhamento de tela e ferramentas de assinatura digital de documentos. Eles também disseram que a conveniência do cliente melhora quando são oferecidos formatos digitais e ferramentas de comparação de produtos em uma única tela. No entanto, menos de dois terços das seguradoras disseram que fornecem aos agentes e corretores essas ferramentas digitais muito procuradas para aprimorar a experiência do cliente. No futuro, a Digi-intermediação, um processo em que os agentes são digitalmente habilitados e os canais virtuais são humanizados, eliminará lacunas de distribuição, aumentará o CX e otimizará o valor entregue.

Conhecimento mais abrangente do cliente permite aconselhamento personalizado

Os agentes e corretores disseram que precisam saber mais sobre os segurados e clientes em potencial para converter leads em vendas de maneira mais eficaz. APIs e análises baseadas em IA podem ajudar os agentes e corretores a entender as preferências dos clientes, responder a perguntas e oferecer produtos apropriados para eventos especiais da vida dos segurados. Ferramentas analíticas baseadas em IA e uma visão de 360 graus dos clientes são essenciais para uma experiência personalizada. As seguradoras de maior sucesso ganharão e reterão clientes reinventando seu ecossistema operacional para apoiar um modelo phygital baseado em uma mistura de presença física e envolvimento digital (physical and digital).

As seguradoras têm a oportunidade de converter o tráfego digital em vendas, concentrando-se em uma experiência virtual hiperpersonalizada, afirmou Anirban Bose, CEO do Capgemini’s Financial Services e Membro do Board do Grupo Capgemini. Os clientes de hoje esperam que a interação com suas seguradoras seja fácil, e os provedores precisam garantir que seus canais possibilitem uma experiência de cliente conveniente e perfeita. Ao investir nas tecnologias certas, as seguradoras podem conquistar e reter clientes, ao mesmo tempo que capacitam seus agentes e corretores para aprofundar relacionamentos.

O impacto global da adoção digital completa mudou a maneira como as seguradoras precisam operar para satisfazer seus clientes. O investimento digital em canais conectados é um ingrediente crítico para que as seguradoras do futuro tenham sucesso, afirma John Berry, CEO da Efma.

Metodologia de relatório

O Relatório Mundial de Seguros 2021 apresenta percepções de três fontes principais, a Pesquisa Global Insurance Voice of the Customer, as Entrevistas Executivas de Seguros Globais 2021 e a Pesquisa Global Agents and Brokers 2021. Juntas, essas fontes cobrem insights de 25 mercados: Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Chipre, Finlândia, França, Alemanha, Hong Kong, Índia, Itália, Japão, México, Noruega, Portugal, Romênia, Cingapura, Espanha, Suécia, Suíça, Holanda, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.

Cinco Dicas Para o Trabalho Remoto

Fonte: CQCS

A seguradora Liberty desenvolveu o Escritório Digital, iniciativa com o intuito de implementar a cultura Liberty também no home office

Com o intuito de implementar a cultura Liberty também no trabalho remoto, a Liberty Seguros desenvolveu, no ano passado, uma iniciativa chamada Escritório Digital, que surgiu para preparar os líderes da companhia a trabalhar no novo normal e instruir os colaboradores a lidarem com todos os desafios deste cenário.

A seguradora, reconhecida como uma das mais inovadoras no setor, já encoraja o sistema home office há anos, e vinha digitalizando todos os processos, por isso, o impacto não foi grande no início da pandemia. No entanto, adaptações precisaram ser feitas e os aprendizados cresceram neste último ano.

A iniciativa, que já está completando um ano, promoveu um total de 39 encontros com líderes, mais de 3.000 horas de desenvolvimento e um total de 3900 participações, uma média de 100 participantes por encontro. Entre os assuntos abordados, fizeram parte: comunicação colaborativa em ambientes virtuais, salutogênese, como podemos nos manter sadios, a importância da preservação da saúde mental, e diversos temas relacionados às melhores práticas de gestão a distância.

Nós entendemos que não era só fornecer os equipamentos para os nossos funcionários montarem o melhor home office. O engajamento precisava continuar e ir muito além disso. Precisávamos melhorar nossa comunicação e relacionamento, além de reforçar pilares que já eram importantes para nós, mas que precisavam ser retomados de forma diferente, como o bem-estar, por exemplo, explica Delane Giannetti, diretora de talentos da Liberty Seguros. Abaixo, a executiva listou os cinco principais aprendizados e desafios para manter os colaboradores e líderes engajados.

Respeito ao tempo

De acordo com uma pesquisa da FGV, 56% dos profissionais do mercado estão com dificuldade de equilibrar vida pessoal e profissional. Precisamos aprender como cuidar e respeitar esse ativo tão importante no momento em que as fronteiras entre a vida pessoal e profissional ficam invisíveis.

Nós estamos em horário flexível, por isso, é importante considerar seu tempo e do seus colegas na hora de agendar compromissos próximos ao horário de almoço e após o fim do expediente. Uma breve conversa no chat pode ajudar a alinhar o encontro e avaliar sua necessidade, caso seja uma urgência.

Não tenha medo de dizer Já Volto. Se precisar de alguns minutos durante uma reunião: pegar uma água, ir ao toalete, faça como fazíamos no escritório, avise que vai deixar a sala e que volta rapidamente.

Sabemos que a rotina está complicada, por isso, avalie seus compromissos semanais e negocie a necessidade e oportunidade de participação com seus colegas. Sugira os melhores horários para ter reuniões na semana e horários bloqueados por compromissos pessoais. E, principalmente, não tenha medo de recusar reuniões, ao responder, dê novas opções ou negocie outras formas de interação, por exemplo, enviando informações por e-mail.

Mesmo com nosso trabalho de forma flexível, planeje um momento para parar de trabalhar e faça disso uma rotina, como era no escritório. Às vezes trabalhamos mais, mas nunca foi a regra, certo?

Comunicação e colaboração

Um estudo divulgado por Albert Mehrabian diz que 93% da comunicação no dia a dia é não verbal, incluindo tom, expressões faciais e gestos. É importante entendermos como utilizar as ferramentas de comunicação e colaboração digital da forma mais eficaz.

E-mails precisam ser a base das comunicações, o chat funciona para assuntos rápidos, o WhatsApp/telefone para assuntos mais urgentes e os grupos de WhatsApp fica a critério de cada time como usar.

O vídeo se tornou essencial. Use sempre quando for colaborar, resolver questões ou em reuniões de carreira e desenvolvimento. Mas é importante lembrar que o vídeo também cansa, então modere usando só áudio em reuniões de acompanhamento ou temas menos complexos.

Comunique o seu status e fique alerta nos status dos seus colegas. É importante dizer quando está disponível, ocupado ou em reunião. E, caso seja um assunto muito importante, avalie a melhor forma de abordagem.

Relacionamento:

Uma pesquisa do Linkedin apontou que 39% dos profissionais se sentem solitários e 30% afirmam estarem estressados pela ausência de momentos de descontração no trabalho. Por isso, conheça técnicas virtuais de interação que podem contribuir para melhorar o relacionamento dentro dos times.

Trabalhar virtualmente é algo novo para muitos de nós e requer adaptação a novas formas de nos conectarmos e de nos apoiarmos mutuamente. A sensação de pertencimento ajuda a nos sentirmos mais conectados e a enfrentarmos os sentimentos de isolamento.

Aumentar a frequência de contatos é melhor que ter uma longa conversa. Isso vai ajudar a criar uma proximidade maior com seus colegas e ajudar quem pode estar precisando de apoio. Na prática: dá uma olhada no chat, se tiver alguém verdinho que você não fala faz tempo é só mandar um =), ou um oi mesmo, aí é de cada um.

Em um mundo onde a gente se vê menos, precisamos criar mais situações para encontros sociais. Pode parecer meio chato ficar planejando como passar um momento mais informal com os colegas, mas vale a pena e a agenda recorrente pode ser sua amiga. Marque um café toda terça à tarde (ou quarta de manhã, ou sexta, ou qualquer dia) e faça convite opcional. Quem estiver livre àquela hora, dá um pulo na sala virtual.

Ações de integração com todo o time são importantes para fortalecer o time e garantir o acolhimento. Na Liberty, temos o app Meu Espaço Funcionário, onde é possível encontrar colegas do trabalho que possam ter os mesmos hobbies.

Bem-estar:

Ainda de acordo com pesquisa do Linkedin, 62% dos profissionais estão mais ansiosos e estressados com o trabalho do que estavam antes. Se tornou cada vez mais importante ficar por dentro de como cuidar do seu bem-estar ao implementar pequenos novos e poderosos hábitos.

Fazer ginástica laboral como uma pausa para cuidar de si é mais que merecido.

Procure adequar-se a uma rotina, estabelecendo horários fixos para dormir, acordar, alimentar-se, descansar, fazer exercícios físicos e outras atividades que você queira incluir no seu dia a dia. Nosso corpo e mente se adaptam melhor aos desafios do cotidiano quando mantemos a alimentação saudável, o sono regular e os músculos ativos.

Instruímos nossos colaboradores a focar no presente e no que de fato pode ser feito para prevenir e mitigar os desafios que já existem. Se ficarmos nos pré-ocupando com situações desastrosas, que nem sabemos se vão acontecer, provocaremos um desgaste energético e mental e esqueceremos do que realmente precisa ser feito.

Invista em separar o máximo possível o espaço de trabalho dos outros espaços de convívio da casa. Às vezes pode parecer tentador trabalhar no sofá ou ficar por ali na mesa após o café da manhã, mas torna mais difícil sua organização e principalmente prejudica a separação entre o trabalho e vida pessoal.

Aqui na Liberty, oferecemos o EAP (Employee Assistance Program, Programa global do Work Life Solutions, que tem serviços de aconselhamento confidenciais, programas e recursos para ajudar com estresse e preocupações relacionadas a questões familiares, financeiras e jurídicas.

Não temos que sentir vergonha das interrupções das crianças e pets. Isso humaniza e lembra que colocamos as pessoas em 1 lugar.

Gestão:

De acordo com um estudo divulgado pela FGV, 46% dos profissionais do mercado estão lidando com maior carga de trabalho. Por isso, aprendemos e colocamos em prática como evoluir a gestão de projetos, pessoas e processos à distância.

A tendência é gerenciar cada vez mais priorizando as entregas do que as horas de trabalho em si. Já que estamos com jornadas flexíveis de trabalho e há uma dificuldade natural em acompanhar se todos estão online e em qual atividade estão focados, a gestão será mais eficaz se acompanhar a performance pelo andamento das ações.

Continue empoderando o time mesmo à distância. Empoderamento é resultado de viver Nossos Valores, possuir habilidades e informações necessários e ter processos e ferramentas adequados para executar as atividades e resolver problemas.

Painéis visuais ajudam na gestão transparente e colaborativa de atividades, projetos e performance da área, impulsionando ações e tomadas de decisões.

Faça reuniões de gestão frequentes e mais curtas, aproveite para checar como as pessoas estão, reforçar a conexão do time, reconhecer e celebrar. Além disso, a troca de feedbacks é essencial para a aprendizagem e melhoria contínua individual (líderes e não líderes) e do time.

Planejar é o segredo para tempos incertos

É importante tomar a consciência de que os riscos existem e usar essa consciência a nosso favor, diz presidente da CNseg

Fonte: Sonho Seguro

Para falar sobre os riscos a que todos estão expostos no dia a dia e as maneiras de nos protegermos, o Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, participou nesta quinta-feira, dia 27, de live na página da Confederação Nacional das Seguradoras no Instagram (@cnseg_oficial), com a jornalista Mara Luquet, tendo como tema Planejar é o segredo para tempos incertos.

Como bem lembrado por Marcio, o risco está presente em todos os momentos de nossas vidas, desde o nascimento até a morte, mas, apesar disso, segundo ele, a população ainda não se deu totalmente conta da importância da prevenção, apesar de a pandemia do novo coronavírus estar ajudando a mudar esse quadro. É importante tomar a consciência de que os riscos existem e usar essa consciência a nosso favor, pois o acaso não vai nos proteger, enquanto estivermos distraídos, como cantado na bela música dos Titãs, afirmou.

Segundo ele, há um seguro para cada tipo de risco e é importante que as pessoas fiquem atentas para a necessidade de planejamento, escolhendo os seguros que considerarem mais importantes em cada fase de sua vida.

O Presidente da CNseg lembrou que até há algum tempo, as pessoas não tinham muito acesso a informações. Atualmente, além de muito mais acesso à informação e aos canais de comercialização, há muito mais competição no mercado segurador, fazendo com que a oferta e a qualidade dos produtos se ampliassem substancialmente. Com essa competição, as seguradoras passaram a oferecer seguros muito mais adequados às necessidades e ao bolso de cada um, aproximando ainda mais o seguro das nossas vidas, afirmou.

Quando questionado por Mara Luquet sobre com quem o cidadão deve recorrer para avaliar a quais riscos está mais exposto e quais os cuidados necessários na hora da verdade, Marcio respondeu que um agente importantíssimo para instruir os clientes é o corretor de seguros, que é o profissional treinado e habilitado. E alertou para a necessidade de o cliente usar todas as informações à sua disposição. Além disso, destacou que é muito importante que o consumidor verifique se a seguradora escolhida é devidamente registrada na Susep, pois há empresas que se apresentam como seguradoras e não são.

Em caso de problemas com o seguro contratado, o Presidente da CNseg citou as agências reguladoras do setor, que são a Susep e, no caso da saúde suplementar, a ANS, que têm toda a capacidade de orientar os consumidores e, se for o caso, penalizar as seguradoras. Ele também lembrou a recente presença do Consumidor.gov.br, descrito como um ente nacional como porta de entrada para reclamações. É importante reclamar, quando for o caso, pois isso ajuda a melhorar os serviços prestados, citando a possibilidade, antes das reclamações, do recurso às ouvidorias das seguradoras, que são um meio de encurtar caminhos.

Um outro canal de acesso para os consumidores lembrado por ele é o do Fale Conosco do Portal da CNseg (cnseg.org.br) e o próprio portal, que contém uma grande quantidade de conteúdo, como os produtos disponíveis, o tamanho do mercado, os canais para se recorrer em caso de problemas, entre outras informações, sendo uma importante ferramenta auxiliar.

Já ao final do bate-papo, Mara citou a importância do seguro, não só para as pessoas, mas para a economia do país, e Marcio afirmou que esse setor é um dos maiores investidores institucionais do Brasil, pois o dinheiro dos consumidores, enquanto sob a guarda das seguradoras, é utilizado para financiar uma série de projetos para o país. Entretanto, ele disse que esse tema merece futura live pelo Instagram da CNseg.

Leilão de Transmissão de Energia Elétrica é Aprovada

A Diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou em 27 de maio de 2021, em reunião pública extraordinária, o edital do primeiro leilão de transmissão de energia elétrica de 2021.

A deliberação da ANEEL ocorreu após a aprovação unânime do voto do Ministro Relator, que não detectou irregularidade nas minutas, pelo Plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) na sessão telepresencial de 26 de maio.

A ANEEL prevê investimento de R$ 1,3 bilhões para a construção e manutenção de 515 quilômetros de linhas de transmissão. O edital apresenta cinco lotes que contemplam seis estados e contratos com vigência de trinta anos.

O Leilão está previsto para ocorrer no dia 30 de junho de 2021 na sede da B3.

Fonte: Agência Brasil

IGP-M dispara em 12 meses

FGV: inflação dos aluguéis acumula taxa de 37,04% em 12 meses, alta foi puxada pelos preços no atacado e é a maior observada desde novembro de 2002.

O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel do país, subiu 4,10% em maio. Com a taxa, que é superior ao 1,51% do mês anterior, o índice acumula altas de 14,39% no ano e de 37,04% em 12 meses.

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), em maio de 2020, o IGP-M registrava taxas de 0,28% no mês e de 6,51% em 12 meses.

A alta de abril para maio foi puxada principalmente pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que subiram 5,23% em maio, acima do 1,84% de abril.

Houve altas também no Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo e que passou de 0,44% em abril para 0,61% em maio, e no Índice Nacional de Custo da Construção, que subiu de 0,95% para 1,80%.

Tanto que estudo realizado pela plataforma QuintoAndar mostra que a renegociação e adoção de índices alternativos de reajuste de aluguel traz benefícios significativos tanto para os proprietários de imóveis residenciais quanto para seus inquilinos. De acordo com o levantamento, os contratos de aluguel renegociados têm chance 87% menor de cancelamento antecipado que a média histórica. O estudo mostra ainda que a taxa de rescisão antecipada, antes de 12 meses, é cerca de 10% maior do que a média quando não há negociação.

O estudo O impacto econômico da mudança nos índices de reajuste nos contratos de aluguel mostra também que, para o inquilino, o impacto das negociações também é positivo. O estudo mostra, por exemplo, que a troca do IGP-M, muito volátil, pelo IPCA (índice de inflação ao consumidor calculado pelo IBGE e usado como indicador oficial de preços no país), com variações menos intensas, poderia gerar economia de R$ 1,2 bilhão por mês para os inquilinos brasileiros. Caso todos os contratos ativos hoje tivessem sido corrigidos pelo IGP-M, o gasto mensal total dos inquilinos do país teria aumentado 20% mais do que efetivamente subiu.

Segundo o levantamento, a opção por um índice de reajuste menos volátil, portanto, eleva a chance de manutenção do contrato. Isso evita perdas significativas com a vacância, que vão desde o custo de oportunidade, gastos com impostos e condomínio até a necessidade de aceitar um valor de aluguel menor que o original, dada a queda nos preços no mercado.

Fonte: Agência Brasil

Mortes por covid caem 95% em Serrana após vacinação em massa com Coronavac

A oferta de Coronavac para toda a população de Serrana diminuiu em 95% o número de óbitos por covid-19 na cidade do interior paulista, mostram resultados preliminares de estudo feito pelo Instituto Butantan e divulgados pelo Fantástico, da TV Globo, na noite deste domingo, 30. As informações foram confirmadas pelo Estadão.

De acordo com a reportagem, o número de casos sintomáticos caiu 80% e as internações foram reduzidas em cerca de 86% enquanto 15 cidades vizinhas registravam alta no número de infectados.

Os dados que embasam esses porcentuais não foram apresentados e deverão ser detalhados em coletiva de imprensa no Butantan nesta segunda-feira, 31. Uma análise preliminar mostra que o número de novos casos de covid caiu de 699 em março para 251 em abril. Já o de mortes passou de 20 para 6 no mesmo período.

Segundo a pesquisa, o controle da transmissão no município se deu quando 75% da população elegível estava vacinada, o que indica que esse é o porcentual de imunizados que precisaríamos ter no País para atingir a imunidade de rebanho pela vacina e frear o vírus.

No momento, com a campanha nacional de imunização em ritmo lento, o Brasil tem 21% de vacinados com a primeira dose, dos quais apenas 10% receberam também a segunda aplicação.

A cidade de Serrana, que fica a 315 quilômetros da capital paulista, foi escolhida pelo Instituto Butantan, governo do Estado e Universidade de São Paulo, para um estudo sobre os efeitos da vacinação em massa na população adulta. Ao todo, 27.160 mil habitantes acima de 18 anos receberam as duas doses da Coronavac em uma campanha finalizada em meados de abril.

Acesse as edições mais recentes das publicações do mercado:

Revista Apólice: https://www.revistaapolice.com.br/2021/03/edicao-263/ 

Revista Cobertura: https://www.revistacobertura.com.br/revistas/revista-cobertura/revista-cobertura-230/#1 

Revista Segurador Brasil: https://revistaseguradorbrasil.com.br/edicao-164/ 

Revista Seguro Total: https://revistasegurototal.com.br/2021/03/25/edicao-216-saude-privada-registra-aumento-em-numero-de-beneficiarios/ 

Revista Insurance Corp: https://drive.google.com/file/d/1tog-AftJwcK6ZnulXe_xfNdTJeCjdfxI/view?usp=sharing

Caderno de Seguros: https://cnseg.org.br/publicacoes/revista-de-seguros-n-915.html 

Participe da XXVII Edição da Jornada Internacional de Riscos Globais da Mapfre

 

A MAPFRE realizará a XXVII edição da Jornada Internacional de Riscos Globais em formato digital nos dias 9 e 10 de junho, das 11h00 às 13h00(BRT), sob o tema Atualidade e Desafios dos Grandes Riscos nos Mercados Internacionais.

Não perca! Para mais informações sobre o evento e  inscrições acesse o link: https://mapfre.vancastvideo.com/event/Ejmlbefe/1942/signup?lang=1658